FAMILIA SALESIANA DE AROUCA FESTEJA D.BOSCO

por jcerca em 31 de Janeiro de 2010

Foi a 31 de Janeiro de 1888 que em Itália (Turim) falecia um dos grandes educadores do sec.XIX, o Pe. João Bosco que, poucos anos depois, viria a ser canonizado pela Igreja como S.João Bosco e mais tarde seria apelidado  “Apóstolo da Juventude” dada a grande obra que deixou para a educação dos jovens pobres e abandonados e que hoje se encontra em 128 países, espalhados pelos cinco continentes.

 Movimento Juvenil Salesiano assume compromisso

Arouca também acolheu, durante 22 anos, a Obra Salesiana e são ainda muitos os arouquenses que evocam com saudade essa presença em terras de Santa Mafalda.

Apesar dos Salesianos terem saído de Arouca há 28 anos, a verdade é que o espírito de D.Bosco continua presente, nomeadamente através do Centro Juvenil Salesiano e da Associação dos Salesianos Cooperadores.

Sendo 31 de Janeiro o dia em que a Igreja Católica evoca a memória deste santo e tendo este ano caído ao Domingo, quis a Família Salesiana de Arouca festejar a memória do seu  fundador no próprio dia que liturgicamente lhe é dedicado.

Contando com a presença do delegado nacional da Pastoral Juvenil Salesiana, Pe. Aníbal Mendonça, a celebração festiva iniciou-se com uma homenagem junto do busto de D.Bosco, no parque municipal.

Seguiu-se a celebração da Eucaristia animada pelo grupo coral do MJS  e durante a qual cerca de 80  adolescentes que integram o grupo dos ADS/CLUBEBOSCO fizeram  o seu compromisso e receberam a imposição dos respectivos lenços.

Após a Eucaristia seguiu-se um almoço-convívio na Escola Secundária de Arouca para toda a Família Salesiana.

Integrado ainda na festa a D.Bosco, teve lugar no Sábado, dia 30 a abertura da Escola de Ténis do Centro Juvenil Salesiano, no Complexo Desportivo de Arouca com a participação de 25 atletas.

Refira-se ainda que a festa foi precedida de vários encontros de formação dos diversos grupos que receberam os lenços do MJS.

 MJS – Escola de formação

 O Movimento Juvenil Salesiano, através dos seus grupos ADS (crianças e adolescentes) e ClubeBosco (jovens) pretende ser, à imitação de muitos outros movimentos juvenis, formados sob a influência da Igreja Católica, uma maneira de evangelização dos jovens, cada vez mais necessitados de actividades formativas que dêem sentido às suas vidas e de modelos que lhes sirvam de exemplo a seguir.

Seguindo a pedagogia de D.Bosco, as actividades desportivas, culturais e recreativas que o Centro Juvenil vai organizando com as camadas mais jovens, só terão sentido, salesianamente falando, se forem meios de formação juvenil e se forem completadas com actividades formativas que o MJS integra através dos grupos ADS/CLUBEBOSCO.

Nesse sentido, a quantidade de adolescentes e jovens que abrilhantaram a festa de D.Bosco e que fizeram o seu compromisso perante a comunidade paroquial, são uma esperança de que, com o apoio e orientação dos seus animadores, estes grupos se transformem numa força “alegre, dinâmica  e serviçal” na comunidade em que se inserem.

José Cerca

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LIXEIRAS & LIXEIRAS, Ldª

por jcerca em 30 de Janeiro de 2010

A exemplo do que surgiu o ano passado na Estónia e que teve enorme sucesso, quer pelo elevado número de pessoas mobilizadas, quer pela quantidade de lixo recolhido apenas num dia, surgiu também em Portugal o Movimento LIMPAR PORTUGAL ao qual já aderiram vários milhares de pessoas, através do seu registo numa plataforma criada para o efeito na Internet: http://limparportugal.ning.com/

Este projecto ao qual o Concelho de Arouca já aderiu, através do Grupo ARC, criado por Jorge Amorim, pretende remover as inúmeras lixeiras depositadas nas nossas florestas e ao longo das estradas e caminhos do Concelho de Arouca, no próximo dia 20 de Março.

Levantamento das lixeiras

Uma das tarefas prioritárias de preparação para a acção colectiva de limpeza no dia L será fazer-se o levantamento e a localização das lixeiras em cada uma das freguesias.

Algumas dessas lixeiras já estão inventariadas e registadas no internet, graças ao trabalho do coordenador do Grupo Arouca, Jorge Amorim.

Para quem julgava que Arouca era um concelho sem lixeiras, desengane-se.

De facto basta dar uma visita virtual às lixeiras já registadas na internet, numa aplicação criada para esse efeito, para  se ficar chocado com a quantidade e diversidade de lixo espalhado pelas florestas e ao longo das estradas do nosso Concelho de Arouca.

É grave o que está a acontecer com estes atentados ao ambiente e os responsáveis por este sector não podem ficar de braços cruzados face a estes crimes ambientais.

