ASARC ANIMA POLO ESCOLAR DO BURGO

por jcerca em 17 de Novembro de 2016

Inaugurado a 5 de outubro de 2010, precisamente quando se comemorava o 1º centenário da implantação da República, o Pólo escolar do Burgo ficou designado, desde então, como o primeiro Pólo escolar geoparqueano do Concelho de Arouca.

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E esta designação ficou a dever-se ao facto dos espaços deste moderno estabelecimento de ensino, terem sido designados com nomes relacionados com o Geoparque Arouca. Assim,  a grande sala de entrada  foi designada “Átrio do Planeta Terra”, a cantina é do Paleozóico, o Ginásio é dos Fósseis, a biblioteca é dos Geo-sítios, as salas do pré-escolar são salas da Freita, as salas de coordenação do Pólo ocupam o Geo-espaço, as diversas salas de aulas do 1º ciclo são das pedras parideiras, das trilobites, das minas de Regoufe, das minas de Rio de Frades, da frecha da mizarela, ou da garganta do Paiva.

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Tendo chegado ao conhecimento deste Pólo escolar que a Asarc interpreta melodias do cancioneiro de Arouca, algumas delas referentes a diversos geosítios, as coordenadoras do Pólo escolar do Burgo e da respetiva Biblioteca convidaram o coro e o grupo de cavaquinhos da Academia Sénior para virem àquela escola interpretar algumas dessas canções.

Esta actividade, integrada no projecto “Turismo social” daquele pólo escolar, teve lugar na tarde do dia 17 de novembro e constituiu um momento diferente e muito animado para toda a comunidade escolar.

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Depois de interpretadas diversas canções do cancioneiro de Arouca, algumas delas referentes à frecha da Mizarela e à exploração do volfrâmio, estabeleceu-se um breve diálogo entre estas duas gerações e que poderá ser resumido nesta frase de Fernando Pessoa:
“Grande é a poesia, a música e as danças… Mas o melhor do mundo são as crianças”. 

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No final da atuação o grupo da Asarc foi recebido na Biblioteca do pólo escolar onde lhe foi oferecido um pequeno lanche com diversos doces confeccionados no refeitório pedagógico do Agrupamento de escolas de Arouca.

José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº431 de 02 de dezembro de 2016

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VII OLIMPÍADAS SENIORES

por jcerca em 15 de Novembro de 2016

Organizada pela Câmara Municipal de Arouca decorreu no dia 15 de novembro, no pavilhão da Casa do Povo, a 7ª edição das Olimpíadas seniores. Participaram 19 equipas constituídas por 4 elementos com mais de 65 anos de idade, oriundos de diversas instituições sociais do Concelho de Arouca.

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Cada uma das equipas concorrentes teve que realizar cinco actividades diferentes, cada uma delas pretendendo desenvolver diferentes capacidades, desde a rapidez, ao equilíbrio, à pontaria e à destreza.

Terminadas as provas, foi distribuído a todos os participantes um pequeno lanche oferecido pelos Estabelecimentos Cavadinha, bem como uma planta do horto municipal.

Aos participantes das três equipas com melhor pontuação foram entregues medalhas comemorativas.

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A equipa classificada em 1º lugar, nesta 7º edição das Olimpíadas seniores, foi a equipa 19 da Academia Sénior de Arouca. O 2ºlugar foi para a equipa 6 do Espaço Sénior da Câmara Municipal de Arouca. Para a equipa 13 da Santa Casa da Misericórdia de Arouca coube o 3º lugar.

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A entregar as medalhas esteve presente a vereadora da Câmara Municipal de Arouca, Drª Margarida Belém, que se congratulou pelo entusiasmo que esta actividade sénior despertou em todos os participantes.

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Mas mais do que as medalhas contou o ambiente de convívio e de são desportivismo que as diversas actividades destas olimpíadas a todos proporcionaram.

