CRISTIANOFOBIA EUROPEIA

por jcerca em 16 de Janeiro de 2011

O estranho caso da Agenda Europeia

Desde há vários anos que a Comissão Europeia publica uma Agenda que é distribuída gratuitamente aos alunos das escolas e colégios da União Europeia, atingindo a tiragem de mais de 3 milhões de exemplares.

Acontece que a edição deste ano causou estranheza e alguma revolta por nela figurarem as festas religiosas dos judeus, hindus, siks e muçulmanos, mas não haver nenhuma referência a qualquer festa cristã. A festa de Natal, por exemplo, entre outras festas cristãs e que acabou ainda recentemente de ser celebrada em todo o mundo, está simplesmente ausente nesta Agenda.

Esquecimento inaceitável

Mesmo conhecendo-se o importante papel da religião cristã na formação da Europa, e que tanto contribuiu, quer para a sua construção, quer para a sua unidade, o que é um facto histórico inegável e amplamente conhecido.

Mesmo sabendo-se que o cristianismo foi a primeira das religiões da Europa e que ele faz parte da história e da identidade da maior parte das nações europeias.

Mesmo sabendo-se isto tudo é incompreensível, revoltante e inaceitável este estranho «esquecimento», tanto mais que as festas cristãs, quer do Natal, quer da Páscoa estranhamente omitidas nesta agenda, são celebradas por toda a Europa por milhões de pessoas, muitas delas mesmo não cristãs.

Não há qualquer razão ou motivo válido para explicar esta ausência, mesmo assim exige-se uma explicação dos responsáveis para aquilo que não tem qualquer explicação possível.

É obvio que não se trata de um mero esquecimento, mas sim de uma intenção deliberada para ignorar as raízes cristãs da Europa.

Depois da aprovação europeia sobre a retirada dos crucifixos das escolas, depois da perseguição aos cristãos, um pouco por todo o mundo, o que levou  Bernard-Henri Lévy, intelectual francês a afirmar, ainda recentemente, que hoje os cristãos constituem à escala planetária “a comunidade mais constante, violenta e impunemente perseguida”.

Depois disto tudo, surge esta agenda a assinalar mais um condenável acto de cristianofobia, perante a incompreensível indiferença de quem não deveria permitir tão lamentável e provocatória discriminação.

José Cerca

Publicado no Semanário “Discurso Directo” nº142 de 21 de Janeiro 2011

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Incesto vai ser legalizado?

por jcerca em 13 de Janeiro de 2011

Depois da aprovação  do “casamento” de homossexuais não só em Portugal (o 7º a fazê-lo) mas noutros países; depois da adopção de crianças por “casais” homossexuais que já está agendada nas tão prioritárias politicas fracturantes de certos partidos de esquerda ; depois das campanhas na comunicação social e até nas escolas portuguesas de se pretender  transformar a “homofobia” em crime, sob a capa da luta contra a discriminação; depois da aprovação da lei do aborto que, em muitos dos casos, passou a funcionar como método de contracepção, face ao elevado número de abortos feitos em Portugal nos três anos após a aprovação da lei da interrupção voluntária da gravidez; depois das primeiras tentativas de se aprovar a eutanásia e a mudança de sexo; depois de um vasto conjunto de leis que conduzem a sociedade para uma cultura da morte, eis que surge, na Suiça, mais uma dessas ideias progressistas, visando, desta vez, legalizar o incesto.

A notícia surgiu no último número de 2010 da revista Visão. Aí se escrevia que a Suíça que está a rever o seu Código penal, irá propor que deixem de ser considerados crimes as relações consentidas entre pais e filhos e entre irmãos, desde que sejam maiores de idade.

Por este andar não tardará que também a pedofilia seja legalizada dentro de pouco tempo, conduzindo assim a sociedade para uma nova Sodoma e Gomorra.

José Cerca

Publicado no quinzenário “Jornal de Arouca” nº779 de 31 de Janeiro 2010

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Encontro de coros infanto-juvenis

por jcerca em 10 de Janeiro de 2011

Encerra programa natalício

Organizado pela Paróquia de S.Bartolomeu de Arouca, com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Arouca, realizou-se no passado sábado, dia 8 de Janeiro, o encontro de coros infanto-juvenis.

Grupo dos Pequenos Cantores da Paróquia de Arouca

O espectáculo musical teve lugar na igreja do Mosteiro de Arouca e contou com a presença do  grupo coral infanto-juvenil da Paróquia de S.Martinho do Bougado, Trofa,  do grupo coral infantil da Paróquia de Vila Chã, Vale de Cambra, com o grupo coral juvenil S.Cristóvão da Paróquia de Mafamude, Vila Nova de Gaia e com o grupo dos Pequenos Cantores da Paróquia de Arouca.

Antes da actuação dos diversos coros, o Pároco da Paróquia anfitriã, Pe, João Pedro Bizarro, agradeceu não só a presença dos grupos convidados, como também o apoio da Câmara e da Junta de Freguesia para a realização deste encontro, salientando também o trabalho pedagógico que estes grupos desempenham na divulgação e na formação musical junto das camadas mais jovens.

