SONS DA PRAÇA 100% EM PORTUGUÊS

por jcerca em 5 de Agosto de 2017

A 6ª edição de os “Sons da Praça” foi mais um extraordinário sucesso que evidenciou, uma vez mais, três grandes verdades:

A primeira tem a ver com a excelente qualidade da Banda Musical de Arouca que, tal como em anos anteriores, acompanhou brilhantemente os diversos artistas que passaram pelo palco, ao longo destas seis edições. A edição deste ano comprovou – e bem – o nível artístico com que esta centenária banda nos brindou.

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A segunda verdade, uma vez mais comprovada, refere-se à magnífica moldura humana que se reuniu neste emblemático espaço, cuja requalificação, despertou, na altura, alguma polémica, aliás compreensível, face à ousadia do projecto que foi pensado para esta zona histórica, mesmo à sombra do seu melhor ex-libris. Na verdade, seis anos depois, tal polémica já não alimentará muitos saudosistas da versão anterior desta praça, e a prova está no facto de ser completamente impossível nela congregar a moldura humana que esta 6ªedição, bem como as anteriores, o têm conseguido. E mesmo o polémico fontanário terá ficado contente, com a sua deslocação, pois assim até acabou por se tornar permanente figurante em todos os espectáculos que aí decorram.

A terceira nota tem a ver com uma louvável realidade que apenas terá acontecido nesta 6ª edição. Refiro-me ao facto de os “Sons da Praça” deste ano terem acontecido 100% em Língua portuguesa, desde os artistas convidados, aos poetas escolhidos e às melodias interpretadas. Tudo em bom Português!

Uma nota final, esta não apenas portuguesa, mas sobretudo bem arouquense, tem a ver com a interpretação do “Hino de Arouca” a fechar esta edição dos “Sons da Praça”. Foi, certamente, um belo momento visual e auditivo, ver toda aquela moldura humana, de pé, cantando esta bela melodia que identifica parte das potencialidades  e belezas de Arouca em qualquer parte do mundo em que seja ouvida.

No final do espectáculo, o Presidente da Câmara, Eng.Artur Neves subiu ao palco, juntamente com todos os artistas intervenientes nesta edição (Paulo de Carvalho, Ana Laíns, Joana Amendoeira e Maria Ana Bobone) e congratulou-se pelo elevado nível que estes artistas, brilhantemente acompanhados pela Banda Musical de Arouca, ofereceram ao numeroso público ali presente.

José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº449 de  11 de agosto de 2017

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DIÁLOGOS MUSICAIS NO MOSTEIRO DE AROUCA

por jcerca em 3 de Agosto de 2017

Teve lugar no fim de tarde do dia 30 de julho de 2017, na sala do Capítulo do Mosteiro  de Arouca, um recital para dois violinos, executado pelas violinistas Laura Rickard,  de nacionalidade inglesa e Matilde Loureiro, portuguesa, com raízes familiares em Arouca e de quem partiu a sugestão para este evento.

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Durante uma hora, e num lindo cenário como é a sala do Capítulo, estes dois violinos estabeleceram um belíssimo diálogo musical entre si, deliciando, certamente, todo o público que enchia este emblemático espaço conventual.

Destinado outrora ao diálogo da abadessa com as suas freiras, sobre o andamento da vida daquela comunidade cisterciense, este espaço foi, desta vez, palco de um interessante diálogo musical, conduzido pelas mãos de duas experientes violinistas, premiadas já com diversos troféus em concursos e festivais internacionais.

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Interpretando várias peças de diversos compositores dos sec.XVII, XVIII e XIX, tais como Haydn, Bach; Prokofiev e Bela Bartók, e que foram recebendo algumas breves notas explicativas pela violinista portuguesa, este diálogo musical que se foi desenvolvendo em andamentos, ora suaves e melodiosos, ora agitados e tumultuosos, constituiu um belíssimo momento musical que entusiasmou o vasto público aí presente.

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Até a presença virtual da abadessa, imaginariamente sentada na sua imponente cadeira abacial, não terá ficado indiferente ao belíssimo recital que estes “dois violinos no Mosteiro” ofereceram ao público, num fim de tarde de Domingo, graças à iniciativa da Associação Círculo Cultura e Democracia.

José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº449 de  11 de agosto de 2017

 

 

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A INVASÃO DO MOSTEIRO DE AROUCA

por jcerca em 24 de Julho de 2017

Durante 3 dias a Vila de Arouca e, de uma maneira especial, o seu Convento, foi  literalmente invadido por visitantes que aí acorreram para conhecerem a “História de um Mosteiro” que esta Recriação Histórica de 2017 lhes proporcionou.