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José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº430 de 18 de novembro de 2016

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DIÁLOGO(S) COM MÚSICA: ENTRE O POPULAR E O ERUDITO

por jcerca em 25 de Outubro de 2016

Decorreu no dia 22 de outubro mais uma «Conferência de Arouca», promovida pela Associação Círculo Cultura e Democracia e que teve como tema central a influência da música popular na composição de algumas obras eruditas de diversos compositores.

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Esta Conferência de Arouca teve como moderador Adriano Pinto que começou por recordar que somos herdeiros de uma grande recolha de música popular de Arouca realizada por Virgílio Pereira a qual deu origem ao “Cancioneiro de Arouca”  editado em 1959 pela Junta de Província do Douro-Litoral  e que, ao longo das suas 904 páginas, contém mais de 500 canções recolhidas por todo o Concelho de Arouca na década de 1950.

Adriano Pinto referiu ainda outros trabalhos, não só bibliográficos, como também e discográficos produzidos no âmbito da música tradicional de Arouca e foi lançando para este “diálogo com música” algumas questões sobre esta temática.

O tema propriamente dito desta conferência de Arouca foi desenvolvido por Ivo Brandão, director do Orfeão de Arouca e por Fernando Valente, compositor e professor de Análise e  Técnicas de Composição no Conservatório de Música do Porto.

Para Ivo Brandão a questão do popular e do erudito é uma falsa questão, uma vez que é muito ténue, por vezes, esta distinção. E procurou demonstrar esta sua afirmação através da audição de diversos excertos de composições, algumas delas clássicas e outras contemporâneas, construídas a partir de singelos motivos populares e tradicionais.

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Por sua vez, Fernando Valente entendeu que as recolhas de melodias tradicionais são importantes, sobretudo para a preservação da nossa identidade arouquense, mas entende que não se pode ficar apenas na recolha, é preciso saber o que fazer com esse espólio musical recolhido.
Como compositor arouquense que é, Fernando Valente falou de alguns dos seus trabalhos de harmonização, feitos a partir de melodias tradicionais de Arouca. Nessas harmonizações Fernando valente procura sempre respeitar a melodia tradicional que faz parte da identidade de Arouca e é expressão do povo de Arouca e das suas múltiplas vivências sociais e culturais, mas reveste-as de uma nova roupagem com o seu trabalho de harmonização. E passou a demonstrar esse equilíbrio entre o popular e o erudito através da audição de diversos excertos musicais que fazem parte do seu “Melodias de Arouca”.

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Estando este trabalho de Fernando Valente baseado na polifonia vocal tradicional da região de Arouca, nada melhor para abrir e encerrar esta Conferência de Arouca do que a apresentação de algumas melodias do riquíssimo património musical de Arouca, interpretadas pelo grupo de cantas e cramóis do Conjunto Etnográfico de Moldes.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº427 de 28 de outubro de 2016

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A FEBRE DO VOLFRÂMIO EM AROUCA

por jcerca em 23 de Outubro de 2016

As localidades de Regoufe e de Rio de Frades fazem parte da história, não só de Arouca, como de Portugal e até mesmo da Europa, por estarem ligadas à exploração do volfrâmio na Segunda Guerra Mundial e que, no concelho de Arouca, foi pacificamente partilhada entre ingleses e alemães.

Se em Regoufe a exploração do volfrâmio era feita para os Ingleses, em Rio de Frades o “volfro” destinava-se aos Alemães.

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Em ambas as localidades os complexos mineiros são hoje, apenas e infelizmente, ruínas fantasmas de um passado mineiro onde chegaram a trabalhar, só em Rio de Frades, mais de 3.000 pessoas na exploração do volfrâmio usado, então, no fabrico de armamento e que era exportado para o palco da guerra, através de uma mesma via de escoamento dentro do Concelho.

A exploração desenfreada de volfrâmio representou, então, a oferta de novas oportunidades de trabalho, atraindo ao concelho de Arouca, milhares de pessoas de todo o país, quer para trabalharem como mineiros, quer para serem “pilhas” que, então, se tornaram famosas devido ao contrabando deste tão procurado minério.

