Sobre o tão mediatizado caso dos “casamentos” gay que tanta euforia bacoca provocou em certos sectores da alguma esquerda portuguesa, não resisto a transcrever aqui, com a devida vénia, um artigo escrito por João Pereira Coutinho no Expresso.
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Uma agressão somente à religião Católica?
Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma religião)
Uma agressão somente à Civilização Ocidental?
Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma civilização)
Uma agressão somente à humanidade?
Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhum grupo de humanos)
Uma agressão à Natureza?
Certamente não há no Reino Animal situações de acasalamento entre indivíduos do mesmo sexo.
Casamento “gay”
Abomino histerias; E o casamento “gay” é histeria.
Segundo dizem, recusar o casamento a pessoas do mesmo sexo é uma “discriminação”. As pessoas dizem a palavra – “discriminação” – e esperam que eu me comova.
Não me comovo. Claro que é uma discriminação…E daí?
Todos os dias, a todas as horas, sobre as mais variadas personagens, a sociedade exerce as suas “discriminações”.
Se, por mera hipótese, eu pretendesse casar com duas mulheres, estaria impedido pela força da lei. Não será isto uma “discriminação”?
Por que motivo o Estado impede que três adultos que se amam possam construir uma família em conjunto?
Arrisco hipótese: Porque a sociedade estabeleceu os seus códigos de conduta, os seus símbolos, as suas “instituições”. São estes códigos, estes símbolos, estas “instituições” que sustentam a vida em sociedade e não vale a pena questioná-los por cálculo racionalista. Acabamos por chegar a conclusões francamente lunáticas.
Se o casamento passasse a ser um mero contrato baseado no afecto (a visão sentimental da tribo), não haveria nenhuma razão substancial para impedir todas as formas possíveis de casamento: entre pais e filhos; entre irmãos; entre duas mulheres e um homem; entre uma mulher e vários homens; etc.
É justo que duas pessoas do mesmo sexo que partilham uma vida em comum possam assegurar certos direitos sucessórios ou fiscais.
Não é justo desmontar o casamento tradicional para acomodar o capricho de uns quantos. Pior: o gesto apenas abriria uma nova forma de “discriminação” sobre todos os outros – pais e filhos; irmãos; duas mulheres e um homem; uma mulher e vários homens – que são deixados injustamente à porta do matrimónio.
Tenham juízo e, já agora, portem-se como homenzinhos.
Por João Pereira Coutinho – in Expresso
Quinta-feira, Dezembro 31, 2009
{ 14 comentários… lê abaixo ouadiciona }
Correcção dos muitos erros deste texto.
“Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma religião)”
Errado. Existe na Igreja da Suécia pelo menos e só assim de repente. Certamente se olhar por uns milhares de anos de história se encontraria outros casos. Mas logo há partida está errado porque existe pelo menos uma.
“Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma civilização)”
Pensava que civilização ocidental, a existir, era só uma e algo contemporâneo. Nunca no passado houve uma única civilização ocidental. E a existir é, onde começa e onde acaba? Ainda ninguém disse isso. Mas, mesmo aceitando taxativamente a questão de que nunca houve casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma civilização, há que referir que já houve coisas piores. Casamentos entre pais e filhas, irmão e irmã (assim de repente lembro logo de Cleopatra e do seu irmão pré-adolescente de quem teve um filho) e podia continuar. Coisas mais estranhas aconteciam ainda na idade média nos meandros da Igreja Católica e ainda acontecem agora nas paróquias e seminários e num dos paraísos Católicos que é a Irlanda com a pedofilia e tal e coisa. Por isso é divertidissimo ouvir pregar sermões e moralismo a quem não o tem. Mas adiante, próximo ponto.
“Certamente não há no Reino Animal situações de acasalamento entre indivíduos do mesmo sexo.”
Cego é quem não quer ver, de facto. Desde pinguins (do mesmo sexo) a criarem ovos juntos até golfinhos machos a praticarem coito entre si, passando por macacos, chimpanzés, cães e tudo o mais, casos de homossexualidade na natureza documentados é coisa que não falta. Existe para todo o tipo e feitio. Desde ligações ocasionais até ligações para a vida.
