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	<title>Comentários em: A cerca do Mosteiro e a Feira das Colheitas</title>
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	<description>Ver, Ouvir e Ler os sinais de um mundo em permanente mudança.</description>
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		<title>Por: Custódio Gomes da Silva</title>
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		<dc:creator>Custódio Gomes da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 01:56:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meu caro Prof. José Cerca.
 Penso que o espaço a que se refere é sem dúvida, lugar carregado de simbolismo histórico que, não deve nem pode, ser tratado como o tem sido depois da saída do colégio salesiano de Arouca. A cerca do convento era o local onde outrora, monges e monjas procuravam a sua auto – suficiência alimentar. Foi-o de certo modo com os salesianos que daqui tiravam o que necessitavam e o transformaram em mercado de produtos hortícolas frescos na Vila de Arouca. Quando à algum tempo atrás entrei na cerca e reparei no abandono a que tinha sido sujeita, a tristeza que me invadiu interiormente foi fulminante. Precisa-se urgente de um projecto de reabilitação daquele espaço que o não descaracterize, que conserve o património ali construído e que mantenha a sua raiz histórica. Gostei de o ver pela feira das colheitas e senti-me bem durante as minhas horas de serviço no stand da confraria gastronómica da raça bovina arouquesa. A limpeza que ali foi feita realçou a sua beleza, mas gostaria de a ver verdejante, adornada com o lavadouro, fontanário e os edifícios de apoio restaurados.
 Penso que tudo que aqui escreveu é uma grande valia para acordar consciências adormecidas. As hortas sociais seria uma solução se alguém quisesse fazer emagrecer o seu orçamento familiar procurando ali, uma actividade complementar que em muito contribuía para a redução de despesa; mas a realidade que vivemos è bem diferente: Há pessoas que têem os quintais ao abandono e compram tudo nos mercados. Pode ser que a crise que se aproxima, cada vez mais feroz, nos traga de novo a vontade de voltar aos campos.
 È pena que, como aqui já foi referido, ali não funcione uma verdadeira escola agrícola que ensine os alunos a transformar a terra num lugar produtivo e asseado. Seria talvez a melhor solução para aquele espaço, se orientado por técnicos zelosos, mantendo a esperança de o tornar de novo num mercado de produtos hortícolas frescos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Prof. José Cerca.<br />
 Penso que o espaço a que se refere é sem dúvida, lugar carregado de simbolismo histórico que, não deve nem pode, ser tratado como o tem sido depois da saída do colégio salesiano de Arouca. A cerca do convento era o local onde outrora, monges e monjas procuravam a sua auto – suficiência alimentar. Foi-o de certo modo com os salesianos que daqui tiravam o que necessitavam e o transformaram em mercado de produtos hortícolas frescos na Vila de Arouca. Quando à algum tempo atrás entrei na cerca e reparei no abandono a que tinha sido sujeita, a tristeza que me invadiu interiormente foi fulminante. Precisa-se urgente de um projecto de reabilitação daquele espaço que o não descaracterize, que conserve o património ali construído e que mantenha a sua raiz histórica. Gostei de o ver pela feira das colheitas e senti-me bem durante as minhas horas de serviço no stand da confraria gastronómica da raça bovina arouquesa. A limpeza que ali foi feita realçou a sua beleza, mas gostaria de a ver verdejante, adornada com o lavadouro, fontanário e os edifícios de apoio restaurados.<br />
 Penso que tudo que aqui escreveu é uma grande valia para acordar consciências adormecidas. As hortas sociais seria uma solução se alguém quisesse fazer emagrecer o seu orçamento familiar procurando ali, uma actividade complementar que em muito contribuía para a redução de despesa; mas a realidade que vivemos è bem diferente: Há pessoas que têem os quintais ao abandono e compram tudo nos mercados. Pode ser que a crise que se aproxima, cada vez mais feroz, nos traga de novo a vontade de voltar aos campos.<br />
 È pena que, como aqui já foi referido, ali não funcione uma verdadeira escola agrícola que ensine os alunos a transformar a terra num lugar produtivo e asseado. Seria talvez a melhor solução para aquele espaço, se orientado por técnicos zelosos, mantendo a esperança de o tornar de novo num mercado de produtos hortícolas frescos.</p>
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		<title>Por: Custódio Gomes da Silva</title>
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		<dc:creator>Custódio Gomes da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 01:45:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meu caro Prof. José Cerca.
 Penso que o espaço a que se refere é sem dúvida, lugar carregado de simbolismo histórico que, não deve nem pode ser tratado como o tem sido, depois da saída do colégio salesiano de Arouca. A cerca do convento era o local onde outrora, monges e monjas procuravam a sua auto – suficiência alimentar. Foi-o de certo modo com os salesianos que daqui tiravam o que necessitavam e o transformaram em mercado de produtos hortícolas frescos na Vila de Arouca. Quando à algum tempo atrás entrei na cerca e reparei no abandono a que tinha sido sujeita, a tristeza que me invadiu interiormente foi fulminante. Precisa-se urgente de um projecto de reabilitação daquele espaço que o não descaracterize, que conserve o património ali construído e que mantenha a sua raiz histórica. Gostei de o ver pela feira das colheitas e senti-me bem durante as minhas horas de serviço no stand da confraria gastronómica da raça arouquesa. A limpeza que ali foi feita realçou a sua beleza, mas gostaria de a ver verdejante, adornada com o lavadouro, fontanário e os edifícios de apoio restaurados.
