Conhecer, caminhar e conviver foram estas as três principais linhas de orientação que levaram um grupo de alunos da ASARC a passarem o dia 25 de junho na Serra da Freita.
Sob a orientação cognitiva do prof de História, Dr. Afonso Veiga, esta jornada na Serra da Freita começou por uma visita a dois dos monumentos megalíticos localizados na serra, a portela da Anta e a mamoa de Monte Calvo, bem como a observação de um dos fenómenos geológicos da Serra, as pedras boroas e a contemplação de uma das mais famosas belezas da Serra, a frecha da Mijarela.
Um outro momento de interesse histórico foi a interpretação de duas lápides antigas, junto ao cemitério de Albergaria da Serra, contendo inscrições gravadas em pedra e referentes à existência de uma albergaria que serviria de apoio e de repouso aos transeuntes que utilizavam o caminho entre Coimbra e Lamego e que terá dado origem ao nome desta localidade serrana.
Depois de conhecerem estas dados históricos e porque o dia estava excelente e a Serra convidava a fazê-lo, deu-se início a uma caminhada, seguindo partes de alguns dos percursos pedestres da Serra da Freita. Esta caminhada conduziu os pedestrianistas a um dos abrigos da Freita onde teve lugar um agradável momento de convívio e de partilha de farnéis.
No Ano Europeu do Envelhecimento ativo e do relacionamento entre gerações, esta jornada da ASARC na Serra da Freita, que contou também com a presença de alguns netos, foi a demonstração prática como é possível e desejável pôr em ação a temática e os objetivos deste Ano Europeu, envolvendo cultura, exercício físico e convívio social.
José Cerca
Publicado no semanário “Discurso Directo” nº215 de 16de julho de 2012