É louvável o trabalho do Coordenador do Grupo Arouca, mas este levantamento e esta denúncia têm que ser alargados a todas as freguesias e os Presidentes de Junta e as Associações de cada uma delas deverão empenhar-se a sério neste levantamento e identificação das suas lixeiras. A autarquia, através do seu pelouro do ambiente, já manifestou o seu indispensável apoio a este projecto.Só assim o trabalho do dia 20 de Março poderá ter algum sucesso a bem do ambiente.

Visita às lixeiras

Como ilustração e ao mesmo tempo como sensibilização e denúncia para o problema ambiental que a todos diz respeito, deixo aqui o acesso para algumas das lixeiras já registadas. Muitas outras haverá, infelizmente, para ainda serem registadas. Para tal se conta com a boa vontade de quem queira colaborar nesta acção a favor do ambiente, de modo a tornar Arouca mais limpa.

NB. Ao entrar na aplicação onde estão registadas as lixeiras deverá clicar na foto para ser vista em tamanho maior.

Arouca 1  –  Vila
Arouca 2 -  Vila
Escariz 1
Escariz 2
Santa Eulália 1
Santa Eulália 2
Urrô
Viveiros da Granja
Mansores 1
Mansores 2
Mansores 3
Mansores 4
Mansores 5

Mansores 6
Mansores 7

LIMPAR PORTUGAL – LIMPAR AROUCA – DIA 20 DE MARÇO
Colabore na identificação de lixeiras na freguesia onde reside.

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A força dos lobbigays

por jcerca em 29 de Janeiro de 2010

Sem pretender minimamente ter  a imaginação criativa e, por vezes, divertida, que o escritor moçambicano, Mia Couto, tem na invenção de novos vocábulos, presentes em quase todas as suas obras, atrevo-me a usar  esta palavra “lobbigays”. Não é que ela seja bonita nem divertida, mas poderá exprimir uma força escondida, mas bem presente, sobretudo nos meios de comunicação social.

É por demais evidente aos olhos de toda a gente , que, sob a capa da tolerância e da liberdade, a força do lobbi gay se implantou nos principais órgãos de comunicação social portugueses, impondo à opinião pública uma realidade que, nem de longe, nem de perto, tem a proporção ou a importância que falsamente se lhe pretende dar, através da ampliação que certos média lhe pretendem  conferir.

É a insistente presença de notícias, algumas delas até encenadas, sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Foi a desproporcionada, para não dizer despropositada, transmissão em directo da Assembleia da República, quando o Parlamento debateu o projecto de lei sobre o “casamento” homossexual.

É a infiltração no mundo da blogosfera de comentadores gays, ou pelo menos, de  defensores desta “modernidade”, muitas vezes os mesmos, em diferentes espaços virtuais, e quase sempre com os mesmos estafados argumentos.

Foi a divulgação, dias antes do debate parlamentar, de um parecer do Colégio  de Psiquiatria da Ordem dos Médicos sustentando que não há qualquer tratamento para a homossexualidade.

Foi a publicação, em nome da liberdade de expressão, mas que não deixa de ser provocatória, do polémico calendário com obras de arte sacra, especialmente aparições da Virgem Maria, interpretadas por transexuais.

Foi a alteração, logo a seguir ao debate parlamentar sobre o projecto de lei do casamento homossexual, da definição do vocábulo “Casamento” em dicionários on line, retirando-lhe a expressão de “sexo diferente” que sempre esteve incluída na definição milenar de casamento.

Foi a introdução de produtos para lésbicas e gays em Exposições de noivos, logo a seguir à aprovação do “casamento” homossexual, como se para tal houvesse um grande universo de potenciais clientes.

Foi a abertura a “casais” homossexuais na tradicional cerimónia dos casamentos de Santo António, numa atitude de irreverência desvirtuante de tão antiga e popular cerimónia.

E é, ainda a recentemente anunciada publicidade sobre a utilização de preservativos nas relações entre pessoas do mesmo sexo, a ser transmitida em diversos canais, desde a televisão à rádio, desde a imprensa aos terminais Multi Banco.

E não me digam que tudo isto é pura coincidência!

Há, sem dúvida, toda uma orquestração de bastidores, na escolha dos momentos oportunos e faseados, para o lançamento de informação sobre tais temas fracturantes, como se se tratasse de um problema de grande relevância na sociedade portuguesa, como se pretende insinuar na opinião pública.

A isto chama-se  a força dos lobbigays.

José Cerca

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Escola Electrão

por jcerca em 13 de Janeiro de 2010

Um dos tipos de resíduos com o maior crescimento na União Europeia são os resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE). Calcula-se que cada cidadão europeu produza uma média de  14 quilogramas de REEE por ano, segundo dados da Comissão Europeia.

A bem do ambiente, liberte-se deles, imediatamente!

