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	<title>Comentários em: Onda de anticlericalismo instalou-se na comunicação social</title>
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	<description>Ver, Ouvir e Ler os sinais de um mundo em permanente mudança.</description>
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		<title>Por: Darius</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/04/07/1177/comment-page-1/#comment-3536</link>
		<dc:creator>Darius</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:08:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro J. Cerca

Num debate de ideias, criticam-se as ideias e não as pessoas. Este nosso esgrimir de argumentos não foi excepção e a divergência de opinião proporcionou uma argumentação que me terá surpreendido e decepcionado pela opção, como estratégia de defesa, do uso de “artigos de opinião” como supostos argumentos de autoridade. 
Nada disto é pessoal e pelo facto de como anfitrião, sem me conhecer de lado nenhum, permitir a publicação dos meus comentários, divergentes no conteúdo em relação às suas convicções, define-o certamente como uma pessoa séria e responsável. 

Vasco Pulido Valente é um autor de eleição.
O texto, que já conhecia, é esclarecedor. A seriedade e isenção, com que o autor expõe o seu raciocínio, permitem perceber os contornos de um “duelo de titãs” que se tem vindo a eternizar. 

A responsabilidade de toda esta mediatização fica a dever-se á crise moral e de valores que atingiu a igreja. Afinal que moral poderá ter “a tribo” que conhece abusos sexuais de menores na sua própria organização e opta por fechar os olhos, raramente punindo os agressores?
As exigências e o aproveitamento político exercido pelo “anticlericalismo” pretende apenas enfraquecer e tirar vantagem de uma igreja fragilizada. Uma igreja obrigada a resistir ás investidas exteriores através do reforço da convicção na sua doutrina.

A posição que tenho defendido, além de condenação, é de critica para com aqueles que manifestam sentimentos de indignação pela divulgação de actos de pedofilia no “clã” eclesiástico, cuja hierarquia, assumindo uma postura de vitimização, promoveu a versão do “ataque” ou “investida” dos infiéis, ignorando que as verdadeiras vitimas são crianças e jovens abusados por sacerdotes.

Meras opiniões.

Saudações
Darius]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro J. Cerca</p>
<p>Num debate de ideias, criticam-se as ideias e não as pessoas. Este nosso esgrimir de argumentos não foi excepção e a divergência de opinião proporcionou uma argumentação que me terá surpreendido e decepcionado pela opção, como estratégia de defesa, do uso de “artigos de opinião” como supostos argumentos de autoridade.<br />
Nada disto é pessoal e pelo facto de como anfitrião, sem me conhecer de lado nenhum, permitir a publicação dos meus comentários, divergentes no conteúdo em relação às suas convicções, define-o certamente como uma pessoa séria e responsável. </p>
<p>Vasco Pulido Valente é um autor de eleição.<br />
O texto, que já conhecia, é esclarecedor. A seriedade e isenção, com que o autor expõe o seu raciocínio, permitem perceber os contornos de um “duelo de titãs” que se tem vindo a eternizar. </p>
<p>A responsabilidade de toda esta mediatização fica a dever-se á crise moral e de valores que atingiu a igreja. Afinal que moral poderá ter “a tribo” que conhece abusos sexuais de menores na sua própria organização e opta por fechar os olhos, raramente punindo os agressores?<br />
As exigências e o aproveitamento político exercido pelo “anticlericalismo” pretende apenas enfraquecer e tirar vantagem de uma igreja fragilizada. Uma igreja obrigada a resistir ás investidas exteriores através do reforço da convicção na sua doutrina.</p>
<p>A posição que tenho defendido, além de condenação, é de critica para com aqueles que manifestam sentimentos de indignação pela divulgação de actos de pedofilia no “clã” eclesiástico, cuja hierarquia, assumindo uma postura de vitimização, promoveu a versão do “ataque” ou “investida” dos infiéis, ignorando que as verdadeiras vitimas são crianças e jovens abusados por sacerdotes.</p>
<p>Meras opiniões.</p>
<p>Saudações<br />
Darius</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Carlos</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/04/07/1177/comment-page-1/#comment-3362</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 12:25:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caros Darius e José Cerca,

permitam que encontre um ponto de consenso: a repulsa da pedofilia.
(como diz VPV, &quot;...porque na sociedade contemporânea a pedofilia se tornou o ultimo crime sexual.&quot;)

E permitam esta ideia, que é convicção pessoal:
Acima das pessoas estão, claramente, as instituições! E no caso da igreja, enquanto instituição, acima dela está, claramente, a ideia do divino, quer se seja crente ou não!

