Dia Internacional dos Museus

por jcerca em 24 de Maio de 2011

Museu de Arte Sacra de Arouca assinalou a efeméride

Para comemorar o Dia Internacional dos Museus que ocorreu no passado dia 18 de Maio, o Museu de Arte Sacra de Arouca abriu as suas portas ao público, durante todo o dia, dando assim a conhecer a muitas crianças e adolescentes não só  os principais espaços do Mosteiro, como também o seu recheio artístico.

Inscreveram-se nesta visita aberta ao Museu de Arouca, seis grupos, um dos quais composto por 20 Australianos, que estava de visita ao Geopark Arouca, totalizando 233 visitas gratuitas nesse dia.

De registar a numerosa afluência dos alunos do pré-escolar e do 1ºciclo de Arouca que totalizaram 160 entradas, o que obrigou não só à divisão em grupos, como à organização de atividades alternadas para os mesmos.

Uma das atividades que despertou muito interesse e curiosidade junto de todos os visitantes, foi a explicação do funcionamento do órgão de tubos e a demonstração das suas potencialidades sonoras feita pelo organista titular Nicolas Roger.

Apaixonado por este raro órgão ibérico, Nicolas Roger, que durante muitos anos foi organista titular no Santuário de Fátima, decidiu vir residir em Arouca, dedicando-se também ao ensino do órgão, tendo neste momento uma turma de 6 alunos, com aulas semanais individualizadas.

Grupo de australianos observando o orgão ibérico.

As atividades com que a Real Irmandade quis assinalar o Dia Internacional dos Museus foram coordenadas pelo pelouro da Educação, a cargo da professora Cristina Saavedra.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº160 de 27 de maio de 2011

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CORO DO COLÉGIO DO ROSÁRIO

por jcerca em 23 de Maio de 2011

Uma harmonia polifónica entre a música e o espaço

Organizado pela Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, realizou-se no passado dia 21 de Maio no Mosteiro de Arouca, um concerto de Páscoa, com a participação do Coro do Colégio do Rosário do Porto que constitui uma das muitas obras das Religiosas do Sagrado Coração de Maria em Portugal e que funciona em regime de Autonomia Pedagógica.

Criado em 2001 e dirigido por Pedro Teixeira, professor de música nesse mesmo Colégio, o Coro interpretou 16 trechos de música sacra adequados ao tempo pascal e perfeitamente integrados no belo cenário do cadeiral  do Mosteiro de Arouca.

De entre as peças polifónicas interpretadas e acompanhadas ao piano por Olga Amaro, é de salientar as 5 interpretações da Avé Maria de diversos compositores do sec XVI ao sec.XX e tão bem adequadas, não só ao mês de Maio, como também ao nome do próprio coro que as interpretou e, sobretudo, ao magnífico espaço em que foram executadas.

O repertório que compôs o programa deste concerto terminou com duas peças que fazem já parte do património musical mundial: o Glória, de Vivaldi (excerto) e o Allelluja de Haendel, ambos do sec. XVII-XVIII, contemporâneos, portanto, do cenário barroco em que estas peças foram interpretadas, o que fez deste Concerto uma excelente harmonia entre a polifonia musical e o cenário em que ela foi executada.

Após o concerto foi oferecido ao coro, por alguns arouquenses com ligação ao próprio Colégio do Rosário, um abundante lanche, servido na cozinha do Mosteiro de Arouca.

 José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº160 de 27 de maio de 2011

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Páscoa, a passagem do divino pelo humano

por jcerca em 22 de Maio de 2011

Concerto de Polifonia Renascentista Portuguesa

Organizado pela Irmandade da Rainha Santa Mafalda, realiza-se no próximo sábado, dia 28 de Maio pelas 21.30h, no cadeiral do Mosteiro de Arouca, um concerto de Polifonia Renascentista Portuguesa com a participação do Coro de Câmara de São João da Madeira.

O programa é composto por obras de autores portugueses dos sec.XVI e XVII, tais como  Frei Manuel Cardoso, Estêvão de Brito, Duarte Lobo e Filipe de Magalhães, versando temas do  tempo  Pascal.

Com este concerto a Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, em colaboração como coro de Câmara de S.João da Madeira, pretende dar a conhecer ao público o riquíssimo espólio musical português do séc. XVI e XVII, apresentando-o dentro de um enquadramento artístico magnífico, como o é o coro das freiras do Mosteiro de Arouca.
O Concerto será gravado ao vivo pela Rádio Difusão Antena 2.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº160 de 27 de maio de 2011

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O LOBBY HOMOSSEXUAL

por jcerca em 17 de Maio de 2011

O PLC 122, projeto de lei  a ser aprovado pelo Congresso Nacional Brasileiro  é expressão mais recente e vergonhosa do lobby homossexual, sem falar já do famoso kit gay sobre educação sexual espalhado pelas escolas do Brasil e que tanta polémica tem levantado na sociedade brasileira.

