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	<title>Comentários em: Semana Cultural Musical</title>
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	<description>Ver, Ouvir e Ler os sinais de um mundo em permanente mudança.</description>
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		<title>Por: Cristina Saavedra</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2009/06/07/semana-cultural-musical/comment-page-1/#comment-2075</link>
		<dc:creator>Cristina Saavedra</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 00:59:17 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Professor Cerca. Permita-me dizer que não concordo de todo com o seu artigo.
Como sabe, pois é &quot;membro&quot; da Irmandade da Rainha Santa Mafalda, existem regras, já estabelecidas, no que respeita à utilização do Órgão de Tubos, recentemente inaugurado.
Se, conforme diz: &quot;Sem...pretender banalizar a sua utilização, pensamos que será de todo o interesse, quer para a Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, quer para a Autarquia, quer sobretudo para o público em geral, organizar eventos que permitam a utilização do órgão, não apenas com fins religiosos, mas também culturais.&quot;, deveria saber e sabe com certeza que existe essa possibilidade, e mais, as entidades que refere conhecem muito bem essas regras, assim como os organistas autorizados.
Na frase que profere: &quot;E, quanto a nós, este II Encontro de Coros Nádia Oliveira poderia ter sido um desses eventos, mas que, infelizmente, e por motivos que desconhecemos, não proporcionou a utilização do órgão do Mosteiro, impedindo assim que o ouro do som dos seus tubos fosse derramado sobre o azul das magníficas vozes dos coros presentes neste Encontro.&quot;
Devemos ser compreensivos e principalmente procurar a informação verdadeira, isto é, porque é que assim aconteceu? Pretendo dizer com isto que poderia ter procurado os motivos, em vez de dizer &quot;...por motivos que desconhecemos.&quot;
Devemos ser compreensivos e principalmente procurar a informação verdadeira, isto é, porque é que assim aconteceu? Pretendo dizer com isto que poderia ter procurado os motivos, em vez de dizer &quot;...por motivos que desconhecemos..&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Professor Cerca. Permita-me dizer que não concordo de todo com o seu artigo.<br />
Como sabe, pois é &#8220;membro&#8221; da Irmandade da Rainha Santa Mafalda, existem regras, já estabelecidas, no que respeita à utilização do Órgão de Tubos, recentemente inaugurado.<br />
Se, conforme diz: &#8220;Sem&#8230;pretender banalizar a sua utilização, pensamos que será de todo o interesse, quer para a Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, quer para a Autarquia, quer sobretudo para o público em geral, organizar eventos que permitam a utilização do órgão, não apenas com fins religiosos, mas também culturais.&#8221;, deveria saber e sabe com certeza que existe essa possibilidade, e mais, as entidades que refere conhecem muito bem essas regras, assim como os organistas autorizados.<br />
Na frase que profere: &#8220;E, quanto a nós, este II Encontro de Coros Nádia Oliveira poderia ter sido um desses eventos, mas que, infelizmente, e por motivos que desconhecemos, não proporcionou a utilização do órgão do Mosteiro, impedindo assim que o ouro do som dos seus tubos fosse derramado sobre o azul das magníficas vozes dos coros presentes neste Encontro.&#8221;<br />
Devemos ser compreensivos e principalmente procurar a informação verdadeira, isto é, porque é que assim aconteceu? Pretendo dizer com isto que poderia ter procurado os motivos, em vez de dizer &#8220;&#8230;por motivos que desconhecemos.&#8221;<br />
Devemos ser compreensivos e principalmente procurar a informação verdadeira, isto é, porque é que assim aconteceu? Pretendo dizer com isto que poderia ter procurado os motivos, em vez de dizer &#8220;&#8230;por motivos que desconhecemos..&#8221;</p>
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		<title>Por: Ivo Brandão</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2009/06/07/semana-cultural-musical/comment-page-1/#comment-2051</link>
		<dc:creator>Ivo Brandão</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 15:22:36 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Professor; em meu nome pessoal e do Orfeão de Arouca, os sinceros agradecimentos pela sua presença e pelas suas notas. Em ordem a corrigir alguns eventuais mal-entendidos que possam surgir, parece-me pertinente abordar alguns pontos. 
