Porteiro da EscolaE.B.2,3 de Arouca agredido

por jcerca em 16 de Março de 2009

Na passada 6ªfeira, dia 13 de Março, ao fim da tarde, o porteiro da Escola E.B.2,3 de Arouca, que se encontrava no exercício da sua função, à entrada daquele estabelecimento de ensino, foi agredido por um ex-aluno.

Com 16 anos de idade, esse aluno já tinha sido alvo de vários processos disciplinares, no passado ano lectivo, enquanto frequentava o 6º ano na E.B.2,3 de Arouca, tornando-se conhecido em toda a escola pelo seu mau comportamento, pela sua desobediência e pela sua agressividade, tendo por várias vezes sido advertido pelo Conselho Executivo, chegando mesmo a estar suspenso daquelas escola por alguns dias.

Tendo transitado para a Escola Secundária onde frequentava um Curso de Educação e Formação (CEF) na área de instalação e reparação de computadores, este aluno já tinha sido objecto de várias participações, no presente ano lectivo, devido também ao seu mau comportamento, acabando por faltar sistematicamente às aulas.

Causas da agressão.

Estando a frequentar a Escola E.B.2,3 de Arouca num CEF de Madeiras uma aluna, ao que parece, sua namorada, ao pretender sair da escola para ir ter com o seu suposto namorado, foi proibida pelo porteiro, uma vez que o seu cartão electrónico não possuía autorização para sair àquela hora.

O namorado, ao saber do sucedido, terá logo vindo à escola para ajustar contas com o referido funcionário, mas como este ainda não se encontrava ao serviço terá proferido ameaças contra ele, informando que voltaria para lhe dar “umas bofetadas”.

E a agressão concretizou-se na passada 6ªfeira quando o referido funcionário ocupava o seu posto de trabalho controlando a entrada e saída das pessoas naquela escola.

O agressor entra pelo portão, dirige-se ao funcionário, dando-lhe imediatamente um murro que o tombou. Mesmo caído no chão pontapeia-o, chegando mesmo a partir-lhe os óculos. Acorrem várias pessoas mas o agressor foge.

O Conselho Executivo da escola, ao tomar conhecimento da ocorrência, participou a agressão à GNR, bem como à Escola Segura.

José Cerca

Publicado no Semanário “Discurso Directo” nº 46 de 20 de Março de 2009

{ 8 comentários… lê abaixo ouadiciona }

1 Pedro Sousa 16 de Março de 2009 às 18:43

Espero que este caso seja tratado de forma exemplar e que esse vagabundo insolente sinta na pele a justiça a funcionar. Não a justiça escolar… a justiça “policial”.

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2 Fátima Reimão 17 de Março de 2009 às 7:03

16 anos? Menor? Será que vai ter o castigo merecido?

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3 ines brandao almeida 17 de Março de 2009 às 17:52

Claro que tem que ser castigado, punido ou até expulso…mas…Será culpa dele? Será da sociedade? ou será dos pais? cuidado pais não cuspam para o ar…pois cada vez mais vejo crianças, sim crianças com dois tres anos a mandar nos pais é incrivel como os pais lhes obdecem sem dó nem piedade parecem cordeirinhos…atenção pais eles precisam de autoridade para se formarem como pessoas…nao sejam “vulgares” como pais e depois não digam “não foi assim que eduquei o meu filho…

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4 Fátima T. 19 de Março de 2009 às 11:34

Triste cenário este, já chegou a anarquia á nossa linda terra.
Se o rapaz já foi expulso várias vezes das escolas, porque não vai para uma casa de correcção?

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5 Cristiana Ferreira 24 de Março de 2009 às 10:29

Eu não sei o que aconteceu mas espero que o rapaz seja castiga pelo que fez

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6 Frank 26 de Março de 2009 às 18:52

Impressionante que nos dias de hoje ainda exista gente tão burra. Gostava mais do tempo em que os professores podiam “por a mão na massa”. Agora não se pode tocar nos meninos..

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7 ines brandão 10 de Abril de 2009 às 12:03

parabéns professor cerca!!

este site é lindo!

beijos para o 5ºF, principalmente para o prof. António Casqueiro, para a Cátia, para a Tatiana e para a Liliana!!!

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8 Armando Martins 28 de Maio de 2009 às 10:32

estou convencido que a culpa não é só do agressor, afinal que princípios teve ele? tendo sido advertido pelo consselho directivo da escola, porque é que ainda não se tomaram medidas no sentido de perceber o problema da agressividade deste jovem? fazelo perceber que nunca se resolve as coisas com agressão física mas sim com dialogo. Se ninguém o ajudar, que futuro será o dele ? Mas quero que fique claro que na minha opinião, se deva fazer justiça, quanto mais não seja para exemplo dos colegas.

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