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	<title>Comentários em: ACORDO ORTOGRÁFICO</title>
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	<description>Ver, Ouvir e Ler os sinais de um mundo em permanente mudança.</description>
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		<title>Por: Elenáro</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2009/01/02/acordo-ortografico/comment-page-1/#comment-2512</link>
		<dc:creator>Elenáro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:30:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pode desconfiar o que quiser Carlos Pinho. O meu empregador não se queixa. O meu currículo fala por ele próprio. 

Mas sobretudo, ao contrário de si, eu consigo usar acentos e pontos finais nos sítios certos. Aliás, eu escrevo português. Agora você, da maneira que escreve, não há acordo que lhe valha.

Cumprimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pode desconfiar o que quiser Carlos Pinho. O meu empregador não se queixa. O meu currículo fala por ele próprio. </p>
<p>Mas sobretudo, ao contrário de si, eu consigo usar acentos e pontos finais nos sítios certos. Aliás, eu escrevo português. Agora você, da maneira que escreve, não há acordo que lhe valha.</p>
<p>Cumprimentos.</p>
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		<title>Por: Carlos Pinho</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2009/01/02/acordo-ortografico/comment-page-1/#comment-2509</link>
		<dc:creator>Carlos Pinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:08:16 +0000</pubDate>
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		<description>Eu tambem desconfio que você è um entendido !!!!!!!!!!!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tambem desconfio que você è um entendido !!!!!!!!!!!!!!</p>
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		<title>Por: Elenáro</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2009/01/02/acordo-ortografico/comment-page-1/#comment-2506</link>
		<dc:creator>Elenáro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:45:51 +0000</pubDate>
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		<description>Mas alguém disse que o interesse foi do Brasil? E quando a essa estatística... Desconfio dela. Aliás, desconfio muito mesmo... Não diz que tipo de falar é que é. Que tipo de fluência. Não diz que línguas. E parecem-me estranhamente baixas. Ou os meus relacionamentos estão todos nos 4.2% ou então as estatísticas estão erradas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas alguém disse que o interesse foi do Brasil? E quando a essa estatística&#8230; Desconfio dela. Aliás, desconfio muito mesmo&#8230; Não diz que tipo de falar é que é. Que tipo de fluência. Não diz que línguas. E parecem-me estranhamente baixas. Ou os meus relacionamentos estão todos nos 4.2% ou então as estatísticas estão erradas.</p>
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		<title>Por: Carlos Pinho</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2009/01/02/acordo-ortografico/comment-page-1/#comment-2505</link>
		<dc:creator>Carlos Pinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:13:55 +0000</pubDate>
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		<description>Infelizmente tem portugueses e alguns brasileiros. Que em vez de se atualizarem ao século 21.Estão tentando retornar a 1500.O interesse não foi do Brasil, e sim como falou o Professor José Cerca de todos os 240 milhões de cidadãos do Mundo Lusófono

Segundo pesquisa recente. 4,2 % de Portugueses e 3,6% de Brasileiros, Falam mais de uma Língua. Diferença bem pequena levando em consideração o poder financeiro

Hoje mesmo foi postado um assunto com 30 linhas no Arouca. biz, que tinha 8 palavras em inglês

Os tempos arcaicos já se foram !!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente tem portugueses e alguns brasileiros. Que em vez de se atualizarem ao século 21.Estão tentando retornar a 1500.O interesse não foi do Brasil, e sim como falou o Professor José Cerca de todos os 240 milhões de cidadãos do Mundo Lusófono</p>
<p>Segundo pesquisa recente. 4,2 % de Portugueses e 3,6% de Brasileiros, Falam mais de uma Língua. Diferença bem pequena levando em consideração o poder financeiro</p>
<p>Hoje mesmo foi postado um assunto com 30 linhas no Arouca. biz, que tinha 8 palavras em inglês</p>
<p>Os tempos arcaicos já se foram !!</p>
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		<title>Por: Elenáro</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2009/01/02/acordo-ortografico/comment-page-1/#comment-2504</link>
		<dc:creator>Elenáro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:47:01 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Se hoje, apesar das diferenças ortográficas existentes, conseguimos ler e perceber na globalidade, um texto escrito em 1500, quando os Portugueses chegaram ao Brasil, não haverá razão para tanta crítica ou oposição a este mais recente acordo. E essa comparação, passados 500 anos, só nos confirma e atesta que, na verdade, uma língua é algo vivo e sujeito a evolução não só vocabular, como semântica e até sintáctica.&quot;

