Censos 2011, a maior operação estatística nacional

por jcerca em 14 de Fevereiro de 2011

Sob a coordenação técnica do Instituto Nacional de Estatística (INE) vai realizar-se, durante o mês de Março e Abril, mais um Censo dirigido a toda a população residente em Portugal.

Trata-se do XV Recenseamento Geral da População e, simultaneamente, do V Recenseamento Geral da Habitação. Ambas as operações estão englobadas no Censos 2011 e constituem a mais importante operação estatística do Sistema Estatístico Nacional.

Para que servem o Censos?

Os Censos vão «contar» todos os cidadãos e famílias presentes no território nacional, bem como todos os alojamentos e edifícios destinados à habitação. Os resultados dos Censos darão a conhecer a realidade populacional e habitacional do nosso país. É um direito e um dever da cidadania participarmos nesta «fotografia» da nossa população.

Calendarização do Censos 2011

Tratando-se de uma operação que abrange toda a população do País ela deverá ser feita com o maior rigor possível, contando, para isso, com a participação ativa de todos os cidadãos.

Os trabalhos de campo dos Censos 2011 decorrem no período de 7 de Março a 24 de Abril de 2011 e obedecem às seguintes fases:

Fase 1: de 7 a 20 de Março: distribuição dos questionários aos cidadãos.

Fase 2: de 21 a 27 de Março: resposta só pela Internet

Fase 3: de 28 de Março a 10 de Abril: resposta pela Internet e em papel

Fase 4: de 10 a 24 de Abril: resposta só em papel.

A partir de 1 de Março até ao final do processo de recolha estará disponível a Linha de Apoio 800 22 2011 (chamada gratuita), nos dias úteis das 9:00 às 20:00.

e-Censos

Apostando nas mais recentes tecnologias de informação e comunicação, uma das inovações deste Censos é a possibilidade dele poder ser feito através da net, tal como já se faz a entrega do IRS e de muitas outras operações.

Para tal deverá, a partir de 21 de Março, aceder à página de resposta do Censos: www.censos2011.pt e efetuar as seguintes operações:

Introduzir os códigos de acesso seguro indicados no envelope, bem com os códigos relativos ao alojamento, impressos no respectivo questionário em papel (toda esta documentação é entregue pelo recenseador em sua casa);

Responder aos questionários;

Premir a opção «enviar». No final é apresentado um comprovativo de envio, com sucesso, da sua resposta.

Caso não possa responder pela Internet deverá preencher os questionários em papel. O recenseador voltará a sua casa para os recolher.

Nesta mega operação de recenseamento da população portuguesa só se pede uma coisa a todo o cidadão: participação e colaboração.

José Cerca

Publicado no “Jornal de Arouca” nº780 de  15 Fevereiro 2011

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O poder corrompe

por jcerca em 7 de Fevereiro de 2011

O que se  vai verificando, um pouco por todo o mundo, são as enormes fortunas que alguns dos principais dirigentes políticos, sejam da Europa, ou da África, da América ou da Ásia conseguem alcançar enquanto estão no poder, não para servir o povo e promover o seu desenvolvimento, mas para se servirem eles próprios  e aumentarem a fortuna pessoal,  da sua família e dos seus amigos.

São inúmeros os casos, mas o último que saltou para a comunicação social, e que se mantém na ordem do dia, devido à revolta do povo egípcio, é o caso do Presidente do Egipto Mubarak no poder há 30 anos.

Segundo publicou recentemente o Jornal “The Guardian”, o presidente do Egito, sua mulher e os seus dois filhos serão detentores de uma gigantesca fortuna calculada entre 30 a 50 milhões de euros. Grande parte dessa fortuna estaria depositada em bancos suíços e britânicos. Outra parte estará aplicada em fortunas imobiliárias, não só em Londres, Nova York, França, Suiça, Alemanha, Dubai, como ainda em complexos turísticos nas margens do Mar Vermelho.

A ocorrência frequente da acumulação deste tipo de fortunas é hábito dos ditadores que se mantêm no poder por demasiado tempo, não para promoverem o desenvolvimento dos cidadãos do seu País, mas para se aproveitarem, ilicitamente, dos recursos que deveriam estar ao serviço do desenvolvimento comunitário.

Se compararmos esta escandalosa fortuna do clã Moubarak com os 3 dólares por dia com que os 80 milhões de egípcios são obrigados a viver, talvez se compreenda e justifique a revolta que se está a viver naquele País e a exigência da demissão de mais este ditador que os longos anos de poder corromperam.

Estou convencido de que em Portugal, mais dia menos dia, idêntica revolta acontecerá, face aos escândalos financeiros, ao nepotismo e aos casos de enriquecimento súbito que mancham a transparência de muitos dos nossos políticos.

Não será por mero acaso que a lei do combate à corrupção no nosso País, encontrou sempre, obstáculos e continuará a encontrar enquanto não se mudar a mentalidade de que o poder político deveria ser um serviço para o desenvolvimento da “res publica” e não para o benefício daqueles que o exercem.

José Cerca

Publicado no “Jornal de Arouca” nº780 de  15 Fevereiro 2011

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FAMILIA SALESIANA DE AROUCA FESTEJA D.BOSCO

por jcerca em 31 de Janeiro de 2011

Uma festa multicultural

Com a presença do Delegado nacional da pastoral juvenil salesiana, Pe. Anibal Mendonça, a Familia Salesiana de Arouca, celebrou, no dia 30 de Janeiro, a festa em honra de S.João Bosco, precisamente na véspera da sua festa litúrgica.

No dia anterior, uma vigília juvenil congregou na igreja do Mosteiro de Arouca algumas dezenas de jovens, adolescentes e crianças que iriam fazer as suas promessas como ADS e Clube Bosco.

