MEMÓRIAS PAROQUIAIS DE 1758

por jcerca em 18 de Julho de 2019

Uma interessante conversa

Estas “Memórias Paroquiais” desconhecidas da maior parte do público, incluindo os arouquenses, representam um retrato curioso e bastante pormenorizado, em muitos casos, sobre a realidade da sociedade portuguesa logo após o terramoto de 1755.

Na origem destas “Memórias Paroquiais” esteve um aviso de 18 de janeiro de 1758 do Secretário de Estado dos Negócios do Reino, Sebastião José de Carvalho e Melo, que enviou para todos os párocos do reino, um questionário, composto por 70 perguntas, sobre as paróquias e povoações, pedindo as suas descrições geográficas, demográficas, históricas, económicas e administrativas, para além da questão dos estragos provocados pelo terramoto de 1 de novembro de 1755.

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Reconhecendo a importância desta curiosa recolha de informações, Porfírio Correia, Diretor do Arquivo Distrital de Aveiro, esteve em Arouca, no dia 16 de julho para uma interessante conversa sobre estas “Memórias Paroquiais” referentes a todas as paróquias do Concelho de Arouca em meados do sec.XVIII.

Esta conversa começou com a projecção de um pequeno vídeo realizado pelo Arquivo Distrital de Aveiro sobre “Notáveis da minha terra” onde são apresentados alguns dados bibliográfico sobre um conjunto de arouquenses que se notabilizaram pela sua dedicação à comunidade arouquense, nos mais diversos sectores.

Porfírio Correia que estudou profundamente estas “Memórias Paroquiais”, começou por esclarecer que antes deste singular inquérito já tinha havido um outro, cinco anos antes, mas cujo resultado desapareceu, quase completamente, com o terramoto de 1755.

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Reunidas em 44 volumes, ordenados alfabeticamente, estas Memórias Paroquiais  constituem  “uma fonte de informação incontornável para a realização de estudos de história local”, bem como para investigações sobre o século XVIII português, nas mais diversas áreas, como sejam a organização administrativa, judicial, ou eclesiástica, a demografia, a geografia, as actividades económicas, etc.

Reportando-se ao caso de Arouca o Director do Arquivo Distrital de Aveiro informou que as respostas elaboradas pelos párocos ao interrogatório, solicitando informações sobre as suas paróquias, após o terramoto de 1755, foram dadas por todos os párocos no prazo de dois meses, muito embora uns respondessem de uma maneira mais exaustiva do que outros. Além de algumas respostas muito curiosas, nestas Memórias referentes ao espaço arouquense encontram-se interessantes informações relativas às localidades em si, às serras,  aos rios, ao relevo, às distâncias, às confrontações, ao número de habitantes, à estrutura eclesiástica e vivência religiosa de então. Esta importante documentação fornece ainda dados sobre as principais actividades económicas, nomeadamente, agrícolas, e as rendas pagas ao Mosteiro de Arouca, bem como a referência a alguns danos provocados pelo terramoto de 1755 que, em Arouca se resumem à queda de duas “pirâmides” no Mosteiro de Arouca.

Pela análise destas Memórias é visível o poder da Abadessa junto dos párocos, bem como a grande influência do Mosteiro em todo este território, queixando-se alguns párocos da excessiva carga tributária, chegando um deles (Tropeço) a dizer que o que mais se recolhe na sua paróquia é a “fome”.

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Refira-se, a concluir, que todo este grande manancial informativo, referente a meados do sec.VXIII, se encontra disponível, em forma digital, na Torre do Tombo, apoiado por um mui útil índice que compõe todo o volume 44. (http://antt.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/17/2008/09/Memorias-paroquiais-indice-final-2014.pdf)

José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº497 de  26 de julho de 2019

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ATRIBUIÇÃO PÚBLICA DE SUBSÍDIOS

por jcerca em 17 de Julho de 2019

Com o salão nobre da Câmara Municipal de Arouca completamente cheio realizou-se, ao fim da tarde do dia 16 de julho, a cerimónia da  entrega dos subsídios que a Autarquia decidiu atribuir às Associações e demais Instituições sociais do Concelho de Arouca. 370 mil euros foram atribuídos  a cerca de 75 Associações concelhias na área cultural, desportiva e social.