A “febre do volfrâmio”, a riqueza súbita e o consumo exagerado causaram impacto nos hábitos e costumes da região, tendo deixado marcas profundas, não só na memória das pessoas, como também na paisagem local.

“Suor o deu, miséria o levou”

Para evocar um pouco do ambiente que se criou em Arouca, nesse período da 2ª guerra mundial, por causa desta febre do minério, o grupo de teatro experimental de Arouca – TEA trouxe a Arouca, no passado dia 22 de outubro a peça de teatro “Volfrâmio” que foi levada à cena pelo grupo de teatro da Associação de Promoção e Desenvolvimento de Castelões – APDC.

O texto, bem como a encenação da peça, resultou de um trabalho de pesquisa de Alberto Bastos, da referida Associação e que teve como base principal a obra do arouquense António Vilar intitulada “O Volfrâmio de Arouca no contexto da segunda guerra mundial” (1939-1945) publicada pela Câmara Municipal de Arouca em 1998.

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Participaram nesta peça em 3 atos 20 pessoas, devidamente caracterizadas, e que, apesar de amadores, conseguiram evocar, através de diversas cenas, o ambiente criado à sombra desta febre do volfrâmio, entre os anos de 1942 a 1944.

Se no 1º ato, passado nas minas de Rio de frades, se retrata a pesagem e a venda e do volfrâmio, acompanhada, por vezes, por algumas tentativas de trafulhice na qualidade do minério, também se evocam, não apenas as derrocadas no interior das minas, mas também as revistas aos mineiros no início e no fim de cada turno.

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No 2º ato, passado no Café Royal do Porto, lugar de encontro de arouquenses endinheirados pela súbita riqueza do volfro, tenta caracterizar-se a exibição dos sinais exteriores desses novos ricos, personificados no “rei do minério” que até se dá ao luxo, não só de ter à sua espera um táxi para o levar de regresso a Arouca, como comete a fanfarronice de fumar notas de 100 escudos perante as suas amantes.
Cenas de pancadaria entre as mulheres frequentadoras do referido café, bem como cenas de bebedeira por parte dos novos endinheirados pela febre do minério, contribuem para aligeirar o decorrer da narrativa teatral.

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A última parte desta peça decorre numa tasca na Vila de Arouca, onde os mineiros, enquanto bebem e jogam, vão comentando a decadência da extracção do minério, expressa através da referência à venda da separadora, ao mesmo tempo que evocando problemas de saúde, devido ao “pó do minério”, brindam à memória de todos aqueles que morreram nas minas do volfrâmio. Na verdade, é com tristeza e amargura que concluem que “Suor o deu, miséria o levou”. E assim, do sonho da ambição, alimentada por esta febre do minério, se regressa à simplicidade da vida campesina.

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 Novas representações

Esta foi a 4ª representação desta peça sobre o Volfrâmio, estando a próxima marcada já para o dia 19 de novembro, em Nogueira do Cravo.

Fazendo parte do património histórico arouquense este agitado período da febre do minério, seria desejável que novas sessões se realizassem noutras localidades do Concelho de Arouca, até porque, nesta sessão, a ocupação da plateia da loja intereativa ficou a 50% .

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No final da representação, e após a apresentação de cada um dos atores, o autor do texto e ensaiador, Alberto Bastos, entregou ao grupo TEA um exemplar do texto. Por sua vez, um representante do grupo anfitrião agradeceu a presença em Arouca do grupo da APDC de Castelões a quem entregou algumas lembranças.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº427 de 28 de outubro de 2016

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AROUCA ACOLHE FESTIVAL NACIONAL DA CANÇÃO ESCUTISTA

por jcerca em 17 de Outubro de 2016

 Um espectáculo de alegria, ritmo e muita criatividade

Subordinando ao tema “Atreve-te a ser(vir)” decorreu em Arouca de 14 a 16 de outubro o XVII FESCUT16 – Festival Nacional da Canção Escutista que é uma atividade anual para Caminheiros e  que decorre sempre numa região diferente, todos os anos. Trata-se de um concurso de músicas originais, escritas e compostas para o Festival, a partir de um tema sugerido pela organização de cada edição.