No fundo, o que importa aqui é saber até que ponto a prática diária da igreja afecta essa ideia de divino, de mensagem  e de fé!

Do meu ponto de vista, afecta! 

Mas isso não me desvia do que é fundamental: a parte nunca é o todo!
E mais do que isso: este provado anticlericalismo não pretende, penso, atingir homens que são pedófilos. Pretende, isso sim, atingir a estrutura, a ideia do divino e destruir todos os pilares morais da humanidade!
A estrutura da igreja católica (incluindo o papa), foi o meio que se encontrou para lá chegar!...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Darius e José Cerca,</p>
<p>permitam que encontre um ponto de consenso: a repulsa da pedofilia.<br />
(como diz VPV, &#8220;&#8230;porque na sociedade contemporânea a pedofilia se tornou o ultimo crime sexual.&#8221;)</p>
<p>E permitam esta ideia, que é convicção pessoal:<br />
Acima das pessoas estão, claramente, as instituições! E no caso da igreja, enquanto instituição, acima dela está, claramente, a ideia do divino, quer se seja crente ou não!</p>
<p>No fundo, o que importa aqui é saber até que ponto a prática diária da igreja afecta essa ideia de divino, de mensagem  e de fé!</p>
<p>Do meu ponto de vista, afecta! </p>
<p>Mas isso não me desvia do que é fundamental: a parte nunca é o todo!<br />
E mais do que isso: este provado anticlericalismo não pretende, penso, atingir homens que são pedófilos. Pretende, isso sim, atingir a estrutura, a ideia do divino e destruir todos os pilares morais da humanidade!<br />
A estrutura da igreja católica (incluindo o papa), foi o meio que se encontrou para lá chegar!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcerca</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/04/07/1177/comment-page-1/#comment-3361</link>
		<dc:creator>jcerca</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 11:13:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mirante.aroucaonline.com/?p=1177#comment-3361</guid>
		<description><![CDATA[Meu caro Darius
Pelo vistos vou, mais uma vez, surpreendê-lo e decepcioná-lo com a sugestão de mais um artigo, desta vez de Vasco Pulido Valente, publicado no &quot;Público&quot; do dia 18 de Abril e intitulado &quot;O PAPA E A PEDOFILIA&quot; e que possivelmente também já conhecerá como homem culto e actual que me parece ser.
Embora o vá decepcionar também &quot;pela  negativa&quot; sugeria-lhe que o lesse com a serenidade crítica de quem não se julga dono absoluto da verdade, mas aceita que outros tenham pontos de vista diferentes dos seus e que estão também no seu direito de os defenderem sem que para tal os qualifiquemos de &quot;apologia da ignorância&quot;. Todos temos a nossa quoata parte de ignorância. Sejamos suficientemente humildes  para o aceitar.
Respeito-o, agradeço-lhe a sua participação neste blog, mas como é óbvio, não posso concordar com todas as ideias que aqui vai alojando. Por coerência e por respeito às minhas convicções!
Vamos então à leitura de mais este artigo:

O PAPA E A PEDOFILIA
Em 1936, um historiador alemão que vivia na Catalunha ouviu por acaso um grupo de camponeses que falava sobre a Igreja. Para espanto dele, os camponeses, que tinham assassinado e torturado milhares de católicos, repetiam as críticas dos folhetos contra Roma, distribuídos na Alemanha do século XVI. Se a Igreja não muda, o anticlericalismo também não. De Lutero ao &quot;Iluminismo&quot; e da grande revolução francesa aos pequenos jacobinos de
Portugal e Espanha, que há pouco menos de cem anos queriam ainda, como Voltaire, &quot;esmagar a Infame&quot;, a Igreja é invariavelmente acusada pela sua presuntiva riqueza e pelo comportamento sexual do clero. Agora chegou a vez da pedofilia, porque na sociedade contemporânea a pedofilia se tornou no
último crime sexual.
Claro que Bento XVI já disse que a pedofilia era um crime, além de ser um pecado, e acrescentou que os padres pedófilos tinham feito mais mal à Igreja do que mil anos de perseguição. Claro que Bento XVI mandou investigar o caso, removeu bispos, suspendeu padres, castigou culpados. Claro que nem ele, nem a Igreja são responsáveis pelas declarações, de facto ofensivas, de
algumas figuras menores do Vaticano ou da Conferência Episcopal Portuguesa.
Mas, como de costume, a lógica não abala o anticlericalismo. O
anticlericalismo decretou que a Igreja intencionalmente encobre (ou encobriu) a pedofilia e não vai mudar. Quem sabe, mesmo à superfície, alguma história sabe que desde o princípio isto foi assim. Ratzinger, que não nasceu ontem, com certeza que não se perturba.
Até porque provavelmente percebe que, por detrás do escândalo do
encobrimento, está o ódio ao Papa &quot;reaccionário&quot;; ao Papa que se recusou a transigir com a cultura dominante em matérias como o divórcio, o aborto, a homossexualidade, o celibato do clero e a ordenação de mulheres. Não ocorreao anticlericalismo que a integridade da Igreja pode exigir essa rigidez, como já mostrou a rápida ruína do anglicanismo. Ratzinger compreende que,
sem o apoio do Estado ou influência sobre ele, a Igreja depende
essencialmente da convicção e da força com que conseguir conservar a sua doutrina. Qualquer fraqueza a transformará numa instituição vulgar, à mercê da opinião pública e das mudanças do mundo. Isso Bento XVI não quer. Como não quer encobrir a pedofilia.
Vasco Pulido Valente 
Fonte: Público, 2010-04-18]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Darius<br />
Pelo vistos vou, mais uma vez, surpreendê-lo e decepcioná-lo com a sugestão de mais um artigo, desta vez de Vasco Pulido Valente, publicado no &#8220;Público&#8221; do dia 18 de Abril e intitulado &#8220;O PAPA E A PEDOFILIA&#8221; e que possivelmente também já conhecerá como homem culto e actual que me parece ser.<br />
Embora o vá decepcionar também &#8220;pela  negativa&#8221; sugeria-lhe que o lesse com a serenidade crítica de quem não se julga dono absoluto da verdade, mas aceita que outros tenham pontos de vista diferentes dos seus e que estão também no seu direito de os defenderem sem que para tal os qualifiquemos de &#8220;apologia da ignorância&#8221;. Todos temos a nossa quoata parte de ignorância. Sejamos suficientemente humildes  para o aceitar.<br />
Respeito-o, agradeço-lhe a sua participação neste blog, mas como é óbvio, não posso concordar com todas as ideias que aqui vai alojando. Por coerência e por respeito às minhas convicções!<br />
Vamos então à leitura de mais este artigo:</p>
<p>O PAPA E A PEDOFILIA<br />
Em 1936, um historiador alemão que vivia na Catalunha ouviu por acaso um grupo de camponeses que falava sobre a Igreja. Para espanto dele, os camponeses, que tinham assassinado e torturado milhares de católicos, repetiam as críticas dos folhetos contra Roma, distribuídos na Alemanha do século XVI. Se a Igreja não muda, o anticlericalismo também não. De Lutero ao &#8220;Iluminismo&#8221; e da grande revolução francesa aos pequenos jacobinos de<br />
Portugal e Espanha, que há pouco menos de cem anos queriam ainda, como Voltaire, &#8220;esmagar a Infame&#8221;, a Igreja é invariavelmente acusada pela sua presuntiva riqueza e pelo comportamento sexual do clero. Agora chegou a vez da pedofilia, porque na sociedade contemporânea a pedofilia se tornou no<br />
último crime sexual.<br />
Claro que Bento XVI já disse que a pedofilia era um crime, além de ser um pecado, e acrescentou que os padres pedófilos tinham feito mais mal à Igreja do que mil anos de perseguição. Claro que Bento XVI mandou investigar o caso, removeu bispos, suspendeu padres, castigou culpados. Claro que nem ele, nem a Igreja são responsáveis pelas declarações, de facto ofensivas, de<br />
algumas figuras menores do Vaticano ou da Conferência Episcopal Portuguesa.<br />
Mas, como de costume, a lógica não abala o anticlericalismo. O<br />
anticlericalismo decretou que a Igreja intencionalmente encobre (ou encobriu) a pedofilia e não vai mudar. Quem sabe, mesmo à superfície, alguma história sabe que desde o princípio isto foi assim. Ratzinger, que não nasceu ontem, com certeza que não se perturba.<br />
Até porque provavelmente percebe que, por detrás do escândalo do<br />
encobrimento, está o ódio ao Papa &#8220;reaccionário&#8221;; ao Papa que se recusou a transigir com a cultura dominante em matérias como o divórcio, o aborto, a homossexualidade, o celibato do clero e a ordenação de mulheres. Não ocorreao anticlericalismo que a integridade da Igreja pode exigir essa rigidez, como já mostrou a rápida ruína do anglicanismo. Ratzinger compreende que,<br />
sem o apoio do Estado ou influência sobre ele, a Igreja depende<br />
essencialmente da convicção e da força com que conseguir conservar a sua doutrina. Qualquer fraqueza a transformará numa instituição vulgar, à mercê da opinião pública e das mudanças do mundo. Isso Bento XVI não quer. Como não quer encobrir a pedofilia.<br />
Vasco Pulido Valente<br />
Fonte: Público, 2010-04-18</p>
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	<item>
		<title>Por: Darius</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/04/07/1177/comment-page-1/#comment-3360</link>
		<dc:creator>Darius</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 09:29:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Carlos