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As Associações contempladas com subsídios acima dos 1.500 euros assinaram um protocolo de colaboração com a Câmara.

Estiveram presentes neste acto público a Presidente da Câmara, Margarida Belém, bem como a vereadora do respectivo pelouro, Fernanda Oliveira.

A Presidente da Câmara justificou esta sessão pública para a atribuição dos subsídios, não só para agilizar o processo do respectivo pagamento, como também para permitir um melhor conhecimento entre as entidades subsidiadas.

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Reconheceu ainda a Presidente da Câmara que os valores atribuídos nunca serão os suficientes para os beneficiados, mas eles representam o contributo possível do Município para ir ao encontro do esforço das numerosas Associações espalhadas pelo Concelho de Arouca. Garantiu ainda que o trabalho de avaliação feito por uma Comissão para o efeito, baseado na análise da documentação apresentada pelos candidatos, foi o mais justo possível.

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José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº497 de  26 de julho de 2019

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EXPOSIÇÃO DE ANTIFONÁRIOS

por jcerca em 12 de Julho de 2019

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Com a presença da Presidente da Câmara, Drª Margarida Belém e do Juiz da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, Dr. Carlos Brito, abriu, ao fim da tarde do dia 12 de julho, o evento “Retratos do Barroco” com a exposição de 4 dos 26 antifonários que fazem parte do acervo histórico do Mosteiro de Arouca, à guarda da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, na sala do Arquivo Histórico do Museu de Arte Sacra de Arouca.

A quantidade de documentos, nomeadamente de manuscritos litúrgicos e musicais guardados nesse arquivo histórico comprova o papel importante que a música teve na vida litúrgica da comunidade religiosa deste grande mosteiro cisterciense, importância  essa comprovada ainda, com o belo exemplar do órgão ibérico, instalado em 1743 no coro alto do Mosteiro de Arouca.

Foi por isso que Margarida Belém referiu, no momento da abertura da exposição, que era um privilégio podermos visualizar a riqueza destes antifonários e admirar a beleza das suas iluminuras, agradecendo à Real Irmandade essa possibilidade que nos deu.

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Por sua vez, Carlos Brito referiu algumas características dos dois antifonários abertos, todos com texto manuscrito e em latim, sobre folhas feitas com pele de animais (ovelhas, carneiros, cabra e cordeiros)  datados, um de 1746 e o outro de 1667, chamando a atenção para o colorido das iluminuras das capitulares. São livros de grande porte atingindo as dimensões máximas de 700x540mm e que eram colocados nas grandes estantes ainda existentes no cadeiral das freiras, para a reza dos diversos ofícios ao longo do dia.

Quanto aos outros dois antifonários fechados, Carlos Brito chamou a atenção para a respectiva encadernação com pasta de madeira revestida a couro e para o pormenor das aplicações metálicas em bronze na capa de cada antifonário.

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Esta exposição deu início ao evento “Retratos do barroco” que se prolongará até ao dia 17 de julho com um conjunto diversificado de actividades, entre as quais podemos destacar a I bienal de Organistas no Mosteiro de Arouca, o jantar barroco nos claustros superiores do Mosteiro, uma Mostra de doçaria conventual e de licores, bem como a realização de vários Workshops.

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Todo este conjunto de actividades culminará com mais uma edição da Recriação histórica que decorrerá entre 19 a 21 de julho e que nos levará ao tempo em que as monjas habitavam o Mosteiro.

José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº497 de  26 de julho de 2019

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PASSEIO ANUAL DA ASARC

por jcerca em 28 de Junho de 2019

Teve lugar nos dias 25 e 26 de Junho o passeio anual da Academia Sénior de Arouca, com destino ao Nordeste transmontano.

Como vem sendo habitual, no final de cada ano, esta actividade, além de um bom momento de alegre convívio entre todos os participantes, proporciona também momentos de enriquecimento cultural, através de diversas visitas que integram o programa desse passeio.

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O primeiro desses momentos teve lugar na cidade de Mirandela, com a visita ao Museu da oliveira e do azeite, aberto ao público em 2017 e no qual estão expostos alguns equipamentos oriundos de lagares de azeite da região transmontana.

