Meia centena de arouquenses, com ligações à Academia Sénior de Arouca, realizaram, no último fim-de-semana de junho, uma visita de estudo a Lisboa.

Com o objetivo de aprender e conviver ao mesmo tempo, e após um ano de atividades diversas nesta Academia Sénior, quis a Direção da mesma proporcionar a seus professores, alunos e familiares um fim-de-semana em Lisboa, percorrendo alguns dos mais emblemáticos espaços da capital, desde a zona da Expo 98, até à Zona de Belém, passando pela baixa de Lisboa.

Na estufa fria Na estufa fria

 

A Estufa Fria,  no Parque Eduardo VII, o jardim da Estrela e a Basília da Estrela foram alguns dos locais visitados. Na Basílica destaque-se a visita ao famoso Presépio de Machado de Castro, mandado construir pela rainha D.Maria I em 1781 e cuja construção durou 3 anos, possuindo cerca de 480 figuras, o que faz dele o maior dos 3 presépios de Machado de Castro existentes em Lisboa.

Sardinhada em Alfama

Em pleno coração de um das mais típicos bairros de Lisboa, Alfama, cujo Presidente da Junta de freguesia de S.Miguel, é um arouquense, Carlos Maia, natural de Moldes, a comitiva da ASARC pode viver um dos momentos mais interessantes e típicos desse fim-de-semana lisboeta.

Efetivamente, Alfama das ruas estreitas e das escadas íngremes, engalanou-se nessa noite, com as suas iluminações garridas e os seus arcos coloridos, para festejar o último dos três santos populares, o S.Pedro.

E foi nesse ambiente típico dos bairros populares de Lisboa que os arouquenses comeram as tradicionais sardinhas assadas, ao som do inconfundível fado lisboeta, interpretado por diversos fadistas, acompanhados à guitarra pelo prof. Arménio de Melo e Carlos Duarte.

PENTAX DIGITAL CAMERA Coro da Asarc atuando em Alfama

 

Depois da sessão de fados, ao ar livre, o coro da Academia Sénior animou também, com os seus cantares populares arouquenses, aquela belíssima noite de S.Pedro, vivida em pleno Bairro de Alfama, tendo o presidente da Academia Sénior entregado ao Presidente da Junta da Freguesia de S.Miguel de Alfama diversas recordações assinalando assim a passagem desta instituição arouquense por aquele típico bairro de Lisboa.

Entrega de lembranças ao Presidente da Junta. Entrega de lembranças ao Presidente da Junta.

 

De Lisboa a Sintra

Perante a diversidades de interesses nas visitas a fazer e face a tantos pontos de interesse a visitar na zona de Belém, a organização desta visita sénior a Lisboa deixou ao critério de cada um decidir o que visitar naquela zona da capital. Assim, enquanto uns visitaram o Mosteiro dos Jerónimos, ou o Centro Cultural de Belém, outros subiram até ao Palácio da Ajuda para visitarem a famosa exposição de Joana Vasconcelos. Museu dos Coches, ou da Marinha, Torre de Belém ou Monumentos aos Descobrimentos foram outros pontos de visita nessa vasta zona de Lisboa. A casa dos famosos “pastéis de Belém” foi outro local de passagem obrigatório para a maioria dos turistas arouquenses.

Exposição de Joana Vasconcelos no Palácio da Ajuda Exposição de Joana Vasconcelos no Palácio da Ajuda

 

Ao início da tarde, ao alunos da Academia Sénior de Arouca dirigiram-se para Sintra percorrendo toda a estrada marginal entre Lisboa e a serra de Sintra, com paragem na conhecida “Boca do Inferno”, para apreciarem este turístico local da costa portuguesa, mas que naquela dia, com o mar completamente calmo, perderia quase toda  a sua beleza que impetuosidade das ondas do mar habitualmente lhe conferem.