“Se, por mera hipótese, eu pretendesse casar com duas mulheres, estaria impedido pela força da lei. Não será isto uma “discriminação”?
Por que motivo o Estado impede que três adultos que se amam possam construir uma família em conjunto?”
Provavelmente elas ou se amariam uma à outra e então seriam lésbicas e não quereriam casar com o homem em questão, ou então não quereriam casar uma com a outra mas sim com o homem e não quereriam, certamente, partilhá-lo com outra concorrente. Raciocínio auto-destrutivo este do autor e perfeitamente demagógico.
“Se o casamento passasse a ser um mero contrato baseado no afecto (a visão sentimental da tribo), não haveria nenhuma razão substancial para impedir todas as formas possíveis de casamento: entre pais e filhos; entre irmãos; entre duas mulheres e um homem; entre uma mulher e vários homens; etc.”
Tanto não havia que não nos faltam casos desses perante toda a nossa história. Basta olhar para as famílias reais europeias. Não é preciso ir mais longe. Não me lembro de haver indignação na altura por parte da Igreja Católica nem dos Católicos de então. Hoje também não vejo grandes condenações dos factos.
“Não é justo desmontar o casamento tradicional para acomodar o capricho de uns quantos.”
Que casamento tradicional? O que é isso? É que o casamento já sofreu mais alterações por essa história fora que já se lhe perdeu a conta. Quem escreve isto só pode ser um perfeito ignorante. Ainda no século XIX o casamento era visto de forma diferente. Não era algo feito por amor. Haviam os casamentos arranjados em que as mulheres não era mais nem menos que um bem a transaccionar e que ficaria submetido à vontade do homem. Por isso juízo tenha é quem escreve isto.
José Cerca, respeito a sua opinião, mas devia ter mais cuidado com o que publica. Uma coisa são opiniões outra são mentiras e demagogias. Eu consigo pensar em várias razões pelas quais as pessoas possam ser contra o casamento e algumas já eu próprio as referi e concordo. Agora há que ter cuidado com o que se diz e, sobretudo, se reproduz. Isto é um desses casos.
Cumprimentos.
Errata:
Onde se lê “e moralismo a quem não o tem” deverá ler-se ” e moralismo de quem não o tem”.
Caro Elenaro
Deste-te ao trabalho da “Correcção dos muitos erros deste texto”. De facto, todas as situações que referes e outras que, eventualmente, poderias acrescentar, não passam de anomalias e , portanto de “erros” também, face ao que toda uma sociedade, ou civilização, segue como norma, fundamentada mesmo na própria natureza humana.
E todas as revoltas ou agressões à natureza humana e mesmo à própria Natureza, aqui consubstanciada no nosso Planeta, a casa comum que habitamos, arrastam consigo as respectivas consequências, como todos estamos planetariamente a verificar e a senti-lo mesmo.
Portanto, e para não me desviar do assunto que vieste trazer, parece-me que o que se tem tentado fazer, em muitas das situações que referiste, é normalizar aquilo que é anormal, protegendo-as com a capa de uma “lei”, muitas vezes contrária mesmo ao próprio desígnio da natureza humana. Nesta ordem de ideias, não me admira que, dentro de pouco tempo, certos lobbies tentem também “normalizar” a pedofilia, a prostituição, o incesto, a eutanásia, o suicídio, só porque tais situações sempre existiram na nossa sociedade.
Para terminar e referindo-me ao conselho que me dás sobre a transcrição que fiz e que tu apelidas de “mentiras e demagogias”, só me resta dizer que tais adjectivos poderiam muito bem também ser aplicados aos “erros” que apontas nesse texto. E se o transcrevi, foi,obviamente, porque concordo com o seu conteúdo.
Caro José Cerca,
Eu não me referia à legitimidade de ser contra a lei agora aprovada. Vivemos em democracia e somos todos indivíduos livres e, sobretudo, pensantes. Esse não é o meu problema. O meu problema é apenas com o que se diz para defender aquilo em que acreditamos.
