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	<title>Comentários em: O espectáculo mediático da pequena Esmeralda</title>
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	<description>Ver, Ouvir e Ler os sinais de um mundo em permanente mudança.</description>
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		<title>Por: simone aguar açores s.miguel</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2008/04/04/o-espectaculo-mediatico-da-pequena-esmeralda/comment-page-1/#comment-1443</link>
		<dc:creator>simone aguar açores s.miguel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 14:50:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[deskulpan la mas essa nao kola afinal kem foi k deu a filha  para adopçao]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>deskulpan la mas essa nao kola afinal kem foi k deu a filha  para adopçao</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Odete Pinho</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2008/04/04/o-espectaculo-mediatico-da-pequena-esmeralda/comment-page-1/#comment-672</link>
		<dc:creator>Odete Pinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 01:21:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aos apoiantes de Baltasar queria perguntar:
Onde estava quando a mãe ficou grávida e lhe foi pedir apoio?
E se abortasse estava ele tão pouco importado?E o que estariamos aqui a &quot;discutir&quot;.
Foi mais ou menos com um ano que reconheceu a paternidade ,averiguaçao que lhe foi imposta pelo tribunal,então se o casal nao tivesse tratado da menina onde poderia estar neste momento?
Será que existia? e em que circunstâncias?
Afinal o que este casal lhe deu foi alimento para o corpo e para a alma.
Quando o pai apareceu para levá-la,não devia antes aparecer para lhes agradecer e gradualmente ir conquistando o amor da filha?
Quanto ao casal(que apenas não cumpriu uma formalidade)não se portou apenas como alguem que guarda uma&quot; coisa preciosa&quot; que considera lhe pertence e lhe querem tirar?
&quot;Parir é dor e criar é amor&quot;
 E quanto a isto sei bem do que estou a falar
 Que pena estarem todos a impedir a menina de ser feliz
 Respeitosos cumprimentos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aos apoiantes de Baltasar queria perguntar:<br />
Onde estava quando a mãe ficou grávida e lhe foi pedir apoio?<br />
E se abortasse estava ele tão pouco importado?E o que estariamos aqui a &#8220;discutir&#8221;.<br />
Foi mais ou menos com um ano que reconheceu a paternidade ,averiguaçao que lhe foi imposta pelo tribunal,então se o casal nao tivesse tratado da menina onde poderia estar neste momento?<br />
Será que existia? e em que circunstâncias?<br />
Afinal o que este casal lhe deu foi alimento para o corpo e para a alma.<br />
Quando o pai apareceu para levá-la,não devia antes aparecer para lhes agradecer e gradualmente ir conquistando o amor da filha?<br />
Quanto ao casal(que apenas não cumpriu uma formalidade)não se portou apenas como alguem que guarda uma&#8221; coisa preciosa&#8221; que considera lhe pertence e lhe querem tirar?<br />
&#8220;Parir é dor e criar é amor&#8221;<br />
 E quanto a isto sei bem do que estou a falar<br />
 Que pena estarem todos a impedir a menina de ser feliz<br />
 Respeitosos cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joao emanuel sousa</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2008/04/04/o-espectaculo-mediatico-da-pequena-esmeralda/comment-page-1/#comment-666</link>
		<dc:creator>joao emanuel sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 15:38:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Também sinto-me revoltado com este mediatismo em volta do caso da pequena Esmeralda. Um mediatismo que não trouxe nada de bom para a criança e o futuro dirá.
Leio atentamente este blogue e fico ciente de que há gente a dizer o que pensa da porcaria deste pobre país.
Quero deixar um abraço ao carlos castro (julgo que é o jornalista) pelas suas posições sérias sobre Esmeralda.
A justiça no nosso país está negra. Quem traz a nova luz?
cumprimentos afectuosos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também sinto-me revoltado com este mediatismo em volta do caso da pequena Esmeralda. Um mediatismo que não trouxe nada de bom para a criança e o futuro dirá.<br />
Leio atentamente este blogue e fico ciente de que há gente a dizer o que pensa da porcaria deste pobre país.<br />
Quero deixar um abraço ao carlos castro (julgo que é o jornalista) pelas suas posições sérias sobre Esmeralda.<br />
A justiça no nosso país está negra. Quem traz a nova luz?<br />
cumprimentos afectuosos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carlos castro</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2008/04/04/o-espectaculo-mediatico-da-pequena-esmeralda/comment-page-1/#comment-661</link>
		<dc:creator>carlos castro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 22:03:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De todas as opiniões que li, deste caso tão triste pela forma como foi conduzido (não estou de lado de ninguém, apenas da salvaguarda da pequenita) deixo um abraço a todos os que (ainda) sabem da vida e do mundo das crianças. Não, não é preciso um outro Rei Salomão para salvar a Esmeralda da (in)justiça dos homens. Dos que ditam leis, dos que se batem por causas que nunca sabemos quais os seus critérios pessoais.
Acredito sim, quando ela chegar a uma idade adulta, possa acreditar no seu futuro, se possível dar uma bofetada de luva branca a tanto indigente.
Nunca me senti tão magoado com este mediatismo e esta luta titânica em volta de uma miúda de seis anos de idade!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De todas as opiniões que li, deste caso tão triste pela forma como foi conduzido (não estou de lado de ninguém, apenas da salvaguarda da pequenita) deixo um abraço a todos os que (ainda) sabem da vida e do mundo das crianças. Não, não é preciso um outro Rei Salomão para salvar a Esmeralda da (in)justiça dos homens. Dos que ditam leis, dos que se batem por causas que nunca sabemos quais os seus critérios pessoais.<br />
Acredito sim, quando ela chegar a uma idade adulta, possa acreditar no seu futuro, se possível dar uma bofetada de luva branca a tanto indigente.<br />
Nunca me senti tão magoado com este mediatismo e esta luta titânica em volta de uma miúda de seis anos de idade!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lurdes Morgado</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2008/04/04/o-espectaculo-mediatico-da-pequena-esmeralda/comment-page-1/#comment-637</link>
		<dc:creator>Lurdes Morgado</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 01:57:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Resposta a Anónimo:
Impunha-se o seu esclarecimento sobre este caso. 
Dado o reacender do mesmo, permita-me sugerir-lhe, também, o seguinte exercício:

Coloque-se no lugar da pequena Esmeralda e imagine-se com quase 7 anos de idade a ser retirado, á força, do seu contexto familiar, onde vivia com os seus pais e a ser colocado num outro contexto, onde existem outro pai e outra mãe, que não são por si reconhecidos como tal... 
- aflitivo..., terrivel..., não?

Para além de quem tem razão (pai biológico ou pais afectivos) o arrastamento da situação não deixa, neste momento, outra saída que não seja, a justiça permitir que a pequena Esmeralda escolha com quem quer viver.

Se a justiça não se soube impor com a celeridade que em todos estes casos se impõe, agora temos que nos valer do bom senso, tendo em consideração o superior interesse da criança.

É de lamentar realmente que o pai biológico tenha &quot;perdido o barco&quot;, mas perdeu-o e agora resta-lhe (se gostar realmente da filha) contentar-se com as visitas que forem estipuladas e ir tentando conquistá-la com as armas do amor e a Esmeralda certamente, mais tarde, irá reconhecer esse afecto, se ele existir na realidade...

Neste momento urge impor a ordem neste caso. Urge pensar no bem estar da criança e não no dos adultos.

E que tal nos preocuparmos (nomeadamente os tribunais, nos processos de adopção) também (não apenas no Natal, mas ao longo de todo o ano) com aquelas crianças que ao contrário da Esmeralda não têm qualquer pai que as reclame....]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resposta a Anónimo:<br />
Impunha-se o seu esclarecimento sobre este caso.<br />
Dado o reacender do mesmo, permita-me sugerir-lhe, também, o seguinte exercício:</p>
<p>Coloque-se no lugar da pequena Esmeralda e imagine-se com quase 7 anos de idade a ser retirado, á força, do seu contexto familiar, onde vivia com os seus pais e a ser colocado num outro contexto, onde existem outro pai e outra mãe, que não são por si reconhecidos como tal&#8230;<br />
- aflitivo&#8230;, terrivel&#8230;, não?</p>
<p>Para além de quem tem razão (pai biológico ou pais afectivos) o arrastamento da situação não deixa, neste momento, outra saída que não seja, a justiça permitir que a pequena Esmeralda escolha com quem quer viver.</p>
<p>Se a justiça não se soube impor com a celeridade que em todos estes casos se impõe, agora temos que nos valer do bom senso, tendo em consideração o superior interesse da criança.</p>
<p>É de lamentar realmente que o pai biológico tenha &#8220;perdido o barco&#8221;, mas perdeu-o e agora resta-lhe (se gostar realmente da filha) contentar-se com as visitas que forem estipuladas e ir tentando conquistá-la com as armas do amor e a Esmeralda certamente, mais tarde, irá reconhecer esse afecto, se ele existir na realidade&#8230;</p>
<p>Neste momento urge impor a ordem neste caso. Urge pensar no bem estar da criança e não no dos adultos.</p>
<p>E que tal nos preocuparmos (nomeadamente os tribunais, nos processos de adopção) também (não apenas no Natal, mas ao longo de todo o ano) com aquelas crianças que ao contrário da Esmeralda não têm qualquer pai que as reclame&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
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