Em virtude da transmissão em direto pela TVI da Eucaristia dominical, a missa da festa de S.João Bosco teve lugar na tarde de Domingo. Durante essa Eucaristia, presidida pelo Delegado nacional da pastoral juvenil, foram feitas as promessas e a imposição dos lenços aos diversos grupos integrados no Movimento Juvenil Salesiano, bem como a alguns dos seus animadores.

De referir a presença de muitos Salesianos Cooperadores, bem como a de muitos pais destes jovens, os quais, tal como acontecia no tempo de D.Bosco, colaboraram, das mais diversas maneiras, para a realização desta festa.

A presença também de um grupo de alunos de S.Tomé e Príncipe, a estudarem na Escola Secundária de Arouca e recentemente integrados nas actividades do Centro Juvenil Salesiano, veio trazer a esta festa salesiana uma tonalidade multicultural que acabaria por a enriquecer e diversificar.

Efetivamente, durante o almoço, que teve lugar na cantina da Escola Secundária, graças à amabilidade da sua Diretora, esse grupo de sãotomenses apresentou alguns aspetos da sua cultura africana, através de danças e cantares da sua terra. Também na Eucaristia, durante o Ofertório, foram levados ao altar objetos  da cultura de  S.Tomé e Principe.

Refira-se que esta festa a D.Bosco realizada em Arouca, 30 anos após a saída dos Salesianos desta terra, mereceu um breve apontamento no Programa “8ºDia” que foi transmitido em directo pela TVI, a partir dos claustros do Convento de Arouca.

Imposição dos lenços amarelos aos ADS

ADS e Clube Bosco: grupo geral dos que fizeram as promessas.

José Cerca

Publicado no Semanário “Discurso Directo” nº144 de 04 de Fevereiro 2011

Os interessados em obterem fotos desta festa poderão fazê-lo na Foto-Arte de Arouca

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E ao “8º Dia” Arouca esteve no ar

por jcerca em 31 de Janeiro de 2011

Integrada nos 185 anos da Banda Musical de Arouca foi transmitida em direto da Igreja e do Coro do Mosteiro de Arouca,  a Eucaristia Dominical, no passado Domingo, 30 de Janeiro.

A missa foi celebrada pelo Pe. José Augusto Correia de Oliveira, sacerdote claretiano, natural de Arouca (Santa Eulália) e que foi convidado pela Direção da BMA para presidir a esta celebração que encerrou o 185º aniversário desta prestigiada colectividade arouquense.

A animação musical desta celebração esteve a cargo do coro do Orfeão de Arouca, acompanhado pelo órgão de tubos do Mosteiro e ainda pelo conjunto de metais da Banda Musical de Arouca.

A seguir à Celebração eucarística foi transmitido em direto dos claustros do Mosteiro de Arouca o programa do Cónego António Rego “8ºDia”. Nesse programa foram feitos breves apontamentos, através de curtas entrevistas, não só sobre a história deste Convento, mas também sobre a Banda Musical de Arouca, sobre o grupo dos “Pequenos Cantores” da Paróquia de Arouca, bem como sobre o Movimento Juvenil Salesiano, a Catequese e o movimento dos Escuteiros.

Durante o programa houve a actuação da Banda Musical de Arouca, a partir dos Claustros, e também dos “Pequenos Cantores” a partir do Cadeiral do Mosteiro de Arouca.

Mais uma vez Arouca esteve no ar, durante 90 minutos, desta vez através de um programa de índole religiosa que mostrou ao País não só imagens do rico património cultural e artístico de que é detentora, como também referiu algumas das actividades que acontecem nesta comunidade paroquial de Arouca.

José Cerca


Publicado no Semanário “Voz Portucalense” nº05 de 02 de Fevereiro 2011

Publicado no Semanário “Discurso Directo” nº144 de 04 de Fevereiro 2011

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Carismas e ministérios ao serviço na Igreja

por jcerca em 30 de Janeiro de 2011

Curso de teologia para leigos na Vigararia de Arouca/Vale de Cambra

Com a presença do bispo auxiliar do Porto, D.João Lavrador, iniciou-se no dia 28 de Janeiro, na igreja paroquial de Mansores, mais um curso de teologia para leigos a de correr na Vigararia de Arouca/Vale de Cambra até finais de Março, com sessões às sextas feiras, quer em Arouca, quer em Vale de Cambra.

Subordinado ao tema “Carismas e ministérios ao serviço na Igreja”, o curso deste ano teve a particularidade de se iniciar com a designação de alguns ministros extraordinários da Comunhão (MEC) e de quatro Animadores das assembleias dominicais na ausência do presbítero (ADAP) para serviço de algumas comunidades desta Vigararia.

Sob a coordenação do Vigário Pe. Paulo Teixeira, e presidida pelo bispo auxiliar do Porto, a designação destes quatro animadores para as paróquias de Arouca, Rôge  e Macieira de Cambra, esteve perfeitamente integrada no tema geral  deste Curso de Teologia para leigos iniciado já há 5 anos em Arouca.

Refira-se que nesta Vigararia, composta por 26 Paróquias, há neste momento 26 ADAPs instituídos, tendo 18 deles sido designados em Setembro passado e os restantes quatro em 1987, numa incipiente experiência pastoral que hoje se revela cada vez mais necessária  para a vivência litúrgica e animação pastoral nas nossas comunidades cristãs, em estreita ligação e coordenação com o seu presbítero aí colocado pelo pastor diocesano.

José Cerca

Publicado no Semanário “Voz Portucalense” nº05 de 02 de Fevereiro 2011
Publicado no Semanário “Discurso Directo” nº144 de 04 de Fevereiro 2011

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