Segundo o polémico PLC122, já denominado por “Lei da mordaça”, quem discordar ou criticar a sodomia, ou seja a prática da homossexualidade, pode ir preso ou pagar multa. A intenção deste inédito Projeto de Lei é, pois, que a homofobia seja considerada crime, levando à prisão todo aquele que discorde ou teça críticas às relações homossexuais. Esta lei anti-homofobia pretende ainda banir dos meios de comunicação social, desde as televisões, rádios, jornais e blogs toda e qualquer crítica à homossexualidade, instaurando assim uma autêntica ditadura gay nas sociedades, concedendo a um grupo minoritário de pessoas privilégios jamais vistos no cenário do direito mundial.

A ser aprovada, esta lei derrubará, não só todo e qualquer direito de liberdade de expressão, como também o direito de liberdade religiosa, tanto mais que condenando a Bíblia todo e qualquer ato de sodomia,  muitas serão as religiões, que não apenas a Católica, que, de acordo com os princípios religiosos que defendem, não deixarão de condenar abertamente a homossexualidade, muito embora respeitem o homossexual.

É tão grande a força do loby gay, junto dos poderes legislativos e decisórios, bem como dentro de determinados meios de comunicação social,  que não tardará muito que o próximo passo destes ativistas gays seja a legalização da pedofilia.

Aliás, Luiz Mott,  um dos principais mentores deste PLC122 no Brasil e  que, como ele próprio afirma publicamente,  se considera “um gay felizardo pois amo e sou amado por um homem maravilhoso que preenche plenamente minhas fantasias e desejos sexuais, afetivos e de companheirismo” terá afirmado que apenas espera uma mudança de mentalidades para se iniciar uma outra luta, a da legalização da pedofilia.

Aliás não será por acaso que já há ativistas gays a  afirmarem que a pedofilia é uma “orientação sexual” comparável à homossexualidade ou heterossexualidade.

Por este andar, acabaremos por dar razão àquele humorista que disse que ser gay era proibido, agora já é aceite e no futuro será obrigatório.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº159 de 20 de maio de 2011

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SIM À VIDA

por jcerca em 13 de Maio de 2011

Tem 11 anos e frequenta uma das muitas escolas espanholas, mais propriamente, na cidade de Cádiz.

O colégio onde estuda mandou-lhe  fazer um trabalho sobre uma notícia, tal como aos colegas da sua turma. Enquanto que uns escolheram o terramoto no Japão, outros  a Líbia, Carmen Quirós Foley, é assim que se chama esta adolescente, optou por escolher para tema da sua notícia “o número de crianças que em cada dia são impedidos de nascer em Espanha”.

Para dar mais destaque e prender a atenção para a sua notícia, a aluna elaborou uma apresentação no Power Point no computador do seu colégio a que deu o título “Sim à Vida”.

Ao aperceber-se, durante a apresentação do trabalho, da condenação do aborto, o professor interrompeu a projecção da aluna alegando tratar-se de um tema “demasiado elevado” para a turma, acabando mesmo por a repreender em público quando a aluna o informou de que ainda não tinha terminado a apresentação do seu trabalho.

A apresentação da aluna circula na internet e, através de imagens, apresenta as diversas fases do desenvolvimento do embrião com um, dois, três e quatro meses de gestação.

O trabalho termina com a referência à realidade do aborto em Espanha, onde em cada dia 317 crianças serão impedidas de nascer, o que equivale – refere a apresentação – que se feche um colégio em cada três dias, por falta de crianças.

Em vez de permitir o debate sobre tema tão atual este professor optou por interromper a apresentação do trabalho da sua aluna, dando assim um péssimo exemplo de falta de democracia e de uma intolerável manipulação ideológica.

Infelizmente para certos “iluminados” de esquerda que se armam em arautos da liberdade, o tema do aborto como crime contra a vida, é um tabu que não lhes convém discutir. No entanto, o aborto continua a ser das coisas mais monstruosas que as sociedades ditas “avançadas” permitem com a mais impressionante das naturalidades e a mais incrível indiferença de tanta gente.

E essa era a mensagem do trabalho desta adolescente mas cujo professor fez “abortar” em plena aula, impedindo-a de terminar a sua apresentação e exprimir o seu ponto de vista sobre esta temática.

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº158 de 13 de maio de 2011

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