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Tendo a última edição deste festival, realizada em Esgueira, sido ganha pelo Clã Rainha Santa Mafalda, com sede em Rossas,  coube aos escuteiros de Arouca a organização do FESCUT16.

À descoberta de Arouca

Decorrendo em Arouca, a organização deste festival não podia ter escolhido melhor local para a abertura do mesmo. Na verdade, foi no magnífico cadeiral do Convento de Arouca que, na noite de 6ª feira, se deu a abertura do Festival, com um pequeno concerto de órgão pelo organista titular, Nicolas Roger. Após o concerto, os caminheiros tiveram ocasião de subir ao coro alto para apreciarem, de perto, esta magnífica peça organeira, datada de 1743, e receberem uma breve explicação da sua história e do seu funcionamento.

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Mas não se ficou por aqui o contato dos caminheiros com o património arouquense. Efetivamente, no dia seguinte, foi-lhes dada a possibilidade de conhecerem algum do rico património natural de Arouca, através de um passeio pela Serra da Freita que incluiu uma visita à casa das pedras parideiras e uma subida à torre meteorológica. O resto do tempo, até à apresentação das canções, foi ocupado por diversos ateliers.

FESCUT16

Participaram na edição deste ano 9 Clãs vindos de diversas partes do País, desde Odivelas (Famões), Leiria (Memória),Viseu (Bodiosa),Porto (Bonfim e Areosa), Matosinhos, Guimarães (Ronfe),Mindelo e Braga (Bairro). Esteve ainda presente o clã da Madeira mas que não participou no Festival.

O Festival consistiu num espectáculo ao vivo que teve lugar no Terreiro de Santa Mafalda, no sábado à noite, e durante o qual foram apresentadas as 9 canções, perante um vasto público, maioritariamente juvenil, e perante um júri, composto por 5 elementos, que iria decidir quem seriam os vencedores desta edição arouquense.

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A apresentação de cada uma das canções esteve a cargo dos caminheiros Mariana e Ricardo e foi precedida da projecção de um pequeno vídeo realizado por cada um dos clãs concorrentes.

A escolha do melhor vídeo era da responsabilidade, não do júri, mas do clã organizador e este decidiu nomear como melhor vídeo, apresentado nesta edição, o vídeo realizado pelo clã 72 de Matosinhos.

Antes de se proceder à apresentação das canções a concurso, teve lugar um divertido momento humorístico alusivo ao festival e que trouxe muita alegria, ritmo e boa disposição a todo o vasto auditório. Seguiu-se a interpretação do Hino do Fescut16 que é sempre da responsabilidade do clã organizador e que foi entusiasticamente aplaudido por todos os presentes.

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O Júri

Composto por 5 elementos e presidido pelo Pe. Luís Mário, pároco de Arouca, coube-lhes a difícil tarefa de escolherem, não só as 3 melhores canções apresentadas, como ainda nomearem a melhor letra, a melhor interpretação e o melhor instrumental.

Sendo assim, a melhor letra foi para o clã de Memória (Leiria) através do poema “Homem novo no olhar”. A melhor interpretação foi para o clã de Famões (Odivelas) e o melhor instrumental para o clã de Bairro (Braga).

Decidiu o júri, após demorada reflexão, atribuir ao clã 19 de Ronfe (Guimarães) o 3º lugar para a melhor canção e para o clã de Bonfim (Porto) o 2º lugar.

O júri considerou como melhor canção apresentada nesta edição do Fescut a canção “Na paz encontro o amor” composta pelo clã de Bairro (Braga), cabendo-lhe, portanto a ele a organização da próxima edição.