Muitos desses resíduos contêm substâncias perigosas para o ambiente e para a saúde como por exemplo o arsénio, o chumbo, o cádmio, o crómio, o mercúrio,  entre outros.

Face a estes perigos, a Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (Amb3E), em colaboração com o Ministério da Educação, promoveu, desde o ano passado, o Projecto Escola-Electrão que pretende sensibilizar e envolver professores, alunos, funcionários, pais e a comunidade em geral, para o correcto encaminhamento dos Resíduos Eléctricos e Electrónicos (REEE).

Este projecto  destina-se a todos os alunos do 2º ciclo e 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário envolvendo-os mesmo num concurso inter-escolas.

Inscreveram-se neste Projecto 603 escolas de todo o País. Do distrito de Aveiro participam 42  escolas, entre as quais as Escola Básicas do 2º e 3º ciclo de Arouca e de Escariz.

A recolha dos equipamentos REEE

As escolas envolvidas neste projecto recolherão, através dos seus alunos, todo o tipo de equipamento eléctrico e electrónico, habilitando-se mesmo a ganharem prémios de acordo com os quilos recolhidos.

Para as escolas aderentes do Concelho de Arouca a recolha dos equipamentos decorrerá de 20 de Janeiro a 9 de Fevereiro (Escola de Escariz) e 21 de Janeiro a 10 de Fevereiro (Escola E.B.2,3 de Arouca).

Em cada uma das escolas aderentes foi criado o Dia Electrão que consiste na visita do Ponto Electrão Metálico às escolas aderentes, permitindo assim o contacto da comunidade escolar com este contentor criado pela Amb3E e especialmente concebido para receber REEE de pequena e média dimensão. Para a Escola E.B.2.3 de Arouca o Dia electrão será no dia 5 de Fevereiro.

A Câmara Municipal de Arouca, através do seu pelouro do Ambiente, apoiará esta recolha e dar-lhe-á continuidade, mesmo após terminada esta campanha escolar.

Durante todo o período da recolha, quem possuir em casa equipamentos eléctricos e electrónicos para reciclar deverá fazê-los chegar, pessoalmente, ou através dos alunos, a uma das escolas aderentes a este Projecto.

A bem do ambiente, liberte-se deles, imediatamente!

José Cerca

Publicado no Quinzenário “Jornal de Arouca” nº756  de 15 de Janeiro de 2010
Publicado no Semanário “Discurso Directo” nº89  de 15 de Janeiro de 2010

 

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“Casamento” gay

por jcerca em 12 de Janeiro de 2010

Sobre o tão mediatizado caso dos “casamentos” gay que tanta euforia bacoca provocou em certos sectores da alguma esquerda portuguesa, não resisto a transcrever aqui, com a devida vénia, um artigo escrito por João Pereira Coutinho no  Expresso.

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Uma agressão somente à religião Católica?

Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma religião)

Uma agressão somente à Civilização Ocidental?

Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma civilização)

Uma agressão somente à humanidade?

Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhum grupo de humanos)

Uma agressão à Natureza?

Certamente não há no Reino Animal situações de acasalamento entre indivíduos do mesmo sexo.

Casamento “gay”

Abomino histerias; E o casamento “gay” é histeria.

Segundo dizem, recusar o casamento a pessoas do mesmo sexo é uma “discriminação”. As pessoas dizem a palavra – “discriminação” – e esperam que eu me comova.

Não me comovo. Claro que é uma discriminação…E daí?

Todos os dias, a todas as horas, sobre as mais variadas personagens, a sociedade exerce as suas “discriminações”.

Se, por mera hipótese, eu pretendesse casar com duas mulheres, estaria impedido pela força da lei. Não será isto uma “discriminação”?

Por que motivo o Estado impede que três adultos que se amam possam construir uma família em conjunto?

Arrisco hipótese: Porque a sociedade estabeleceu os seus códigos de conduta, os seus símbolos, as suas “instituições”. São estes códigos, estes símbolos, estas “instituições” que sustentam a vida em sociedade e não vale a pena questioná-los por cálculo racionalista. Acabamos por chegar a conclusões francamente lunáticas.

Se o casamento passasse a ser um mero contrato baseado no afecto (a visão sentimental da tribo), não haveria nenhuma razão substancial para impedir todas as formas possíveis de casamento: entre pais e filhos; entre irmãos; entre duas mulheres e um homem; entre uma mulher e vários homens; etc.

É justo que duas pessoas do mesmo sexo que partilham uma vida em comum possam assegurar certos direitos sucessórios ou fiscais.

Não é justo desmontar o casamento tradicional para acomodar o capricho de uns quantos. Pior: o gesto apenas abriria uma nova forma de “discriminação” sobre todos os outros – pais e filhos; irmãos; duas mulheres e um homem; uma mulher e vários homens – que são deixados injustamente à porta do matrimónio.

Tenham juízo e, já agora, portem-se como homenzinhos.

Por João Pereira Coutinho – in Expresso

Quinta-feira, Dezembro 31, 2009

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