Na boca do inferno, Guincho Na boca do inferno, Guincho

 

Conhecer e conviver

Um dos objetivos da Academia Sénior de Arouca é proporcionar a pessoas da terceira idade atividades culturais e de lazer que possam contribuir para uma melhor qualidade de vida, num período em que muitos poderão encontrar alguma dificuldade em se manterem saudavelmente ativos, quer física, quer mentalmente.

Aliando o conhecer, com o conviver esta visita de estudo cumpriu cabalmente esse objetivo. E se foram culturalmente importantes os pontos turísticos visitados, não o foram menos importantes os momentos de alegria, de boa disposição e de convívio vividos no autocarro durante toda a viagem.

Sendo a maior parte dos participantes sexagenários, a verdade é que isso não impediu que a boa disposição, a juventude de espírito e a alegria dos cantares contagiasse toda a comitiva arouquense durante esse fim-de-semana em Lisboa.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº264 de 05 de julho 2013

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BISPOS VISITAM O MOSTEIRO DE AROUCA

por jcerca em 28 de Junho de 2013

Nove Bispos, 3 deles eméritos de dioceses da zona centro visitaram no dia 26 de junho o Mosteiro de Arouca e o seu Museu de Arte Sacra , acompanhados pelo Juiz da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, prof. Dr. Arnaldo Cardoso de Pinho que fez de cicerone ao longo desta visita episcopal. Registe-se o facto de alguns dos visitantes terem sido já seus alunos na Universidade Católica.

Os Bispos visitantes são das dioceses de Aveiro, Viseu, Guarda, Leiria-Fátima ,  Castelo Branco e Portalegre .

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Após terem concelebrado na Igreja Conventual e terem recebido os cumprimentos da autarquia na Câmara Municipal, os bispos além da visita ao Mosteiro de Arouca, visitaram também, a capela da Santa Casa da Misericórdia, datada de 1612, a Casa das Pedras Parideiras na Serra da Freita e o Centro de Interpretação Geológica de Canelas, tendo sido acompanhados nesta digressão pelo Geoparque de Arouca por elementos da AGA (Associação Geopark Arouca).

Tratando-se de uma visita que muito honrou Arouca, só não se compreende que a Real Irmandade Rainha Santa Mafalda não lhes tenha proporcionado uma pequena receção musical no cadeiral do Mosteiro de Arouca, com os acordes sonoros do seu magnífico órgão ibérico datado de 1743, tal como tem acontecido em diversas ocasiões e com visitantes de menor relevo.

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Sendo esta uma visita não só de lazer mas também de trabalho, os senhores bispos, durante a sua permanência em Arouca, de 25 a 27 de junho, realizaram também reuniões de trabalho para prepararem a sua ação pastoral em cada uma das suas dioceses.

Seguramente que Arouca oferece todas as condições de tranquilidade, de belezas naturais e de riqueza patrimonial, as quais, aliadas a uma sedutora e variada gastronomia, permitirão combinar sessões de trabalho com momentos de lazer, como sabiamente o souberam fazer estes 9 bispos portugueses. Arouca agradece-lhes a preferência.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº264 de 05 de julho 2013

Publicado no semanário “Voz Portucalense” nº26 de 3 de julho de 2013

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Jorge sem fronteiras

por jcerca em 26 de Junho de 2013

Rotários de Arouca associaram-se ao projeto

                “Jorge sem fronteiras” foi esta a designação para uma campanha iniciada, há já alguns anos, a favor de um aluno da ESA que sofre de uma doença degenerativa, o Jorge Duarte.

                Apesar das limitações físicas que o começaram a afetar a partir dos 10 anos, este jovem conseguiu terminar o 12º ano com um curso tecnológico de informática tirado na Escola Secundária der Arouca no ano de 2011. Após terminado o curso e para que o Jorge não ficasse fechado em casa, foram feitas diligências para que, diariamente, pudesse vir para a AICIA, tendo a Escola destinado um dia por semana para aí desenvolver também algumas atividades de integração social.