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Efetivamente, de 21 a 23 de julho, as portas do Mosteiro estiveram totalmente escancaradas aos seus visitantes com os diversos espaços conventuais animados por dezenas de figurantes que pretenderam evocar, de alguma maneira, a vida desta comunidade cisterciense em princípios do sec.XIX.

Criadas a limpar, freiras a rezar, noviças a trabalhar na cozinha, na sala da cera, na rouparia, na sala de aprendizagem, na botica, ou no celeiro; freiras reunidas em Capítulo para discussão dos problemas surgidos na comunidade, ou para aplicar as admoestações a quem prevaricasse contra a regra foram algumas das cenas recriadas, durante estes dias, dentro dos espaços conventuais.
Diversas cenas nos locutórios, na enfermaria, na roda dos expostos e na Casa do despacho da Abadessa diversificaram e animaram a recriação da vida conventual.

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A eleição da nova abadessa, bem como a ceia do encerramento dos festejos da beatificação, para a qual foram convidados ilustres personalidades, enriqueceram também toda esta recriação histórica.

Mas não foram só os espaços conventuais que foram animados com diversas cenas da vida quotidiana daquela comunidade cisterciense.

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Cá fora, quer no terreiro, frente à casa dos padres, quer nas ruas da Vila de Arouca, a animação é enorme e, por entre centenas de visitantes, misturam-se nobres e fidalgos, com gente humilde, pobres e mendigos.

A prisão de Frei Simão, figura liberal da guerra civil entre miguelistas e liberais, bem como a sua deportação para Lamego, foi uma das cenas que mais animaram a vida fora do Convento. Por outro lado, a recriação do cortejo da beatificação pelas ruas da vila, com a presença dos tradicionais anjinhos, sem o incómodo acompanhamento dos seus papás, como actualmente acontece, foi também um dos momentos bem conseguidos desta recriação.

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Divertido e muito animado foi ainda o torneio poético em que diversos fidalgos ou estudantes mostraram os seus talentos, através de quadras populares, supostamente improvisadas em animado despique.

Por outro lado, o despique entre bandas musicais contribuiu também para a animação do ambiente exterior, à sombra do Convento de Arouca.

A invasão dos franceses

Estando historicamente comprovado que os franceses não chegaram à Vila de Arouca, embora assim o pretendessem, com mira na riqueza que o Convento albergava, a verdade é que a evocação da luta entre as tropas francesas de Napoleão, em 1908 e as tropas portuguesas, comandadas pelo capitão Luís Paulino, constituiu o ponto mais alto da recriação deste ano, não só pelo brilhantismo da batalha em si, como também pelo medo e pelas consequências que tal ameaça provocou na comunidade das freiras.

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Na verdade, se o aparato da batalha com os vistosos uniformes das tropas em litígio, com o potente estrondo dos canhões e das espingardas a fazerem fogo, e com o espesso fumo que os rodeava, constituiu em belo espectáculo bélico, por outro lado, a fuga das freiras, bem como o seu posterior regresso ao Convento, completaram e enriqueceram muito a edição da recriação histórica deste ano.

A música na recriação

Qualquer recriação histórica não deixa de recorrer à música, nos seus diversos estilos, quer simplesmente para animar a público, quer também para ilustrar a evocação de cenas do passado. Foi o que aconteceu também na edição deste ano em que a música desempenhou um papel importante, não só no espaço exterior ao convento, como também na evocação de algumas cenas da vida conventual.

Há, porém, dentro deste âmbito musical um aspecto que nos parece que poderia e deveria ter merecido um maior cuidado na sua concretização. Trata-se da interpretação da “Messe pour les Couvents”, uma peça para órgão de François Couperin, datada de 1690 e muito usada na França nos sec.XVI e XVII.

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Estando anunciada como um concerto de canto gregoriano e de órgão, esperava-se um pouco mais deste momento musical, não só porque era uma excelente ocasião para o público apreciar, não só a beleza artística e arquitectónica da igreja conventual, traçada pelo arquitecto maltês Carlos Gimac, presente também nesta recriação, como era sobretudo um raro momento para se poder apreciar a extraordinária sonoridade do órgão ibérico datado de 1743. Embora houvesse suficiente tempo entre este anunciado concerto e o próximo evento da recriação histórica (o regresso das freiras) a verdade é que este mini-concerto deixou no público que enchia a igreja conventual um sabor a pouco, pois apenas durou cerca de 15 minutos.

Um outro aspecto que poderia ter sido mais cuidado foi o facto dessa “messe pour les couvents” ter apenas público na igreja, quando seria suposto que o coro baixo (o cadeiral) estivesse também ocupado pelas freiras, já que se tratava de uma recriação histórica.