Eu não tenho problemas que tu sejas contra o casamento, se calhar, contra a homossexualidade em si. Posso pensar que estás errado, da mesma forma que tu podes pensar que sou eu que estou errado. A verdade é que, no limite, ambos podemos ter argumentos válidos para defender as nossas posições.
Quanto ao caso concreto, a lei do casamento, eu próprio já fiz posts onde coloquei dúvidas sobre a sua utilidade, logo para começar, bem como as questões etimológicas subjacentes à palavra casamento. Portando, crê mesmo que te digo a verdade quando falo em não ter problemas com a opinião do “não”.
Agora há argumentos válidos e outros perfeitamente descabidos. Aqueles que eu corrigi, são perfeitas aldrabices pois o contrário está provado e devidamente documento. É aqui e apenas aqui que reside o meu problema. Repara que te critiquei na questão do referendo do teu post anterior, com o qual por acaso não concordo, mas que aceito como uma opinião diferente da minha, no entanto, válida.
O que me espantou, e espanta, é tu concordares com algo que por ventura até sabes que está errado. Algo que tem provas científicas, históricas, etc… que desmentem o que o autor do texto diz. Tu és professor. Creio que isso é razão suficiente para apostares no rigor cientifico das coisas e não nos ditos e mitos populares e, sobretudo, nas trapalhadas que alguns comentadores, perfeitamente incultos, vêm para a televisão dizer.
Espero que compreendas o alcance da minha critica.
Pois isso é que é lamentável, caro José Cerca.
Quanto ao J. P. Coutinho, nunca foi ao campo. Nem ao Jardim Zoológico.
Felizes dos que se encerram numa torre de marfim e são capazes de chamar anormais aos outros.
Por essa ordem de ideias a Natureza e a História está desde tempos imemoriais recheada de “erros”!
Não nos esqueçamos que é da diversidade que nasce a riqueza da cultura humana ao longo dos tempos.
J. P. Coutinho é não só ignorante, como arrogante.
Não conheço o José Cerca, mas leio comentários seus pela blogosfera e não acredito que seja como esse senhor.
Há um principio do Direito Romano que só no passado recente foi posto em crise e que, apesar das vicissitudes que sofreu, sempre foi resistindo ao longo dos séculos e que ditava o seguinte ” quae rerum natura prohibentur, nulla lege confirmata sunt”, isto é, ” o que é proibido pela natureza das coisas nenhuma lei pode confirmar” ( sob pena de ser considerada nula).
É admirável que um principio de Direito elaborado há tantos séculos se manteve vigente ( com as tais vicissitudes ) até aos nossos dias.
As sociedades evoluem e transformam-se, podemos e devemos aceitar a diferença, e garantir que seja tratada perante a lei da mesma forma, o que não podemos fazer é da excepção regra sob pena de subvertermos o sentido da nossa existência.
Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma religião)
-> A antiga religião egípcia (que perdurou muito mais do que a religião católica perdura), e muitas religiões derivadas da religião católica, principalmente nos EUA que permitem pares de pessoas do mesmo sexo.
Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhuma civilização)
-> Antigas civilizações gregas e romanas, nórdicas, e tribos africanas e sul americanas
Não (não existem casamentos entre indivíduos do mesmo sexo em nenhum grupo de humanos)
-> Pelos vistos não há humanos na Àfrica do Sul, Canadá, etc, etc…
Certamente não há no Reino Animal situações de acasalamento entre indivíduos do mesmo sexo.
->http://en.wikipedia.org/wiki/Homosexual_behavior_in_animals
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_animals_displaying_homosexual_behavior
e lembro-me ainda de uma exposição na holanda que tinha mais de 500 especies de animais em pleno sexo homossexual.
Abomino histerias; E o casamento “gay” é histeria.
-> Abomino histerias, mas adoro igualdade de direitos e deveres.
Só tenho pena que eu e o meu namorado possamos casar se quisermos, apesar de não o querermos fazer (pelo menos não num futuro próximo), e de o meu melhor amigo (de há 13 anos para cá) e o namorado quererem e não poderem…..
sugiro alguma pesquisa antes dos próximos posts…. e….força
Uma voz autorizada e que merece o meu respeito:
“O Bispo Emérito de Setúbal, D. Manuel Martins, disse este Domingo em Famalicão que a legislação que regula o divórcio, as uniões de facto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo «destrói por completo» o conceito de família.”