Lê-se e percebe-se o português de 1500 da mesma maneira que se percebem o castelhano e o italiano de hoje. O português é uma língua riquíssima que possui características de quase todas as outras língua latinas. Não só foneticamente como gramaticalmente e ainda em termos de vocabulário. É algo que nos devia ser precioso. Aquelas consoante mudas, permitem-nos chegar rapidamente a palavras de outras línguas, latinas ou não. 

O acordo, na minha opinião, matará isto. Uniformizar a língua retirando algo, por razões políticas e não linguísticas,  é retirar-lhe caracter. É a politização da língua. Eu diria mais, é a estatização da língua. As línguas não pertencem a estados. Pertencem às pessoas. E se, pertencendo às pessoas, lhes dá tantas vantagens porque havemos nós de mudar aquilo que está bem? Note-se que o português percebe e aprende línguas com uma facilidade que poucos povos se podem gabar. O povo brasileiro já não o faz? Aliás, o português do Brasil tem sido americanizado de uma maneira assustadora. Isto e a perda da riqueza linguística que o Brasil tem sofrido devia ser razão para eles mudarem. Para ganharem a vantagem que a língua portuguesa lhes pode dar. Agora nós? Porquê mudar aquilo que funciona, que não estorva e que, a mudar só vai dar confusão? Vamos andar mais umas quantas décadas a vermos placas de indicação a dizerem &quot;Pôrto&quot; e outras semelhantes? Vamos perder a riqueza que possuímos? 

Parece-me mal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se hoje, apesar das diferenças ortográficas existentes, conseguimos ler e perceber na globalidade, um texto escrito em 1500, quando os Portugueses chegaram ao Brasil, não haverá razão para tanta crítica ou oposição a este mais recente acordo. E essa comparação, passados 500 anos, só nos confirma e atesta que, na verdade, uma língua é algo vivo e sujeito a evolução não só vocabular, como semântica e até sintáctica.&#8221;</p>
<p>Lê-se e percebe-se o português de 1500 da mesma maneira que se percebem o castelhano e o italiano de hoje. O português é uma língua riquíssima que possui características de quase todas as outras língua latinas. Não só foneticamente como gramaticalmente e ainda em termos de vocabulário. É algo que nos devia ser precioso. Aquelas consoante mudas, permitem-nos chegar rapidamente a palavras de outras línguas, latinas ou não. </p>
<p>O acordo, na minha opinião, matará isto. Uniformizar a língua retirando algo, por razões políticas e não linguísticas,  é retirar-lhe caracter. É a politização da língua. Eu diria mais, é a estatização da língua. As línguas não pertencem a estados. Pertencem às pessoas. E se, pertencendo às pessoas, lhes dá tantas vantagens porque havemos nós de mudar aquilo que está bem? Note-se que o português percebe e aprende línguas com uma facilidade que poucos povos se podem gabar. O povo brasileiro já não o faz? Aliás, o português do Brasil tem sido americanizado de uma maneira assustadora. Isto e a perda da riqueza linguística que o Brasil tem sofrido devia ser razão para eles mudarem. Para ganharem a vantagem que a língua portuguesa lhes pode dar. Agora nós? Porquê mudar aquilo que funciona, que não estorva e que, a mudar só vai dar confusão? Vamos andar mais umas quantas décadas a vermos placas de indicação a dizerem &#8220;Pôrto&#8221; e outras semelhantes? Vamos perder a riqueza que possuímos? </p>
<p>Parece-me mal.</p>
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