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	<title>Comentários em: A CERCA DO MOSTEIRO DE AROUCA</title>
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	<description>Ver, Ouvir e Ler os sinais de um mundo em permanente mudança.</description>
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		<title>Por: José Quaresma</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2011/10/03/a-cerca-do-mosteiro-de-arouca/comment-page-1/#comment-23686</link>
		<dc:creator>José Quaresma</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 13:21:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tomo um pouco deste espaço para dizer o seguinte: 
- A minha família materna, foi praticamente desenvolvida e educada na Cerca. Julgo mesmo que alguns membros tenham nascido na casa da Cerca. Daí o apelido da minha avó materna de Aninhas da Cerca mas, também viveu e faleceu o Justino do Vale Quaresma.
Em minha opinião, seria de perservar este local que já foi endereço postal, como um símbolo histórico pelas diversas actividades que aí se desenvolveram. As &quot;hortas sociais serão um benefício público sem dúvida e há que desenvolver a ideia. Quanto ao tornar público o espaço, não sei até que ponto será óptimo mas, considerando o benefício e o malefício destrutivo da má utilização mesmo que involuntária, será de repensar a ideia e procurar alternativa da aplicação do intuíto. Julgo sem monosprezar os mentores da ideis que, 
qualificar o dito espaço em obra de exemplo e mostra, mantendo sempre como  ex-líbris da nossa agricultura que sempre primou como sendo a base da sobrevivência dos naturais de Arouca sem que se coloque à margem os mineiros que em determinado tempo da nossa história, também foram os mentores de tal. Concordo mas se pensarmos bem não será o melhor mas o adequado ao momento. Boa sorte Arouca!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tomo um pouco deste espaço para dizer o seguinte:<br />
- A minha família materna, foi praticamente desenvolvida e educada na Cerca. Julgo mesmo que alguns membros tenham nascido na casa da Cerca. Daí o apelido da minha avó materna de Aninhas da Cerca mas, também viveu e faleceu o Justino do Vale Quaresma.<br />
Em minha opinião, seria de perservar este local que já foi endereço postal, como um símbolo histórico pelas diversas actividades que aí se desenvolveram. As &#8220;hortas sociais serão um benefício público sem dúvida e há que desenvolver a ideia. Quanto ao tornar público o espaço, não sei até que ponto será óptimo mas, considerando o benefício e o malefício destrutivo da má utilização mesmo que involuntária, será de repensar a ideia e procurar alternativa da aplicação do intuíto. Julgo sem monosprezar os mentores da ideis que,<br />
qualificar o dito espaço em obra de exemplo e mostra, mantendo sempre como  ex-líbris da nossa agricultura que sempre primou como sendo a base da sobrevivência dos naturais de Arouca sem que se coloque à margem os mineiros que em determinado tempo da nossa história, também foram os mentores de tal. Concordo mas se pensarmos bem não será o melhor mas o adequado ao momento. Boa sorte Arouca!</p>
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	<item>
		<title>Por: jcerca</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2011/10/03/a-cerca-do-mosteiro-de-arouca/comment-page-1/#comment-20644</link>
		<dc:creator>jcerca</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 14:24:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Comentário de Custódio Gomes da Silva

Meu caro Prof. José Cerca.
 Penso que o espaço a que se refere é sem dúvida, lugar carregado de simbolismo histórico que, não deve nem pode, ser tratado como o tem sido depois da saída do colégio salesiano de Arouca. A cerca do convento era o local onde outrora, monges e monjas procuravam a sua auto – suficiência alimentar. Foi-o de certo modo com os salesianos que daqui tiravam o que necessitavam e o transformaram em mercado de produtos hortícolas frescos na Vila de Arouca. Quando à algum tempo atrás entrei na cerca e reparei no abandono a que tinha sido sujeita, a tristeza que me invadiu interiormente foi fulminante. Precisa-se urgente de um projecto de reabilitação daquele espaço que o não descaracterize, que conserve o património ali construído e que mantenha a sua raiz histórica. Gostei de o ver pela feira das colheitas e senti-me bem durante as minhas horas de serviço no stand da confraria gastronómica da raça bovina arouquesa. A limpeza que ali foi feita realçou a sua beleza, mas gostaria de a ver verdejante, adornada com o lavadouro, fontanário e os edifícios de apoio restaurados.
