Visitando mosteiros Cistercienses

por jcerca em 18 de Maio de 2012

 No dia 17 de maio do Ano Europeu do envelhecimento ativo, a ASARC (Academia Sénior de Arouca), sob orientação do professor de História, Dr. Afonso Veiga, realizou uma visita de estudo a dois importantes mosteiros cistercienses masculinos, situados na região beirã. Depois de terem  visitado, o ano passado, o principal Mosteiro Cisterciense português, em Alcobaça, a visita deste ano teve como destino o Mosteiro de S.João de Tarouca, considerado o mais antigo mosteiro cisterciense de  Portugal e o Mosteiro de Santa Maria de Salzedas.

Se em Tarouca a visita se limitou ao que ainda resta do Mosteiro, a igreja, onde os alunos séniores puderam admirar o cadeiral, o órgão, a célebre pintura “S.Pedro”  atribuída a Grão Vasco e o túmulo de D.Pedro  Afonso, conde de Barcelos, considerado o maior sarcófago português, já em Salzedas, além da igreja, tiveram ocasião de visitar o Núcleo Museológico recentemente aberto ao público e ainda a Judiaria, o bairro judeu à espera de ser recuperado.

Destinada aos alunos de História da ASARC, esta visita teve uma primeira paragem no planalto beirão para os visitantes conhecerem o Santuário da Lapa e escutarem, pela voz de um dos sacerdotes que dão apoio nesse santuário,Pe. Aniceto Morgado, algumas das lendas ligadas a este importante local de peregrinação mariana.

Seguiu-se uma paragem mais longa na quinta de S.Estevão, no lugar de Sequeiros, em Moimenta da Beira, para os visitantes apreciarem a gastronomia das terras beirãs, que a todos deliciou.

Refira-se que no próximo dia 23 de junho a ASARC realizará uma visita alargada a todos os seus alunos, à cidade de Guimarães, Capital Europeia da Cultura, durante o presente Ano Europeu do Envelhecimento ativo.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº209 de 25 de maio de 2012

 

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1 Bernardo Almeida Pereira Carmo 19 de Maio de 2012 às 11:46

Evidentemente que a Visita de Estudo teria que correr muito bem, não só pelas qualidades humanas dos participantes, mas também pelo acompanhamento e orientação dos mesmos. Ter por companhia o Prof. Afonso Veiga é uma vantagem incomum e não ao alcance da maioria das instituições ligadas aos séniores. O itinenário foi óptimo, a gastronomia, por gentil informação, esteve opípera e o regresso prolongou-se em alegria contagiante. Coitado de qualquer restaurante que receba tão ilustres visitantes!…
A reportagem esteve dentro dos parâmetros e estilo convenientes, pelo que os participantes estão de parabéns!
BPC

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