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	<title>Comentários em: Uma palavra de Esperança em tempo de crise e de incerteza</title>
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	<description>Ver, Ouvir e Ler os sinais de um mundo em permanente mudança.</description>
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		<item>
		<title>Por: Darius</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/05/16/uma-palavra-de-esperanca-em-tempo-de-crise-e-de-incerteza/comment-page-1/#comment-12697</link>
		<dc:creator>Darius</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 May 2010 12:56:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro JCerca

A disponibilidade não é muita mas não queria deixar de esclarecer alguns pontos do seu comentário.

No meu comentário, se reparar, não faço qualquer referência a Bento XVI, independentemente de concordar ou não, apenas porque apesar de tudo, tratou-se de uma visita de Estado. Aproveitada para algo mais mas, mesmo assim, uma cortesia diplomática.

Caro JCerca, não sou crente e não me incomoda que as pessoas acreditem em superstições, ideias abstractas, divindades, chamem-lhe o que quiserem. O que me incomoda é pretender-se justificar uma crença – que não passa de conhecimento injustificado aceite pela autoridade do testemunho alheio –, com demagogia e outras tretas. 

Não se trata de qualquer preconceito ou qualquer confusão epistemológica, trata-se apenas de ser racional, coerente, isento e acreditar que a fé jamais se deve impor á razão. Trata-se de acreditar naquilo que conhecemos e compreendemos porque acreditar em algo com base na fé é acreditar em algo sem ter razões que estabeleçam a sua verdade.

&lt;i&gt; “… se tiverem uma abertura sincera de espírito e uma honestidade intelectual, hão acabar por chegar à Verdade que todo o ser humano procura na sua busca existencial.” &lt;/i&gt;

Será mesmo assim? Acredita nisso? Não será apenas uma ideia ou uma “corrente” de pensamento? 
Segundo Lucrécio: “ o &lt;b&gt; medo &lt;/b&gt; criou os deuses”. Se pensarmos na &lt;b&gt; ignorância &lt;/b&gt; dos nossos ancestrais e na &lt;b&gt; impotência &lt;/b&gt; sentida perante os fenómenos da natureza, facilmente percebemos &lt;b&gt; o génese da religião &lt;/b&gt;.

Cumprimentos
Darius

PS.: - Ser “ateu” não é uma moda, é uma opção pela liberdade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro JCerca</p>
<p>A disponibilidade não é muita mas não queria deixar de esclarecer alguns pontos do seu comentário.</p>
<p>No meu comentário, se reparar, não faço qualquer referência a Bento XVI, independentemente de concordar ou não, apenas porque apesar de tudo, tratou-se de uma visita de Estado. Aproveitada para algo mais mas, mesmo assim, uma cortesia diplomática.</p>
<p>Caro JCerca, não sou crente e não me incomoda que as pessoas acreditem em superstições, ideias abstractas, divindades, chamem-lhe o que quiserem. O que me incomoda é pretender-se justificar uma crença – que não passa de conhecimento injustificado aceite pela autoridade do testemunho alheio –, com demagogia e outras tretas. </p>
<p>Não se trata de qualquer preconceito ou qualquer confusão epistemológica, trata-se apenas de ser racional, coerente, isento e acreditar que a fé jamais se deve impor á razão. Trata-se de acreditar naquilo que conhecemos e compreendemos porque acreditar em algo com base na fé é acreditar em algo sem ter razões que estabeleçam a sua verdade.</p>
<p><i> “… se tiverem uma abertura sincera de espírito e uma honestidade intelectual, hão acabar por chegar à Verdade que todo o ser humano procura na sua busca existencial.” </i></p>
<p>Será mesmo assim? Acredita nisso? Não será apenas uma ideia ou uma “corrente” de pensamento?<br />
Segundo Lucrécio: “ o <b> medo </b> criou os deuses”. Se pensarmos na <b> ignorância </b> dos nossos ancestrais e na <b> impotência </b> sentida perante os fenómenos da natureza, facilmente percebemos <b> o génese da religião </b>.</p>
<p>Cumprimentos<br />
Darius</p>
<p>PS.: &#8211; Ser “ateu” não é uma moda, é uma opção pela liberdade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcerca</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/05/16/uma-palavra-de-esperanca-em-tempo-de-crise-e-de-incerteza/comment-page-1/#comment-10916</link>
		<dc:creator>jcerca</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 22:21:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Darius