 Penso que tudo que aqui escreveu é uma grande valia para acordar consciências adormecidas. As hortas sociais seria uma solução se alguém quisesse fazer emagrecer o seu orçamento familiar procurando ali, uma actividade complementar que em muito contribuía para a redução de despesa; mas a realidade que vivemos è bem diferente: Há pessoas que têem os quintais ao abandono e compram tudo nos mercados. Pode ser que a crise que se aproxima, cada vez mais feroz, nos traga de novo a vontade de voltar aos campos.
 È pena que, como aqui já foi referido, ali não funcione uma verdadeira escola agrícola que ensine os alunos a transformar a terra num lugar produtivo e asseado. Seria talvez a melhor solução para aquele espaço, se orientado por técnicos zelosos, mantendo a esperança de o tornar de novo num mercado de produtos hortícolas frescos.
Custódio Gomes da Silva]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentário de Custódio Gomes da Silva</p>
<p>Meu caro Prof. José Cerca.<br />
 Penso que o espaço a que se refere é sem dúvida, lugar carregado de simbolismo histórico que, não deve nem pode, ser tratado como o tem sido depois da saída do colégio salesiano de Arouca. A cerca do convento era o local onde outrora, monges e monjas procuravam a sua auto – suficiência alimentar. Foi-o de certo modo com os salesianos que daqui tiravam o que necessitavam e o transformaram em mercado de produtos hortícolas frescos na Vila de Arouca. Quando à algum tempo atrás entrei na cerca e reparei no abandono a que tinha sido sujeita, a tristeza que me invadiu interiormente foi fulminante. Precisa-se urgente de um projecto de reabilitação daquele espaço que o não descaracterize, que conserve o património ali construído e que mantenha a sua raiz histórica. Gostei de o ver pela feira das colheitas e senti-me bem durante as minhas horas de serviço no stand da confraria gastronómica da raça bovina arouquesa. A limpeza que ali foi feita realçou a sua beleza, mas gostaria de a ver verdejante, adornada com o lavadouro, fontanário e os edifícios de apoio restaurados.<br />
 Penso que tudo que aqui escreveu é uma grande valia para acordar consciências adormecidas. As hortas sociais seria uma solução se alguém quisesse fazer emagrecer o seu orçamento familiar procurando ali, uma actividade complementar que em muito contribuía para a redução de despesa; mas a realidade que vivemos è bem diferente: Há pessoas que têem os quintais ao abandono e compram tudo nos mercados. Pode ser que a crise que se aproxima, cada vez mais feroz, nos traga de novo a vontade de voltar aos campos.<br />
 È pena que, como aqui já foi referido, ali não funcione uma verdadeira escola agrícola que ensine os alunos a transformar a terra num lugar produtivo e asseado. Seria talvez a melhor solução para aquele espaço, se orientado por técnicos zelosos, mantendo a esperança de o tornar de novo num mercado de produtos hortícolas frescos.<br />
Custódio Gomes da Silva</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Jorge Amorim</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2011/10/03/a-cerca-do-mosteiro-de-arouca/comment-page-1/#comment-20636</link>
		<dc:creator>Jorge Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 22:42:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tal como já referi num anterior post, a ideia de revitalizar a Cerca, tem todo o mérito e pertinência, quase diria, seja ela qual for.
Mas os talhões sociais, tal como refere o Brandão Pinho anteriormente, pode não ser muito salutar (ainda que bonito e útil). Digamos que poderá ser melhor explorada e a ideia que ele apresenta contempla tudo isso e é de facto muito rica em termos culturais. E isso não invalida que não sejam particulares a desenvolverem as actividades por ele referidas, de forma viva mas coordenada e não a seu belo prazer.
Mas volto a referir, parte dos terrenos poderiam ser usados em contextos de formação de agricultura com hortas biológicas ou não. Seria muito enriquecedor em todos os sentidos e juntava-se tudo num só espaço mais os &quot;Domingos do agricultor&quot; que até poderiam ser semanais.