Uma grande verdade que muitos não gostarão de ouvir nem acatar neste relativismo que se pretende instalar nas pessoas.
Concordo plenamente com o Bispo.
Até acrescento ao que o Bispo disse. Acho que se devia acabar com o divórcio e com as uniões de facto e que o estado devia até de deixar de regulamentar o casamento para efeitos de impostos, direito sucessório e tudo o mais.
O casamento devia ser apenas o matrimónio celebrado pela Igreja. Até digo mais. Acho que se devia de acabar com a concordata. Não faz sentido o estado meter-se com coisas de religião.
E também acho que a Igreja devia pagar impostos sobre os lucros que tem. Ou então, porque não, voltarmos à épocas medievais e por o Papa a mandar na Europa toda dando ou não a benção aos diversos governos para poderem governar ou não.
Em contrapartida, devia-se legalizar o abuso sexual de menores por membros do clero. Já que os casos são tantos mal vale legalizar e o Papa dar a sua benção a tais práticas já que punir os ditos esteve, até agora, fora dos planos da hierarquia da Igreja.
Haja divina paciência, pois a mortal paciência esgota-se com casos destes; quando se quer pregar moralismos aos outros sem os cumprir primeiro.
José Cerca, estimo o que escreves mas acho que agora estás a perder a noção da realidade. Ou isso ou então gostarias de viver no Irão versão Católica.
Meu caro Elenaro
Não vou perder tempo a rebater as contradições de quem diz “concordar plenamente com o Bispo” e faz uma série de afirmações essas sim, próprias de quem já “perdeu a noção da realidade” ao evocar medievalismos que são fruto de uma época e que só nesse contexto medieval é que poderão ser devidamente avaliados.
Por outro lado, ao revelares uma atitude anticlerical, não só irracional, como contraproducente e descabida, as tuas críticas, se alguma razão tivessem, acabariam por a perder. Basta dizer que ainda hoje o Papa condenou os abusos sexuais cometidos por alguns padres e vens tu agora, mesmo que ironicamente, defender a sua legalização!
Não é com este tipo de argumentos e com este género de pessoas, por muito respeito que elas me mereçam, como é o caso, que eu gosto de debater ideias, pois fico com a sensação de nada aprender e pouco conseguir transmitir.
Só para terminar, observo-te que o post que motivou esta tua “surpreendente” resposta não passou de uma citação de um Bispo que se impôs na nossa sociedade, pela sua frontalidade e pelo seu franco e aberto diálogo com crentes e não crentes.
E por concordar com essa sua citação é que a transcrevi neste blog.
E quer concordes ou não, a família é ainda, e continuará a ser,célula base de qualquer sociedade. E os ataques de que ela tem vindo a ser vítima repercutem-se obviamente no funcionamento da própria sociedade. E quem, melhor do que os professores, não sentirá isso na pele?
Entendeste-me mal. Estava a ser irónico em tudo o que disse que queria e não apenas em parte.
Mas sim evoquei um “medievalismo”. Evoquei-o porque são esses mesmo conceitos de família que hoje são evocados pela religião católica para defender isto e aquilo. Conceitos hoje perfeitamente desajustados da realidade.
Tens plena razão quando dizes que a família é a base da sociedade. Isso é um facto. O problema aqui é que a família que tu tentas evocar já há muitas décadas deixou de existir. Aliás, o conceito de família mudou, em Portugal mais rápido que noutros países, desde a família extensa para a família nuclear e, finalmente, para a família monoparental. Enquanto isto aconteceu nem Igreja, nem seus fieis seguidores fizerem nada para “defender” o seu conceito de família, o qual também nunca conseguem explicar. É que se querem UM conceito de família só, convém explicitar que conceito é esse. Se aceitam vários, então, meu caro José, terão de estar abertos a todos os conceitos de família. Outra qualquer posição é demagógica.
A história do que é a família mudou já vezes sem conta desde os inícios da civilização, a qual precede o Catolicismo e mesmo o Cristianismo, tendo o mais velho apenas 2000 anos de existência. Até o Judaísmo é algo recente quando comparado com toda a história da civilização humana e esta, apenas desde que há registos.