Presidente do Rotary Club de Arouca com a equipa técnica Presidente do Rotary Club de Arouca com a equipa técnica

               Durante a frequência dos seus estudos secundários, o Jorge foi integrado no grupo dos ADS do Movimento Juvenil Salesiano de Arouca, tendo mesmo acompanhado este grupo em muitas das suas atividades, quer locais, quer mesmo nacionais, não obstante as suas limitações de mobilidade. Esta integração neste grupo juvenil foi uma experiência muito positiva e enriquecedora, não só para o Jorge, como para o próprio grupo.

                Com 25 anos de idade o Jorge viveu, desde sempre, no lugar de Mealha, da freguesia de Canelas (Arouca) numa casa centenária com paredes de xisto e telhado de ardósia que não oferecem grandes condições de conforto, uma vez que ele tem de se deslocar em cadeira de rodas, dentro da própria casa.          

Uma das principais dificuldades prendia-se com o acesso à casa der banho que fica fora dos muros da velha casa. Além desta dificuldade outras se prendem com a própria estrutura da habitação, nomeadamente a infiltração de humidade e o isolamento do calor/frio.

O apoio do Rotary Club de Arouca foi decisivo para a sua conclusão

                Apesar da campanha ter já reunido algumas verbas para a melhoria destas condições de habitabilidade, só há alguns meses, após os Rotários de Arouca terem abraçado também este projeto, é que foi possível reunir esforços humanos e materiais para a concretização deste projeto, que, finalmente está a chegar ao fim, prevendo-se a inauguração da casa do Jorge, agora com muito melhores condições, para o dia 6 de julho.

                Efetivamente, a somar aos esforços que têm sido levados a cabo, não só pela Escola Secundária, pelos jovens do Movimento Juvenil Salesiano e pelo Moto-Clube de Arouca, juntaram-se, desde há alguns meses, os dos Rotários de Arouca.

Fazendo o levantamento da situação Fazendo o levantamento da situação

               Assim, no dia 5 de Dezembro, o presidente desta instituição, Sérgio Almeida, acompanhado de representantes da Escola, do Movimento Juvenil Salesiano e de duas empresas construtoras, a “Arouconstroi” e a “Construções Jaime Azevedo”, deslocaram-se a Mealha, para estudarem, in loco, o projeto de intervenção nessa habitação de modo a serem melhoradas as suas condições de conforto.

                Feito o levantamento da situação e dos materiais necessários seguiram-se contatos junto da sociedade civil não só para a angariação de mão-de-obra, como também de materiais e outros donativos que permitissem dotar de melhores condições a vida deste jovem.

                Embora com uma pesada cruz sobre os seus ombros e sobre os ombros da sua família foi com um sorriso de grande serenidade que o Jorge recebeu, naquela tarde, esta comitiva, esperando que no próximo dia 6 de julho esse sorriso possa ser amplamente reforçado, quando se inaugurar, finalmente, a sua “nova” habitação, agora dotada de uma assinalável melhoria das suas condições de habitabilidade.

O teto completamente forrado e isolado O teto completamente forrado e isolado

                Efetivamente, uma das grandes dificuldades para o Jorge prendia-se com a casa de banho que agora passou a estar integrada dentro da própria habitação e não fora dela como antigamente. O antigo soalho que dificultava a própria mobilidade da cadeira de rodas foi substituído por um soalho flutuante e uniforme em todo o piso.  O teto foi todo revestido a madeira isolando assim toda a habitação do frio que entrava pelo telhado.

A nova casa de banho A nova casa de banho

               Para que isto fosse possível, as entidades envolvidas, e de uma maneira especial, os Rotários de Arouca, foram decisivos para que este projeto, já com alguns anos de vida, chegasse finalmente ao fim, criando para este jovem, a quem a vida não terá sorrido, melhores condições de vida, através de  substanciais melhorias da sua casa de habitação, a ser finalmente inaugurada no próximo dia 6 de julho.