Claro que aqui não há nenhuma teoria da conspiração, nem muito menos qualquer confusão de “laicidade com catolicismo”, .
A conclusão é sua, respeito-a, mas, sinceramente, não estou a ver o que é que o terá levado a tal opinião e até sou levado a crer que confundirá, isso sim, laicismo com laicidade.
Fiquei surpreendido com a sua ideia, que me parece algo absurda e preconceituosa, ao afirmar que o &quot;o Estado, ao conceder privilégios aos católicos, deixa de garantir a igualdade para com as outras religiões e sensibilidades&quot;.
Ao fazer tal afirmação, Darius :
a) ignora que Bento XVI veio a Portugal também como Chefe de Estado a convite do Presidente da República e não apenas como Chefe da Igreja Católica. E ignorar isso é ser-se, à partida, tendencioso e preconceituoso.
b)ignora a matriz cultural da sociedade portuguesa e, podemos até afirmá-lo, da própria Europa, que tem como relevante e indesmentível substrato cultural o Cristianismo, ao longo dos séculos.
Poderia aqui enumerar um vasto conjunto de marcas bem visíveis ainda hoje, mas basta referir o imenso património histórico, monumental e artístico existente  em tod0 o Mundo e que tem por base o Cristianismo.
Ignorar isto é revelar ignorância histórica e amnésia cultural.
c) para terminar, desculpe que lhe diga que a sua visão da história, incluindo mesmo esse trágico episódio do Holocausto que refere, parece sofrer de alguma confusão epistemológica e ser perturbada por um certo preconceito contra o fenómeno religioso presente em qualquer sociedade desde sempre e anterior mesmo ao cristianismo.
PS-Para certas pessoas parece estar na moda confessarem-se &quot;ateus&quot;. Tudo bem, é um direito que têm e que respeito. Tenho mesmo alguns amigos que se dizem não crentes ou agnósticos e não é isso que interferirá no meu relacionamento com eles.
Agora, não me parece que haja alguém que não acredite em nada. Mesmo aqueles que se dizem ateus ou agnósticos, se tiverem uma abertura sincera de espírito e uma honestidade intelectual, hão acabar por chegar à Verdade que todo o ser humano procura na sua busca existencial.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Darius</p>
<p>Claro que aqui não há nenhuma teoria da conspiração, nem muito menos qualquer confusão de “laicidade com catolicismo”, .<br />
A conclusão é sua, respeito-a, mas, sinceramente, não estou a ver o que é que o terá levado a tal opinião e até sou levado a crer que confundirá, isso sim, laicismo com laicidade.<br />
Fiquei surpreendido com a sua ideia, que me parece algo absurda e preconceituosa, ao afirmar que o &#8220;o Estado, ao conceder privilégios aos católicos, deixa de garantir a igualdade para com as outras religiões e sensibilidades&#8221;.<br />
Ao fazer tal afirmação, Darius :<br />
a) ignora que Bento XVI veio a Portugal também como Chefe de Estado a convite do Presidente da República e não apenas como Chefe da Igreja Católica. E ignorar isso é ser-se, à partida, tendencioso e preconceituoso.<br />
b)ignora a matriz cultural da sociedade portuguesa e, podemos até afirmá-lo, da própria Europa, que tem como relevante e indesmentível substrato cultural o Cristianismo, ao longo dos séculos.<br />
Poderia aqui enumerar um vasto conjunto de marcas bem visíveis ainda hoje, mas basta referir o imenso património histórico, monumental e artístico existente  em tod0 o Mundo e que tem por base o Cristianismo.<br />
Ignorar isto é revelar ignorância histórica e amnésia cultural.<br />
c) para terminar, desculpe que lhe diga que a sua visão da história, incluindo mesmo esse trágico episódio do Holocausto que refere, parece sofrer de alguma confusão epistemológica e ser perturbada por um certo preconceito contra o fenómeno religioso presente em qualquer sociedade desde sempre e anterior mesmo ao cristianismo.<br />
PS-Para certas pessoas parece estar na moda confessarem-se &#8220;ateus&#8221;. Tudo bem, é um direito que têm e que respeito. Tenho mesmo alguns amigos que se dizem não crentes ou agnósticos e não é isso que interferirá no meu relacionamento com eles.<br />
Agora, não me parece que haja alguém que não acredite em nada. Mesmo aqueles que se dizem ateus ou agnósticos, se tiverem uma abertura sincera de espírito e uma honestidade intelectual, hão acabar por chegar à Verdade que todo o ser humano procura na sua busca existencial.</p>
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		<title>Por: Darius</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/05/16/uma-palavra-de-esperanca-em-tempo-de-crise-e-de-incerteza/comment-page-1/#comment-10809</link>
		<dc:creator>Darius</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 14:48:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro JCerca

Depois da leitura destes últimos “posts” fico com a impressão de que toda essa indignação é o resultado, na melhor das hipóteses, da influência das teorias da conspiração. 