Da recriação ao rigor histórico

Uma recriação histórica é sempre um espectáculo, uma permanente sessão de teatro, com muitas das cenas a céu aberto e também com alguma improvisação, no entanto há que obedecer também a algum rigor histórico, não só nos factos recriados, como também nas roupas e adereços utilizados na mesma.

A coordenação técnica da edição deste ano, tal como os ensaios e a encenação foram diferentes das edições anteriores, bem como a coordenação científica que este ano esteve a cargo do Prof. Afonso Veiga e cuja supervisão dos textos nos garantiu algum rigor histórico.

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De uma maneira geral, a coordenação entre as diversas cenas e o cumprimento dos horários previamente estipulados, pareceu-nos bem conseguida.

Por outro lado, foi pena que não tivesse sido usado o espaço próprio da “Casa da Cera” e se tenha optado por improvisar um outro num exíguo corredor de passagem, mesmo ao lado do espaço original, onde funciona actualmente o salão paroquial.

Um outro aspecto que nos parece ter sido melhorado foi o recurso a amplificação sonora em determinadas cenas que, em anos anteriores, perdiam muito do seu efeito por deficiente audição, como era o caso das cenas nos locutórios ou na sala do Capítulo.

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Para terminar este apontamento, uma palavra de louvor a todos os numerosos figurantes que, durante três dias, e após muitas horas de ensaio prévio, contribuíram para o brilho de mais uma edição desta recriação histórica, a qual, pelo elevado número de visitantes que atraiu a Arouca, começará a fazer forte concorrência com a Feira das Colheitas.

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É, por isso mesmo, e pela ocasião que Arouca tem de mostrar a todos os que a visitam, de uma maneira viva e animada, a riqueza do seu melhor ex-libris, um evento a apostar fortemente pela autarquia, seja ela dirigida por quem quer que seja.

O nosso Mosteiro precisa dessa aposta e o orgulho dos arouquenses merece-o.

José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº448 de  28 de julho de 2017

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CONVENTO DE AROUCA REÚNE “NOTAS SOLTAS”

por jcerca em 17 de Julho de 2017

Organizado pela Associação Malong, com o apoio da Câmara Municipal de Arouca, realizou-se no dia 15 de julho de 2017, no magnífico espaço da igreja conventual de Arouca, um concerto vocal interpretado pelas 16 vozes (10 femininas e 6 masculinas) do Ensemble “Notas Soltas”, sob a direcção do seu maestro Pedro Sousa.

Trata-se de um grupo vocal de Câmara do Conservatório de Música da Maia  criado em 2009 e que, desde então, tem realizado vários concertos em diversas salas dentro e fora do país, tendo-lhe já sido atribuído algumas distinções internacionais.

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Apresentado por Olga Noronha da Malong o Grupo interpretou 16 temas musicais, sendo a primeira parte do programa constituída por 9 trechos de temática religiosa e a segunda parte por temas contemporâneos de música ligeira e popular, bem como de alguns espirituais.

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Reunidas num lindo cenário barroco que a igreja do Mosteiro de Arouca oferece, estas 16 “notas soltas” ofereceram ao público presente um excelente momento de arte e de harmonia vocal, revestido também de alguma espiritualidade que os temas sacros da primeira parte lhe conferiram.

Sendo este o 3º evento promovido em Arouca pela Malong, Olga Noronha aproveitou a ocasião para informar que o próximo evento será constituído pela 9º edição dos “Sons da Água” a ter lugar na aldeia da Paradinha, no dia 26 de Agosto próximo.

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No final do concerto, cada uma destas “notas soltas” foi adornada com uma clave de rosas vermelhas.

José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº448 de  28 de julho de 2017

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Com um programa que foi sendo gerido e adaptado às circunstâncias locais e temporais, realizou-se, no dia 8 de julho, em Mogofores, mais um encontro de antigos alunos que passaram, não só por esta casa salesiana, como também pelas casas de formação de Arouca e Manique.

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Depois do abraço do reencontro no pátio do Colégio, mesmo à sombra da branca torre do Santuário de Maria Auxiliadora, foi neste mesmo belo santuário, de tão gratas recordações para todos os presentes, que fomos acolhidos com o “Bom dia” e as palavras de saudação do Diretor desta comunidade que tão bem nos acolheu, o Pe. Aníbal Afonso que, dentro do grupo que recebeu encontrou não apenas seus antigos alunos, como também seus antigos professores, fazendo parte, quer uns, quer outros, desta grande família Salesiana.