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Após a divulgação da decisão do júri, um representante de cada um dos grupos subiu ao palco para receber uma placa comemorativa deste Fescut arouquense.

Seguiu-se a apresentação da “mana Rute”, o vídeo escolhido pelo júri da edição anterior do Fescut e que foi realizado pelos escuteiros de Arouca, tendo como cenário diversos espaços do Convento de Arouca.

Os apoios

A organização deste FESCUT16 teve o apoio, não só da Camara Municipal de Arouca, como também da Escola Secundária de Arouca e do respectivo restaurante pedagógico e ainda das Juntas de freguesia de Arouca-Burgo, Rossas e Urrô, bem como de diversas empresas e instituições arouquenses.

Estando presente no Festival a Vice-presidente da Câmara Municipal de Arouca, Drª Margarida Belém, congratulou-se pelo facto de Arouca ter acolhido tantos caminheiros vindos de todo o País e salientou a qualidade extraordinária do espetáculo que este evento a todos proporcionou com a sua grande alegria, salutar convívio e enorme criatividade.

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Por sua vez, o Chefe nacional, Norberto Correia, exprimiu a sua convicção de que o escutismo continua a ocupar uma missão importante na sociedade que cada vez mais precisa de líderes que orientem as suas vidas e as suas acções por valores alicerçados na metodologia escutista.

Coube ao Chefe do clã local, António Almeida congratular-se pela organização deste FESCUT em Arouca e agradecer todos os apoios recebidos para a sua concretização.

O encerramento do FESCUT16 teve lugar, no dia seguinte, com a Eucaristia dominical realizada na Igreja conventual e animada musicalmente pelo coro do clã organizador.

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No final da Eucaristia foi entregue o “Prémio responsabilidade” pelo grupo de Arouca ao clã de Bairro (Braga) a quem competirá a organização da próxima edição do Fescut17.

A mensagem

Embora o ritmo, a música, a voz e o instrumental fossem objecto de avaliação, por parte do júri, a verdade é que a mensagem transmitida através dos poemas musicados foi também um elemento enriquecedor deste FESCUT e que lhe conferiu uma importante mais-valia.

Inspirados no tema “Atreve-te a ser(vir)” cada uma das canções procurou transmitir a sua própria mensagem que eram, na maior parte delas muito apelativas e desafiantes:

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“Larga tudo o que te prende o coração, salta p’ró mundo sem medo……atreve-te a ser e a servir” (Rossas – Hino).

“Atreve-te a ser homem novo. Vem e atreve-te a servir” foi o “desafio” do clã da Areosa.

Por sua vez, o clã de Bairro (Braga) no “desejo de ter novo rumo” acredita que “a paz não é um sonho, é apenas….uma forma de amar”.

Os caminheiros de Bodiosa (Viseu) sempre “prontos a servir” cantaram que, “neste mundo diferente serei um mensageiro de paz para toda a gente”.

Quanto ao clã do Bonfim (Porto) este “arrisca a ser feliz” e convida: “aceita ser e fazer o que diz o coração”.

De Famões (Odivelas) vem a certeza de que “ser Homem-Novo é a escolha certa”. Por isso, “vem, atreve-te a servir!”.

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De Matosinhos vem a convicção de que  tu “és capaz de levar um pouco mais de paz e amor”, por isso “tu tens o poder de ser feliz”.

Do clã de Memória (Leiria) vem o apelo: ”não deixes de servir e amar, não deixes de viver”. E para que isso seja possível, o clã de Mindelo convida: “vive com atitude e um sorriso….escolhe o teu destino, não lhe vires as costas”.

Finalmente, de Ronfe (Guimarães) vem o apelo final: “atreve-te a servir! Atreve-te a ser Homem-Novo!” E para essa caminhada ao encontro do homem novo, “leva o essencial dentro do teu coração: pão, água e palavra, amor e emoção”.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº426 de 21 de outubro de 2016

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