Jorge Amorim]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tal como já referi num anterior post, a ideia de revitalizar a Cerca, tem todo o mérito e pertinência, quase diria, seja ela qual for.<br />
Mas os talhões sociais, tal como refere o Brandão Pinho anteriormente, pode não ser muito salutar (ainda que bonito e útil). Digamos que poderá ser melhor explorada e a ideia que ele apresenta contempla tudo isso e é de facto muito rica em termos culturais. E isso não invalida que não sejam particulares a desenvolverem as actividades por ele referidas, de forma viva mas coordenada e não a seu belo prazer.<br />
Mas volto a referir, parte dos terrenos poderiam ser usados em contextos de formação de agricultura com hortas biológicas ou não. Seria muito enriquecedor em todos os sentidos e juntava-se tudo num só espaço mais os &#8220;Domingos do agricultor&#8221; que até poderiam ser semanais.</p>
<p>Jorge Amorim</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. J. Brandão de Pinho</title>
		<link>http://mirante.aroucaonline.com/2011/10/03/a-cerca-do-mosteiro-de-arouca/comment-page-1/#comment-20631</link>
		<dc:creator>A. J. Brandão de Pinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 18:09:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mirante.aroucaonline.com/?p=2592#comment-20631</guid>
		<description><![CDATA[Caro Prof. Cerca,

Todas as ideias para devolver alguma vida e utilidade à Cerca do Mosteiro parecem-me de saudar e a iniciativa de um debate sobre a questão parece-me de aplaudir. Esta sua ideia parece-me ter os seus méritos. Contudo, há muito que defendo, como há muito escrevi, que aquele espaço deveria servir para complementar um verdadeiro Museu Etnográfico de Arouca (refiro-me à antiga intenção de se conceber um Museu Etnográfico e não ao Museu Municipal, que querendo albergar tudo, alberga muito pouco e não cumpre o desiderato a que se propôs), naquilo que diz respeito às suas actividades tipicamente de exterior. Nomeadamente à instalação de um moinho em funcionamento, um canastro, palheiro e eira com todas as alfaias e uma cozinha à moda antiga, onde se pudesse conceber todo o ciclo da cultura do milho até à cozedura do pão. O mesmo para o linho. O mesmo para as compotas de fruta. O mesmo para o vinho. O mesmo para o mel. Quiça o mesmo para o azeite. No fundo, tornar permanente muito do temporário que por lá se vai fazendo por altura da Feira das Colheitas. E até mesmo um pequeno estábulo com espécies animais mais características de Arouca.
No entanto, esta minha ideia não constitui qualquer obstaculo àquilo que ora defende, podendo mesmo complementá-la. Do que ora defende e propõe apenas discordo da possibilidade dos destinatários/beneficiários temporários dos ditos talhões poderem ser pessoas particulares. Não resulta! Até porque não haverá interesse. Se particulares houver ou venham a haver com tais necessidades, parece-me que a solução, por várias razões, será mais viável no âmbito das relações particulares e privadas. Se os destinatários/beneficiários temporários do programa forem associações e/ou instituições de solidariedade social, talvez resulte.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Prof. Cerca,</p>
<p>Todas as ideias para devolver alguma vida e utilidade à Cerca do Mosteiro parecem-me de saudar e a iniciativa de um debate sobre a questão parece-me de aplaudir. Esta sua ideia parece-me ter os seus méritos. Contudo, há muito que defendo, como há muito escrevi, que aquele espaço deveria servir para complementar um verdadeiro Museu Etnográfico de Arouca (refiro-me à antiga intenção de se conceber um Museu Etnográfico e não ao Museu Municipal, que querendo albergar tudo, alberga muito pouco e não cumpre o desiderato a que se propôs), naquilo que diz respeito às suas actividades tipicamente de exterior. Nomeadamente à instalação de um moinho em funcionamento, um canastro, palheiro e eira com todas as alfaias e uma cozinha à moda antiga, onde se pudesse conceber todo o ciclo da cultura do milho até à cozedura do pão. O mesmo para o linho. O mesmo para as compotas de fruta. O mesmo para o vinho. O mesmo para o mel. Quiça o mesmo para o azeite. No fundo, tornar permanente muito do temporário que por lá se vai fazendo por altura da Feira das Colheitas. E até mesmo um pequeno estábulo com espécies animais mais características de Arouca.<br />
No entanto, esta minha ideia não constitui qualquer obstaculo àquilo que ora defende, podendo mesmo complementá-la. Do que ora defende e propõe apenas discordo da possibilidade dos destinatários/beneficiários temporários dos ditos talhões poderem ser pessoas particulares. Não resulta! Até porque não haverá interesse. Se particulares houver ou venham a haver com tais necessidades, parece-me que a solução, por várias razões, será mais viável no âmbito das relações particulares e privadas. Se os destinatários/beneficiários temporários do programa forem associações e/ou instituições de solidariedade social, talvez resulte.</p>
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