PENTAX DIGITAL CAMERA Sorrisos de esperança e de gratidão

Refira-se, finalmente, que no dia da inauguração será realizado, no Hotel S.Pedro, um almoço para angariação de fundos para o projeto “Jorge sem fronteiras”.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº263 de 28 de junho 2013

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DIPLOMA ATRIBUIDO À CÂMARA MUNICIPAL DE AROUCA

por jcerca em 20 de Junho de 2013

Valoriza boas práticas de intervenção em zonas sensíveis

No parque Municipal, mesmo à sombra do convento e numa das zonas intervencionadas no âmbito do Projeto de requalificação da zona histórica de Arouca, foi, no dia 14 de junho, entregue à Câmara Municipal de Arouca, na pessoa do seu Presidente, o Diploma de Mérito “Prémio Cidades de Excelência 2011-2012″ na categoria Projeto Urbano referente ao Projeto de requalificação do Centro Histórico de Arouca.

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Este prémio foi atribuído pelo Jornal “Planeamento e Cidades”, no âmbito do concurso «Cidades de Excelência” a que a Câmara se candidatou com o projeto Requalificação urbana do centro histórico de Arouca.

“Planeamento e Cidades” é um jornal temático de Ordenamento do Território em todas as suas vertentes e que é propriedade de Pedro Ribeiro da Silva. Além do proprietário do Jornal esteve presente o autor do projeto, Arq. José Manuel Soares, e o Eng.Carlos Duarte do ON2 (Programa Operacional Regional do Norte). Embora convidada para esta cerimónia a Direção Regional de Cultura do Norte não se fez representar.

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Na sua intervenção o Presidente da Câmara Municipal de Arouca, embora reconhecendo que o projeto de requalificação urbana ainda não está concluído, agradeceu o Diploma atribuído a este projeto, entendendo-o como uma prova das boas práticas de intervenção em zonas muito sensíveis como o é toda a zona histórica de Arouca, na qual o Mosteiro foi pilar estruturante em toda esta cuidadosa intervenção.

O que falta intervencionar

Além da Alameda D.Domingos de Pinho Brandão e da conclusão das obras na Esplanada do parque, falta iniciarem-se as obras de intervenção dentro do Mosteiro, a cargo da Direção Regional de Cultura do Norte. Para essas obras existe já uma dotação de cerca de 800 mil Euros, mas para a qual falta ainda a assinatura do Ministério das Finanças. Espera-se que tal aconteça muito brevemente, pois o Presidente da Câmara informou que tem já agendado para 25 deste mês uma reunião com o Sr. Secretário de Estado.

Nessas obras, prevê-se a construção de casas de banho no Mosteiro, uma sala de receção condigna e uma nova entrada para o Museu de Arte sacra, bem como a montagem de um elevador para o primeiro piso. Refira-se que da dotação para estas obras já foram gastos cerca de 183 mil Euros na reconstrução de um pedaço do muro da cerca do Mosteiro e perto de 18 mil euros em eventos culturais promovidos pela DRCN em Arouca.

Justificação do prémio atribuído

Coube ao Diretor do Jornal “Planeamento e Cidades”, apresentar as linhas base que justificaram a atribuição deste prémio à Câmara Municipal de Arouca, na categoria de Projeto urbano e que se prendem com a complexidade do projeto a concurso, num contexto de património classificado.

Segundo Pedro Ribeiro da Silva este projeto respondeu muito bem, não só à complexidade da intervenção, como também às características do espaço intervencionado. Por outro lado, o enquadramento do projeto e a sua integração no Arouca Geopark foram outros elementos que pesaram na atribuição desta distinção.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº262 de 21 de junho 2013

 

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CRUZEIRO NO RIO DOURO

por jcerca em 16 de Junho de 2013

Encerra passeios sociais da Junta de Freguesia de Arouca

Realizou-se no dia 15 de junho o habitual passeio anual organizado pela Junta de Freguesia de Arouca e aberto a todos os munícipes com mais de 60 anos residentes nesta Freguesia.