Se pretendemos acreditar em algo, devemos fazê-lo por ser verdade e não, por ser uma ilusão só aceitável na ausência de crítica que procure garantir a sua veracidade. O debate de ideias serve para isso mesmo, ajustar o nosso pensamento à realidade e ao considerar a minha argumentação como simples “atirar pedras” deixa transparecer a pretensão de mudar a realidade de acordo com as suas ideias. 

Também partilho desse seu sentimento em relação às “caricaturas” e aos “versículos satânicos” que revelam, afinal, que a liberdade religiosa é apenas uma conveniência para a concretização de objectivos e que a “ideia abstracta”, germinada na mente dos crentes, não é assim tão pura e inocente como pretendem fazer crer. 

Infelizmente, ainda existe gente com a ideia errada de que uma falsidade se torna verdadeira por se acreditar fortemente nela e que, teimando em privilegiar a ignorância, professam uma ideologia que se destaca pela violência com que condicionam todos aqueles que se atrevem a denunciar os completos disparates da sua argumentação e pensamento. 

É comum a verdade provocar reacções adversas mas ignorá-la seria promover a mediocridade e, a intolerância manifestada confirma que o respeito pelas crenças e opiniões dos outros não é uma atitude defendido por &quot;Deus&quot;. 
Mas como costumo dizer, o eticamente correcto e o politicamente correcto acabam por ser ferramentas que nos condicionam e oprimem.

Darius]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carlos</p>
<p>Se pretendemos acreditar em algo, devemos fazê-lo por ser verdade e não, por ser uma ilusão só aceitável na ausência de crítica que procure garantir a sua veracidade. O debate de ideias serve para isso mesmo, ajustar o nosso pensamento à realidade e ao considerar a minha argumentação como simples “atirar pedras” deixa transparecer a pretensão de mudar a realidade de acordo com as suas ideias. </p>
<p>Também partilho desse seu sentimento em relação às “caricaturas” e aos “versículos satânicos” que revelam, afinal, que a liberdade religiosa é apenas uma conveniência para a concretização de objectivos e que a “ideia abstracta”, germinada na mente dos crentes, não é assim tão pura e inocente como pretendem fazer crer. </p>
<p>Infelizmente, ainda existe gente com a ideia errada de que uma falsidade se torna verdadeira por se acreditar fortemente nela e que, teimando em privilegiar a ignorância, professam uma ideologia que se destaca pela violência com que condicionam todos aqueles que se atrevem a denunciar os completos disparates da sua argumentação e pensamento. </p>
<p>É comum a verdade provocar reacções adversas mas ignorá-la seria promover a mediocridade e, a intolerância manifestada confirma que o respeito pelas crenças e opiniões dos outros não é uma atitude defendido por &#8220;Deus&#8221;.<br />
Mas como costumo dizer, o eticamente correcto e o politicamente correcto acabam por ser ferramentas que nos condicionam e oprimem.</p>
<p>Darius</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/04/07/1177/comment-page-1/#comment-3358</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 14:16:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mirante.aroucaonline.com/?p=1177#comment-3358</guid>
		<description><![CDATA[... Como eu gostava de ver alguns &quot;heróis&quot;  (escondidos?) dos tempos modernos a ter a mesma coragem para afrontar a hierarquia muçulmana!
Será porque é inquestionável??
Ou porque as caricaturas de Dinamarca ou os &quot;Versos Satánicos&quot;, os fazen pensar duas vezes antes de &quot;atirar a pedra&quot;?
Haja coragem!...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; Como eu gostava de ver alguns &#8220;heróis&#8221;  (escondidos?) dos tempos modernos a ter a mesma coragem para afrontar a hierarquia muçulmana!<br />
Será porque é inquestionável??<br />
Ou porque as caricaturas de Dinamarca ou os &#8220;Versos Satánicos&#8221;, os fazen pensar duas vezes antes de &#8220;atirar a pedra&#8221;?<br />
Haja coragem!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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