Professores do Agrupamento de Perafita visitam Arouca

por jcerca em 5 de Julho de 2011

Arouca cada vez mais se vem tornando destino escolhido para muitos turistas que, atraídos pela suas lindas paisagens, pelo seu rico património e pela sua tentadora gastronomia, decidem escolher este concelho como meta para os seus passeios de convívio ou excursões culturais.

No final deste ano letivo várias foram as escolas da Grande Área Metropolitana do Porto que têm escolhido Arouca como destino, o que reflete, de algum modo, a projeção que o nosso Concelho tem vindo a ganhar desde que foi criado o Geoparque Arouca e, sobretudo, desde o momento em que ele passou a integrar a rede europeia de Geoparks.  

Uma dessas visitas ocorreu no dia 5 de Julho tendo trazido a Arouca 90 professores do Agrupamento de Perafita (Matosinhos).
Mini concerto de orgão no cadeiral do Mosteiro de Arouca

Tendo Arouca, felizmente, muitos motivos de atração, desde o património natural, ao património geológico, histórico e gastronómico, o seu melhor ex-libris continua a ser o Mosteiro de Arouca que alberga dentro de si uma valiosa riqueza artística, recolhida no seu Mosteiro de Arte Sacra à guarda da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda.  

 
Recebidos na entrada nobre do Mosteiro pelo vice-juiz da Real irmandade, prof. José Quaresma, acompanhado de mais dois membros da mesa, os professores de Parafita foram depois encaminhados para o cadeiral do Mosteiro, onde puderam usufruir de um mini concerto de órgão oferecido pelo organista titular do mesmo, prof. Nicolas Roger.
Dr. Afonso Veiga explicando aos visitantes os espaços conventuais

Terminado esse momento musical que deliciou todos os presentes com a majestosa sonoridade deste órgão ibérico, datado de 1743, os professores dividiram-se em dois grupos para facilitar a visita. Enquanto um grupo visitava o Museu guiado pela cicerone da Real Irmandade, o outro visitou os espaços conventuais, acompanhado pelas explicações do Dr. Afonso Veiga.

Depois deste momento cultural e artístico os visitantes abandonaram o Mosteiro à descoberta de outros valores patrimoniais que Arouca tinha para lhes oferecer, a começar pela gastronomia que os relógios de todos aconselhavam a explorar naquele momento.

José Cerca

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