Antes de mais, devo frisar que o acesso ao órgão nunca nos foi vedado. Houve um contacto por escrito, em que foi dado a conhecer à Real Irmandade o programa que seria apresentado, bem como o curriculum do organista, os quais foram deferidos. O que sucedeu foi que nos foi vedado o acesso ao espaço para ensaios, durante a Semana Cultural, porque, alegadamente, isso iria constituir um encargo extra para a Real Irmandade, ao ter de pagar essas horas aos funcionários que ali tivessem de estar para nos darem acesso ao Cadeiral. Assim, apenas nos foi facultado acesso ao espaço no próprio dia do concerto, durante a tarde, quando decorriam, ao mesmo tempo, celebrações religiosas na Igreja. A título pessoal, confesso que estranhei esta decisão, dado que havia sempre alguém da Real Irmandade presente, no decurso da Semana Cultural (a Feira do Livro esteve sempre em funcionamento no Claustro). Mas há que respeitar as regras que nos foram impostas.
De qualquer forma, o órgão que utilizámos, e que pertence à Paróquia, é, também ele, um órgão de tubos, pelo que a alternativa encontrada não foi de má qualidade. A este respeito, devo salientar a enorme disponibilidade do Pe. João Pedro, que não só nos cedeu o instrumento como nos facultou o espaço da Igreja para ensaio. Ao Pe. João tive oportunidade de transmitir que o mínimo que o Orfeão de Arouca poderia fazer era colocar-se à inteira disposição para lhe retribuir a amabilidade com que sempre nos tem acolhido.
De uma forma geral, creio que ainda estamos todos a aprender a conviver com esta nova realidade. As dinâmicas ainda não estão criadas, ainda não existem normas concretas e conhecidas para a utilização do instrumento, há inúmeros cuidados a ter. Esperemos que, com o tempo, as coisas possam começar a frutificar de outra forma, para bem do espaço, do instrumento e do povo de Arouca. Como ontem disse, da nossa parte (músicos), estamos com a firme vontade de, em breve, podermos fazer uma apresentação do trabalho desenvolvido pelos alunos da classe de órgão da Universidade de Aveiro. Iremos, agora, dar conhecimento às entidades dos nossos projectos, e talvez possa ser este o tal primeiro passo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Professor; em meu nome pessoal e do Orfeão de Arouca, os sinceros agradecimentos pela sua presença e pelas suas notas. Em ordem a corrigir alguns eventuais mal-entendidos que possam surgir, parece-me pertinente abordar alguns pontos.<br />
Antes de mais, devo frisar que o acesso ao órgão nunca nos foi vedado. Houve um contacto por escrito, em que foi dado a conhecer à Real Irmandade o programa que seria apresentado, bem como o curriculum do organista, os quais foram deferidos. O que sucedeu foi que nos foi vedado o acesso ao espaço para ensaios, durante a Semana Cultural, porque, alegadamente, isso iria constituir um encargo extra para a Real Irmandade, ao ter de pagar essas horas aos funcionários que ali tivessem de estar para nos darem acesso ao Cadeiral. Assim, apenas nos foi facultado acesso ao espaço no próprio dia do concerto, durante a tarde, quando decorriam, ao mesmo tempo, celebrações religiosas na Igreja. A título pessoal, confesso que estranhei esta decisão, dado que havia sempre alguém da Real Irmandade presente, no decurso da Semana Cultural (a Feira do Livro esteve sempre em funcionamento no Claustro). Mas há que respeitar as regras que nos foram impostas.<br />
De qualquer forma, o órgão que utilizámos, e que pertence à Paróquia, é, também ele, um órgão de tubos, pelo que a alternativa encontrada não foi de má qualidade. A este respeito, devo salientar a enorme disponibilidade do Pe. João Pedro, que não só nos cedeu o instrumento como nos facultou o espaço da Igreja para ensaio. Ao Pe. João tive oportunidade de transmitir que o mínimo que o Orfeão de Arouca poderia fazer era colocar-se à inteira disposição para lhe retribuir a amabilidade com que sempre nos tem acolhido.<br />
De uma forma geral, creio que ainda estamos todos a aprender a conviver com esta nova realidade. As dinâmicas ainda não estão criadas, ainda não existem normas concretas e conhecidas para a utilização do instrumento, há inúmeros cuidados a ter. Esperemos que, com o tempo, as coisas possam começar a frutificar de outra forma, para bem do espaço, do instrumento e do povo de Arouca. Como ontem disse, da nossa parte (músicos), estamos com a firme vontade de, em breve, podermos fazer uma apresentação do trabalho desenvolvido pelos alunos da classe de órgão da Universidade de Aveiro. Iremos, agora, dar conhecimento às entidades dos nossos projectos, e talvez possa ser este o tal primeiro passo.</p>
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