Evocar qualquer conceito de família para negar outros ou, como neste caso particular, mais que um conceito um direito (o de constituir família) talvez, é algo que só arcaísmos culturais e tentativas de evitar a mudança que é natural na espécie humana podem querer defender.
A verdadeira razão aqui não se trata de defender a família pois se fosse isso já antes este debate teria aparecido. O problema aqui é uma homofobia (e é fobia mesmo) latente na sociedade Portuguesa, fruto do culto do “macho latino” que tão bem ao país e às mulheres dele tem feito.
A minha atitude anticlerical é tudo menos irracional. Irracional é a atitude do clero e de quem consume as suas demagogias e atropelos ao bom senso e, sobretudo, à verdade dos factos.
Facto esse é que a Igreja Católica é apenas um instrumento arcaico de controlo social do Império Romano, criado com o intuito de controlar a crescente população cristianizada. Tanto o é que, na génese da Igreja Católica e do Cristianismo “moderno” está uma verdadeira censura aos manuscritos que até então vogavam pelas terras de Roma. O que era do interesse do Império foi aceite e o resto posto de parte ou simplesmente destruído.
Mas entendo que o que tenha começado por uma razão possa ter evoluído para outra. Mas não foi o caso. De instituição de controlo e pacificação social a Igreja passou para instrumento para acesso ao poder de alguns. Durante toda a sua história a Igreja cuspiu no Cristianismo. Não vou contar, pois saberás tão bem quanto eu, os bacanais organizados pelos Papas e afins. Não vou contar também as atrocidades cometidas em nome de Deus que fanáticos e mercenários gananciosos cometeram ao longo de toda a história.
Hoje em dia a Igreja ainda não perdeu a sua perversidade. Continua antes a fazer o mesmo jogo de sempre. Em nome de Deus, evoca valores os quais demonstra ser incapaz de cumprir. Os abusos de que falei são apenas a ponta da hipocrisia da Igreja, a qual hoje, continua a ser apenas um instrumento de poder para alguns estando a ganhar de novo e infelizmente para todos, um carácter normativo da sociedade fruto da proliferação da ignorância educativa.
É contra isto que eu me oponho. E, em todo o caso, oponho a esta instituição que demonstra todos os dias o quanto perversa é. A começar por dois dos pilares mais importantes do Cristianismo, o amor pelo próximo e a humildade, algo que esta Igreja Católica nunca teve, nunca demonstrou e continua a não demonstrar. Tinas de ouro para o Papa lavar os pés? Um Santuário de Fátima novo? Isto é, nada mais que a opulência de uma instituição que sempre serviu bem a sua função a qual é tudo menos defender a Cristandade e os seus valores.
Dizes que o Papa acabou por pedir desculpa hoje… Gostaria que me dissesses onde disse ele isso e que me facultasses um link com as suas declarações pois não as encontro em lado nenhum. A ser verdade, fica então o reparo. Contudo, gostava de saber se esses senhores abusadores sofrerão alguma consequência e penalização pelo que fizeram ou se lhes irá acontecer o que aconteceu aos bispos dos EUA que receberam o perdão e continuaram a exercer funções como o tinham feito até então.
Como última nota, esse debate que dizes que aconteceu não existe. Não é debate que o Bispo convida mas sim escutar a sua retórica. Não é debate mas monólogo pois a Igreja não tem qualquer intenção de mudar a sua posição.
Vocês sabiam que de 1 de abril (dia da mentira) até agora, de todas as uniões homossexuais legalizadas apenas 5% estão juntos até agora?
É claro que isso é um distúrbio, da mesma forma que a zoofilia.
Eles estão promovendo isso como uma forma de enfraquecer a família para fortalecer o Estado. É o que os bolcheviques fizeram.
Inteiramente de acordo. Outrora foram os bolcheviques, agora é a maçonaria infiltrada em tudo quanto é comunicação social, passando por importantes lugares politicos e governativos.
1 de abril de 2001 na Holanda, quando começou essa aberração a nível nacional.