Vejamos então se conseguimos esclarecer as dúvidas sobre ser laico:

[“Na Arábia Saudita, as minorias cristãs [e todas as outras] não têm o direito de praticar livremente a sua religião podendo fazê-lo, apenas “na privacidade das suas casas”. Qualquer não muçulmano que tente divulgar a sua religião junto de muçulmanos incorre em pena de prisão ou pena de morte”.]

Poderemos considerar isto como um atentado á liberdade e aos direitos humanos por parte de um Estado que adoptou o “islamismo” como religião oficial e ignora a liberdade religiosa. 
Na Arábia Saudita a liberdade religiosa não existe porque o Estado não é laico. A laicidade significa simplesmente que há separação entre o Estado e a Igreja, isto é, o Estado é completamente neutro em matéria de religião e as igrejas não detêm qualquer poder político. 
Só sendo laico o Estado consegue ser isento e garantir simultaneamente a liberdade de todos e a liberdade de cada um porque a sociedade tem pessoas de várias religiões e sensibilidades.

Parece no entanto que Igreja Católica e alguns dos seus seguidores continuam a confundir laicidade com catolicismo. Confundem uma sociedade laica, uma sociedade de todos e para todos, com uma sociedade católica imposta a todos. 
E é aqui que surgem os protestos porque o Estado ao conceder privilégios aos católicos deixa de garantir a igualdade para com as outras religiões e sensibilidades.

&lt;i&gt;Será este o destino da luta do laicismo contra o Cristianismo, por maiores lavagens ao cérebro que os seus “apóstolos” tentem fazer, sobretudo através dos média.&lt;/i&gt; 

Por este tipo de atitude se percebe que o respeito pelas outras religiões ou pela opinião dos “não crentes”, não é uma atitude defendida por Deus. 
Critica-se um suposto fundamentalismo e depois “atiram-se” este tipo de pérolas. Enfim.

Caro JCerca, se dúvidas houvesse quanto á omnipotência e benevolência de “um ser superior”, o holocausto tê-las-á esclarecido.