Sendo Mirandela bem conhecida pelas suas famosas alheiras, os alunos da Academia Sénior tiveram também ocasião, não só de conhecerem o fabrico original da alheira, como também de provarem e adquirirem esse produto gastronómico mirandelense.

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Após o almoço, e depois de uma pequena digressão pela cidade do Tua, seguiu-se para Bragança onde teve lugar mais um interessante momento cultural, através da visita a duas exposições no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais.

“Olhos azuis do mar” foi a primeira dessas exposições composta por um conjunto de trabalhos de Graça Morais realizados, durante vários meses, em 2005, num atelier improvisado, em Sines, onde a artista conviveu com a comunidade de pescadores e onde observou e transportou para as obras os barcos, a lota, as gaivotas e os peixes. Para uma melhor compreensão do trabalho criativo destas obras muito contribuiu a explicação do guia.

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Num estilo completamente diferente, mas muito original foi a exposição do escultor Zadok Ben-David, natural do Iémen, mas a viver em Israel. “Pessoas que vi, mas nunca conheci” (People I saw but never met) é o título desta exposição, a maior instalada em Portugal, deste artista israelita.

Composta por cerca de 4 mil silhuetas humanas em alumínio e inox, esta exposição pretende retratar  a diversidade de etnias, idiomas, tradições, culturas e religiões e é fruto de inúmeras viagens que o artista fez por mais de 20 países.

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No 2º dia, após o pequeno-almoço no hotel Ibis, uma subida ao monte de S.Bartolomeu, a 820 metros de altitude e de cujo miradouro se pode admirar uma bela vista sobre a cidade de Bragança e a região de Trás-os-Montes. Daí os visitantes seniores seguiram para a aldeia de Rio de Onor, uma aldeia raiana inserida no parque natural de Montesinho. Integrada também neste parque natural está a aldeia de Gimonde onde os turistas seniores pararam para saborear a posta transmontana, servida num dos restaurantes locais.

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Depois do almoço, nova paragem para visitar a Casa do Careto na aldeia de Podence em Macedo de Cavaleiros. Inaugurada em 2004, a Casa do Careto pretende preservar a tradição cultural e etnográfica dos caretos e do Entrudo chocalheiro.

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O itinerário deste passeio anual da Asarc contemplou ainda uma breve paragem em Amarante, o que permitiu, não só admirar a beleza que o rio Tâmega confere a esta cidade, como também visitar a igreja e o Convento de São Gonçalo.

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº496 de  12 de julho de 2019

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REVIVER O PASSADO, FORTALECER O PRESENTE

por jcerca em 3 de Junho de 2019

Encontro de Antigos Alunos Salesianos em Arouca

A Federação Nacional dos Alunos de D.Bosco escolheu Arouca para o encontro nacional deste ano. E a escolha está mais do que justificada, pois Arouca acolheu, em espaços do seu Mosteiro, a Obra Salesiana entre 1960 a 1982, tendo aí funcionado o Colégio Salesiano, por onde passaram, não só, muitos arouquenses, como também numerosos alunos, oriundos, sobretudo das Beiras e do Norte de Portugal.

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Momento de saudação e de reflexão

O programa do encontro que decorreu nos dias 1 e 2 de Junho de 2019, foi, no dizer de alguém, talvez o melhor programa de sempre, em encontros como este, mas foi também aquele que  congregou o pior número de participantes, apesar de ter sido grande e insistente a sua divulgação. A percentagem da abstenção terá ultrapassado mesma a das eleições europeias!

A recepção dos participantes teve lugar no auditório da Loja Interactiva de Turismo de Arouca, onde surgiu a primeira e agradável surpresa com a inesperada presença do padre João Bosco para dar as boas-vindas aos participantes que, à medida que iam chegando, eram acolhidos por um simpático grupo de jovens do MJS do Centro Juvenil Salesiano de Arouca.

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Após a mensagem de D.Bosco aos participantes teve lugar um momento de reflexão sobre “o cristão e a política” apresentado pelo Delegado nacional da Família salesiana, Pe. Joaquim Taveira.

Partindo de um texto do séc. II, considerado uma “Jóia da antiguidade cristã”, a carta a Diogneto, de autor anónimo, o Pe. Taveira começou por acentuar a importância deste precioso fragmento da primitiva experiência cristã, salientando o esforço de diálogo da Igreja dessa época com a cultura circunstante, o que ainda confere a este texto uma grande actualidade.