Dada a recente reestruturação a nível de algumas freguesias do Concelho de Arouca, na qual foi criada, entre outras, a “União das freguesias de Arouca e Burgo”, este será certamente o último passeiosocial desta Junta de Freguesia.

O itinerário deste ano foi, e pela 3ª vez, ao longo dos últimos 12 anos, um cruzeiro pelo rio Douro, desde Vila Nova de Gaia até à Régua.

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Sendo esta rota recentemente classificada como o melhor destino europeu, na modalidade de cruzeiros fluviais, previa-se uma forte adesão de interessados no passeio deste ano. E, de facto, assim aconteceu. Cinco autocarros esgotaram a lotação do barco “Independência” da empresa Barcadouro, estimada em 280 lugares.

Se para alguns passageiros esta viagem constituiu uma experiência já repetida, a verdade é que, para principiantes ou não, ela representa sempre um inesquecível momento de beleza natural e de são convívio social, ao longo das 7 horas de viagem de barco que todos tiveram ocasião de viver, ou reviver.

Aliás são nacional e internacionalmente bem conhecidas as potencialidades turísticas destes cruzeiros no rio Douro, não só pela beleza das paisagens que acompanham a subida do rio Douro, como também pela proeza tecnológica e arquitetónica que a sua navegabilidade exigiu para a construção das várias eclusas, uma das quais, a do Carrapatelo, com 35 metros de desnível, continua a ser a mais alta da Europa.

Refira-se a excelente qualidade do serviço oferecido a todos os passageiros, desde o pequeno almoço e o almoço, até à animação musical, bem como às informações de interesse histórico e turístico, proporcionadas aos passageiros ao longo da subida do rio Douro até à cidade da Régua.

De referir também, a já bem conhecida animação do conjunto “Pára, bebe e espeta o garfo” cuja presença tem sido habitual nestes passeios-convívios organizados pela Junta de Freguesia.

Além desta animação musical, que sempre tem contribuído para o bom ambiente destes passeios, têm sido também habituais a entrega de lembranças a todos os passageiros.

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Este ano, além de um chapéu de palha, para homens e para mulheres que bem jeito fez a todos, dado o calor que se fez sentir nesse dia, foi também entregue, no final do passeio, uma garrafa de vinho do Porto acondicionada numa caixa em madeira de pinho contendo a designação e a datação do passeio-convívio deste ano.

Agradecimento

No decorrer da viagem foi feito “um agradecimento especial da população da Vila de Arouca ao Presidente da Junta da Freguesia de Arouca, António Rocha e seus colaboradores, 2001-2013”. Este pequeno mas merecido gesto de agradecimento englobou a entrega de um cesto de rosas e de uma placa em prata à Junta de Freguesia de Arouca, na pessoa do seu Presidente, em reconhecimento do trabalho desenvolvido em prol da Freguesia e, nomeadamente no investimento feito pelas pessoas da 3ª idade.

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Sensibilizado pelo gesto, António Rocha manifestou a sua satisfação por a Junta ter podido proporcionar a todos os participantes neste passeio momentos de um são convívio, importantes para combater a solidão e o isolamento de muitas pessoas que, talvez nunca tivessem a possibilidade de viverem momentos como estes, se não fosse a aposta da Junta de Freguesia no investimento social e solidário que a Junta de Freguesia  vem praticando, desde que assumiu a sua presidência.

Depois da subida do rio Douro até à cidade de peso da Régua, o passeio contemplou ainda uma paragem no parque da Senhora dos Remédios, em Lamego, não só para um lanche oferecido pela Junta de Freguesia, como também para os interessados poderem adquirir produtos gastronómicos típicos daquela região, ou darem cumprimento a devoções individuais junto do Santuário da Senhora dos Remédios.

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José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº262 de 21 de junho 2013

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