Estando este encontro integrado no Programa de Natal organizado pela Autarquia, todos os grupos interpretaram cantos natalícios que mereceram o agrado e o vibrante aplauso do numeroso público que encheu toda a nave da igreja conventual.

Terminada a actuação de cada um dos grupos foi feita a entrega, pelo Presidente da Câmara e pelo Presidenta da Junta, a cada responsável dos respectivos grupos um pequeno troféu constituído por uma clave de música em alumínio sobre uma pedra em ardósia.

A todos os grupos participantes foi oferecido o jantar que teve lugar na cantina do Polo escolar do Burgo.

O encontro terminou com a interpretação conjunta de um canto encerrando assim as comemorações natalícias do Município de Arouca.

José Cerca

Publicado no Semanário “Discurso Directo” nº141 de 14 de Janeiro 2011

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Concerto de ano novo

por jcerca em 2 de Janeiro de 2011

Organizado pela Real Irmandade Rainha Santa Mafalda teve lugar no dia 1 de Janeiro, no cadeiral do Mosteiro de Arouca, o Concerto de Ano Novo.

Coube a Nicolas Roger, organista titular do órgão do Mosteiro de Arouca, extrair deste órgão ibérico,  um conjunto de sonoridades que deliciaram certamente os ouvidos de todos aqueles que encheram o coro baixo das freiras na tarde deste inicio de ano novo.

Antes do concerto, o Juiz da Real Irmandade Rainha Santa Mafalda, Dr. Arnaldo Pinho, congratulou-se com a presença do público que acorreu ao Mosteiro de Arouca para este Concerto de Ano Novo e aproveitou para explicar o processo de candidatura que conduziu ao recente restauro deste magnífico órgão em estilo joanino e datado de 1743.

Falou seguidamente do currículo do organista titular, Nicolas Roger, natural de Paris e actualmente a viver no Concelho de Arouca. Esta circunstância trouxe para Arouca uma mais valia uma vez que permitiu que este raro instrumento musical passasse a ser utilizado não apenas para concertos ou em celebrações litúrgicas festivas, mas também para aprendizagem quer de iniciação à pratica organeira, quer de alunos em pós-graduação.

Coube, seguidamente ao Dr. Correia Fernandes, director do Semanário “Voz Portucalense” da diocese do Porto, fazer uma breve apresentação do programa do Concerto que continha peças musicais para órgão desde o sec.XVI ao sec.XVIII de compositores espanhóis, franceses e italianos. Desses autores, Correia Fernandes destacou não só Joseph Haydn (1737-1809) como  Luis Couperin (1626-1661) da época de Luís XIV e expoente do barroco francês em peças para órgão.

Interpretado num raro instrumento musical, contemporâneo de alguns compositores, como Haydn, este concerto de Ano Novo foi, certamente, uma iniciativa cultural a integrar, futuramente, na programação musical de Natal organizada pela Câmara Municipal de Arouca com a colaboração de diversas associações arouquenses.

José Cerca

Publicado no quinzenário “Jornal de Arouca” nº777 de 31 de Dezembro 2010

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Concerto de Natal

por jcerca em 28 de Dezembro de 2010

Com uma realização em compasso ternário que contou com a actuação de três das principais colectividades arouquenses no campo da música, a Banda Musical de Arouca, o Grupo Coral de Urro e o Orfeão de Arouca, teve lugar, no dia 26 de Dezembro, o habitual Concerto de Natal, organizado pela Câmara Municipal de Arouca.

A ampla igreja do Mosteiro de Arouca, onde teve lugar esta actuação, foi pequena para acolher o numeroso público que aí acorreu, na tarde de Domingo, para escutar este Concerto de Natal que foi dirigido pelo maestro da Banda Musical de Arouca, João Dias e que contou ainda com a participação do trompetista Fernando Dias e da soprano Magda Brandão.

No final do concerto foram entregues ramos de flores aos dirigentes das três colectividades que actuaram som a regência do maestro João Dias, bem como ao trompetista e à soprano que nele colaboraram.

Este concerto de Natal que mais uma vez se revelou um êxito, não só pelo numeroso público presente, mas sobretudo pela excelente actuação destas três colectividades musicais de Arouca, terminou com a interpretação da já habitual “Marcha Radetzski” composta por  Strauss em 1848 em honra do marechal-de-campo austríaco Joseph Radetzky von Radetz.

Esta marcha ganhou grande popularidade graças ao célebre Concerto de Ano Novo da Orquestra Filarmónica de Viena, com a qual ele sempre encerra.

Tal como lá, também aqui esta marcha foi entusiasticamente acompanhada com palmas do público que aplaudiu assim mais uma edição do Concerto de Natal em Arouca.

José Cerca

Publicado no quinzenário "Jornal de Arouca" nº777 de 31 de Dezembro 2010

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