Saudações
Darius

PS.: Ser “ateu” é, apenas e só, não acreditar… porque toda a escolha baseada no
        desconhecimento é na realidade uma mentira.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro JCerca</p>
<p>Depois da leitura destes últimos “posts” fico com a impressão de que toda essa indignação é o resultado, na melhor das hipóteses, da influência das teorias da conspiração. </p>
<p>Vejamos então se conseguimos esclarecer as dúvidas sobre ser laico:</p>
<p>[“Na Arábia Saudita, as minorias cristãs [e todas as outras] não têm o direito de praticar livremente a sua religião podendo fazê-lo, apenas “na privacidade das suas casas”. Qualquer não muçulmano que tente divulgar a sua religião junto de muçulmanos incorre em pena de prisão ou pena de morte”.]</p>
<p>Poderemos considerar isto como um atentado á liberdade e aos direitos humanos por parte de um Estado que adoptou o “islamismo” como religião oficial e ignora a liberdade religiosa.<br />
Na Arábia Saudita a liberdade religiosa não existe porque o Estado não é laico. A laicidade significa simplesmente que há separação entre o Estado e a Igreja, isto é, o Estado é completamente neutro em matéria de religião e as igrejas não detêm qualquer poder político.<br />
Só sendo laico o Estado consegue ser isento e garantir simultaneamente a liberdade de todos e a liberdade de cada um porque a sociedade tem pessoas de várias religiões e sensibilidades.</p>
<p>Parece no entanto que Igreja Católica e alguns dos seus seguidores continuam a confundir laicidade com catolicismo. Confundem uma sociedade laica, uma sociedade de todos e para todos, com uma sociedade católica imposta a todos.<br />
E é aqui que surgem os protestos porque o Estado ao conceder privilégios aos católicos deixa de garantir a igualdade para com as outras religiões e sensibilidades.</p>
<p><i>Será este o destino da luta do laicismo contra o Cristianismo, por maiores lavagens ao cérebro que os seus “apóstolos” tentem fazer, sobretudo através dos média.</i> </p>
<p>Por este tipo de atitude se percebe que o respeito pelas outras religiões ou pela opinião dos “não crentes”, não é uma atitude defendida por Deus.<br />
Critica-se um suposto fundamentalismo e depois “atiram-se” este tipo de pérolas. Enfim.</p>
<p>Caro JCerca, se dúvidas houvesse quanto á omnipotência e benevolência de “um ser superior”, o holocausto tê-las-á esclarecido.</p>
<p>Saudações<br />
Darius</p>
<p>PS.: Ser “ateu” é, apenas e só, não acreditar… porque toda a escolha baseada no<br />
        desconhecimento é na realidade uma mentira.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Ricky</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/05/16/uma-palavra-de-esperanca-em-tempo-de-crise-e-de-incerteza/comment-page-1/#comment-9648</link>
		<dc:creator>Ricky</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 21:33:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por um lado concordo com o comentário anterior, no sentido de que não se trata de uma competição dos papas. Cada um tem o seu modo de ser, que acreditamos ser inspirado pelo Espírito de Deus para dar respostas ao seu tempo. Conheço Bento XVI pelo seu pensamento teológico que me fascina; tive vontade de melhor o conhecer desde o dia 19 de Abril de 2005, quando o tímido Cardeal J. Ratzinger deu lugar ao Papa Bento XVI.
O comentário anterior tem uma imprecisão quando diz: &quot;terminando com uma missa no Porto e também nos Aliados&quot;. João Paulo II não celebrou missa nos Aliados; fez uma saudação à cidade, um belo discurso que vale a pena lembrar ainda hoje, em que, entre outros temas, abordava os temas do trabalho.
Gostei e emocionei-me com a presença do Santo Padre em Portugal, mesmo se apenas pude acompanhar pela TV por me encontrar presentemente no estrangeiro. Ratzinger falou ao nosso tempo, deixou-nos esperança e ajudar-nos-á, por certo, a enfrentar as crises - antes de mais de valores - sociais e económicas que se avizinham.
Deixo uma sua frase do final do seu encontro com a cultura: &quot;Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas lugares de beleza&quot;. Tentemos fazer isto, e com certeza poremos o Evangelho em prática. Viva o Papa Bento XVI!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por um lado concordo com o comentário anterior, no sentido de que não se trata de uma competição dos papas. Cada um tem o seu modo de ser, que acreditamos ser inspirado pelo Espírito de Deus para dar respostas ao seu tempo. Conheço Bento XVI pelo seu pensamento teológico que me fascina; tive vontade de melhor o conhecer desde o dia 19 de Abril de 2005, quando o tímido Cardeal J. Ratzinger deu lugar ao Papa Bento XVI.<br />
O comentário anterior tem uma imprecisão quando diz: &#8220;terminando com uma missa no Porto e também nos Aliados&#8221;. João Paulo II não celebrou missa nos Aliados; fez uma saudação à cidade, um belo discurso que vale a pena lembrar ainda hoje, em que, entre outros temas, abordava os temas do trabalho.<br />
Gostei e emocionei-me com a presença do Santo Padre em Portugal, mesmo se apenas pude acompanhar pela TV por me encontrar presentemente no estrangeiro. Ratzinger falou ao nosso tempo, deixou-nos esperança e ajudar-nos-á, por certo, a enfrentar as crises &#8211; antes de mais de valores &#8211; sociais e económicas que se avizinham.<br />
Deixo uma sua frase do final do seu encontro com a cultura: &#8220;Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas lugares de beleza&#8221;. Tentemos fazer isto, e com certeza poremos o Evangelho em prática. Viva o Papa Bento XVI!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Neves</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2010/05/16/uma-palavra-de-esperanca-em-tempo-de-crise-e-de-incerteza/comment-page-1/#comment-9578</link>
		<dc:creator>A. Neves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 16:32:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mirante.aroucaonline.com/?p=1206#comment-9578</guid>
		<description><![CDATA[Amigo J.Cerca
O seu artigo só merece a contestação dos fanáticos da religião e por isso me abstenho de comentar,pois  não mereçem mais que desprezo.
Uma correção:Também João Paulo II esteve em Portugal 4 dias de 12  a 15 de Maio de 1982,quando ofereceu a bala á Virgem,e visitando os Santuarios Marianos de Vila Viçosa dia 14 e Sameiro terminando com uma missa no Porto e também nos Aliados dia 15.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigo J.Cerca<br />
O seu artigo só merece a contestação dos fanáticos da religião e por isso me abstenho de comentar,pois  não mereçem mais que desprezo.<br />
Uma correção:Também João Paulo II esteve em Portugal 4 dias de 12  a 15 de Maio de 1982,quando ofereceu a bala á Virgem,e visitando os Santuarios Marianos de Vila Viçosa dia 14 e Sameiro terminando com uma missa no Porto e também nos Aliados dia 15.</p>
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