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Depois de entoado o Hino a Maria Auxiliadora, seguiu-se a apresentação de um tema de reflexão pelo Delegado Nacional da Família Salesiana, o Pe. Joaquim Taveira.
Depois de recordar que fazemos todos parte de uma grande família e que  viemos ali , não só para conviver ou ficarmos retidos no saudosismo do passado, o Pe. Taveira referiu a necessidade  de reestruturação do Movimento dos Antigos Alunos salesianos, de modo a fazer dele uma força interveniente na sociedade, levando, com a alegria e o carisma de D.Bosco, Jesus Cristo ao mundo de hoje, fazendo deste movimento massa e fermento na sociedade em que vivemos.

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A Eucaristia

Inicialmente prevista para encerrar este encontro, a Eucaristia em honra de Maria Auxiliadora, foi deslocada, e bem, para o meio-dia, tornando-se assim, não apenas dentro do programa, mas de facto, o momento central deste 9ºencontro.

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O cuidado na preparação litúrgica e a animação musical vieram trazer a esta Eucaristia um grande brilho, que surpreendeu até os próprios celebrantes, graças à direcção do maestro Jorge de Amim e ao acompanhamento do organista Fernando Taveira que conseguiram fazer de toda a assembleia um bem participado coro o que contribuiu também para fazer daquele momento celebrativo o ponto mais alto daquele dia.

Evocação dos salesianos falecidos

No momento do Ofertório foi levado ao altar uma palma de flores, através da qual foi prestado tributo de saudade e gratidão a muitos salesianos e alguns colegas que já partiram para o Pai e cujos nomes, cerca de 70, foram evocados no momento próprio da Eucaristia.

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O último nome a ser recordado foi o do sr. José dos Santos, mais conhecido por José de Semide, figura típica que marcou várias décadas de alunos que passaram por esta casa e cujo corpo acabara de ser sepultado, na véspera, no cemitério da Paróquia de Mogofores, depois de ter falecido em Manique com 86 anos de idade.

Embora nunca tendo professado, o  sr. Zé de Semide, ganhou o estatuto, na vida e na morte, de um autentico salesiano pela maneira como viveu a sua vida, também ela bem marcada pelo espírito de D.Bosco e de Maria Auxiliadora, de quem era grande devoto.

Gesto de solidariedade

Durante a Eucaristia foi lembrada também a tragédia humana e patrimonial que atingiu recentemente populações do centro do país, tendo sido feito o apelo à nossa solidariedade com as suas vítimas, no momento do Ofertório. Com autorização do Diretor desta comunidade, o produto das ofertas recolhidas, que totalizou 438.44€, foi depositado na conta pública da CGD, destinada a esse fim.

Momento cultural e artístico

Após a Eucaristia e feita a foto de grupo, diante da fachada do Santuário mariano, seguiu-se o almoço-convívio no refeitório do Colégio Salesiano.

A tarde foi passada no pavilhão do Colégio onde foram apresentados diversos momentos artísticos, num ambiente de grande alegria e muita descontracção.

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Um desses momentos, divertido e ao mesmo tempo rico de conteúdo, foi a saudação a todos os presentes, feita pelo Pe. João Bosco que encarnou na pessoa do “sr. Regedor”, vestido de batina e com uma improvisada cabeleira, a substituir o tradicional barrete italiano.

O discurso, num italiano  “quasi perfetto”, que o Hermínio Machado a todos dirigiu, no seu divertido estilo, mas ao mesmo tempo imbuído de um genuíno espírito salesiano, constitui também um ponto alto neste momento cultural que só não se prolongou mais, por falta de tempo.

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Mesmo assim, ainda se encontrou algum tempo para serem encontradas algumas medidas que possam garantir e reforçar a sobrevivência deste grupo, graças à constituição de uma equipa directiva aí encontrada mesmo no final do encontro.

Incidente cadeiral

O momento cultural e artístico foi, por repetidas vezes, interrompido por imprevistas quedas de um ou outro elemento do público.

Efectivamente, no decorrer do espectáculo, aconteceu que um ou outro espectador ficava, inesperadamente, de pernas para o ar, enquanto a sua cadeira ficava com as suas pernas escaqueiradas, fazendo os estilhaços das mesmas lembrar o estralejar de pequenas bombas de carnaval.

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E só não foram mais porque, perante tão frequentes incidentes, o “engenho e a arte” de alguns decidiu reforçar a fragilidade dos próprios assentos, empilhando uma ou mais cadeiras na mesma, travando assim o deflagrar de mais estilhaços cadeirais e impedindo, desse modo, o avanço de tamanho abate no mobiliário da casa.

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Mesmo assim, foram oito, oito, meus senhores, os incidentes ocorridos no decorrer do momento cultural. Felizmente que tais incidentes, que até poderiam ser trágicos, só se ficaram no lado cómico, pelas caricatas situações criadas com estas cadeiras à prova….de peso.

Afinal, trágica, trágica, só a cadeira de Salazar!…

José Cerca

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