Ao longo da sua palestra, e na sequência desse fragmento dos primórdios do cristianismo, o Delegado da família salesiana abordou ainda a transformação do mundo pelo cristão, bem como o papel de D.Bosco na transformação da sociedade da sua época, através da Congregação que fundou e cujo principal objectivo é levar Cristo aos jovens para salvação de suas almas: “da Mihi animas, coetere tolle”.

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Evocando o conhecido desejo de D.Bosco em fazer dos seus jovens “bons cristãos e honestos cidadãos” o Pe. Taveira, sintetizou a sua mensagem dizendo que é pela honestidade de vida que o Antigo Aluno se deve inserir na sociedade da sua época para a transformar. E concluiu dizendo que a hora não é de pessimismo, nem de saudosismos estéreis, mas sim de empenho e de compromisso na transformação da sociedade, seguindo o espírito de D.Bosco.

Após a apresentação e depois de um breve debate sobre o tema, os presentes foram brindados pela projecção de um excelente documentário sobre o rico e variado património disperso pelo Arouca Geopark.

A manhã do primeiro dia terminou com a deposição de um ramo de flores no Busto de D.Bosco, no parque municipal, à volta do qual foi cantado o “Pai e Mestre dos jovens”.

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À descoberta de Arouca

Depois do almoço servido no Mosteiro de Arouca, seguiu-se uma passagem por alguns dos espaços outrora ocupados pelo ex-Colégio Salesiano. Embora curta no espaço esta viagem foi longa no tempo, pois despertou em muitos um longo regresso ao passado, evocando memórias dos tempos aí vividos na adolescência de muitos dos presentes.

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Do programa do 1º dia constou ainda a subida à serra da Freita, com algumas paragens para os visitantes admirarem algumas das suas belezas naturais, tais como a queda de água da Frecha da Mizarela e o raro fenómeno das pedras parideiras, no lugar da Castanheira. A última paragem nesta digressão turística pela Freita teve lugar no ponto mais alto da serra, de onde se pode admirar uma surpreendente paisagem sobre todo o verdejante vale de Arouca, a partir do miradouro do Detrelo da Malhada. Daí ainda foi possível admirar-se, ao longe, o espelho de água do Oceano onde os raios do sol se reflectiam àquela hora do final da tarde.

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A descoberta e fruição das belezas de Arouca continuou, no dia seguinte, através de uma caminhada pelos famosos passadiços do Paiva. Dadas as limitações não só físicas, como cronométricas, o troço percorrido terminou na reconfortante e frondosa praia do Vau. Embora reduzido a metade, pelos referidos motivos, este percurso mostrou bem aos participantes a beleza dos Passadiços em toda a sua diversidade.

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Do programa turístico e cultural deste encontro, e após um bem servido almoço, num dos restaurantes de Alvarenga, constou ainda uma visita ao Museu das Trilobites de Canelas, onde estão expostos os maiores exemplares destes fósseis a nível mundial. Com a projecção de um breve documentário e com as explicações do seu proprietário, Manuel Valério, esta visita mereceu o interesse e a maior curiosidade de todos os visitantes.

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Celebração da Eucaristia

Reencontro, evocação do passado, convívio, turismo, reflexão e espiritualidade foram alguns dos ingredientes que compuseram o programa deste encontro.

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E foi com a celebração da Eucaristia na igreja conventual, ao fim da tarde, de sábado, que se completou o programa do 1º dia. Presidida pelo Delegado nacional da Família Salesiana, a celebração da Ascensão foi acompanhada ainda pelo Pe. Ramiro que, apesar da sua saúde, fez questão de estar presente neste encontro, onde veio a cruzar-se com alguns dos seus alunos. Cuidadosamente bem preparada pelo duo Jorge Santos e Manuel Sousa este foi um dos momentos altos deste encontro. Através do louvor e da acção de graças esta Celebração deu sentido profundo e total justificação para este encontro, independentemente do número dos que a ele tenham aderido.

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José Cerca

Publicado no jornal “Discurso Directo” nº494 de  14 de junho de 2019

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