 Penso que tudo que aqui escreveu é uma grande valia para acordar consciências adormecidas. As hortas sociais seria uma solução se alguém quisesse fazer emagrecer o seu orçamento familiar procurando ali, uma actividade complementar que em muito contribuía para a redução de despesa; mas a realidade que vivemos è bem diferente: Há pessoas que têem os quintais ao abandono e compram tudo nos mercados. Pode ser que a crise que se aproxima, cada vez mais feroz, nos traga de novo a vontade de voltar aos campos.
 È pena que, como aqui já foi referido, ali não funcione uma verdadeira escola agrícola que ensine os alunos a transformar a terra num lugar produtivo e asseado. Seria talvez a melhor solução para aquele espaço, se orientado por técnicos zelosos, mantendo a esperança de o tornar de novo num mercado de produtos hortícolas frescos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Prof. José Cerca.<br />
 Penso que o espaço a que se refere é sem dúvida, lugar carregado de simbolismo histórico que, não deve nem pode ser tratado como o tem sido, depois da saída do colégio salesiano de Arouca. A cerca do convento era o local onde outrora, monges e monjas procuravam a sua auto – suficiência alimentar. Foi-o de certo modo com os salesianos que daqui tiravam o que necessitavam e o transformaram em mercado de produtos hortícolas frescos na Vila de Arouca. Quando à algum tempo atrás entrei na cerca e reparei no abandono a que tinha sido sujeita, a tristeza que me invadiu interiormente foi fulminante. Precisa-se urgente de um projecto de reabilitação daquele espaço que o não descaracterize, que conserve o património ali construído e que mantenha a sua raiz histórica. Gostei de o ver pela feira das colheitas e senti-me bem durante as minhas horas de serviço no stand da confraria gastronómica da raça arouquesa. A limpeza que ali foi feita realçou a sua beleza, mas gostaria de a ver verdejante, adornada com o lavadouro, fontanário e os edifícios de apoio restaurados.<br />
 Penso que tudo que aqui escreveu é uma grande valia para acordar consciências adormecidas. As hortas sociais seria uma solução se alguém quisesse fazer emagrecer o seu orçamento familiar procurando ali, uma actividade complementar que em muito contribuía para a redução de despesa; mas a realidade que vivemos è bem diferente: Há pessoas que têem os quintais ao abandono e compram tudo nos mercados. Pode ser que a crise que se aproxima, cada vez mais feroz, nos traga de novo a vontade de voltar aos campos.<br />
 È pena que, como aqui já foi referido, ali não funcione uma verdadeira escola agrícola que ensine os alunos a transformar a terra num lugar produtivo e asseado. Seria talvez a melhor solução para aquele espaço, se orientado por técnicos zelosos, mantendo a esperança de o tornar de novo num mercado de produtos hortícolas frescos.</p>
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		<title>Por: Helena Ferreira</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2011/09/26/a-cerca-do-mosteiro-e-a-feira-das-colheitas/comment-page-1/#comment-20599</link>
		<dc:creator>Helena Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 10:44:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gostei dos comentários e sobretudo da sugestão de se fazer a feira do lavrador na cerca, enquanto das obras da praça. Parabens pelo trabalho e continue. Helena]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei dos comentários e sobretudo da sugestão de se fazer a feira do lavrador na cerca, enquanto das obras da praça. Parabens pelo trabalho e continue. Helena</p>
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		<title>Por: Americo Mendes Dias</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2011/09/26/a-cerca-do-mosteiro-e-a-feira-das-colheitas/comment-page-1/#comment-20591</link>
		<dc:creator>Americo Mendes Dias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 14:02:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Zé Maria, estive lá. Recordei com muitas saudades o tempo dos salesianos. Foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido na Feira das Colheitas com a promessa que para o ano lá estarei. Abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé Maria, estive lá. Recordei com muitas saudades o tempo dos salesianos. Foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido na Feira das Colheitas com a promessa que para o ano lá estarei. Abraço.</p>
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		<title>Por: jcerca</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2011/09/26/a-cerca-do-mosteiro-e-a-feira-das-colheitas/comment-page-1/#comment-20587</link>
		<dc:creator>jcerca</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 18:23:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Obrigado, Jorge, pelas tuas oportunas achegas ao meu texto. Penso que os arouquenses têm obrigação de ver preservado e rentabilizado o vasto património, quer dentro, quer adjacente ao nosso ex-libris, como é o caso da cerca conventual, outrora autêntico jardim produtivo através das  mãos trabalhadoras e cuidadosas dos salesianos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Jorge, pelas tuas oportunas achegas ao meu texto. Penso que os arouquenses têm obrigação de ver preservado e rentabilizado o vasto património, quer dentro, quer adjacente ao nosso ex-libris, como é o caso da cerca conventual, outrora autêntico jardim produtivo através das  mãos trabalhadoras e cuidadosas dos salesianos.</p>
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