Enquanto nos recordam continuamos vivos!

por jcerca em 2 de Setembro de 2014

A

Jovens ADS e outros amigos da Leonor
evocam-na no 1º mês da sua partida

Há tragédias que marcam as pessoas que não apenas aquelas mais duramente atingidas por elas, como sejam os pais e familiares. A partida da pequena Leonor foi uma delas. Quando se completou um mês que ela partiu fisicamente do nosso convívio, um grupo de pessoas e amigos ligados às diversas actividades em que a Leonor participava, quiseram reunir-se junto à campa onde repousa a parte material da sua breve passagem por esta vida.
Na verdade, quando se nasce, nasce-se para a Eternidade! E a partida da Leonor, foi apenas a mudança de um registo no órgão da Vida: o registo da Eternidade!
Sabemos que ela continua a VIVER, mas numa outra dimensão, diferente daquela que durante 9 anos viveu connosco. E foram belos e ricos momentos  aqueles que partilhou com os seus amigos, desde o grupo dos ADS, dos Pequenos Cantores, dos Bombeiros, da Banda Musical e da própria Escola. Foi por isso que, no passado dia 25 de agosto, alguns desses seus amigos se reuniram junto à sua última morada terrena, no cemitério de Santa Eulália.

A

Mesmo no meio de alguma emoção e de algumas lágrimas de saudade foi bem sentida a sua presença. Falou-se um bocadinho dela e para ela, trouxeram-se flores, cantou-se e bateram-se palmas, pois nenhuma das pessoas que ali acorreu acredita que a Leonor não estejas VIVA, muito embora saibamos que vive numa outra dimensão que a FÉ cristã suporta, fortalece e trás serenidade e esperança à dor e ao vazio que a sua partida em todos deixou, sobretudo nos seus pais e demais familiares.

E a verdade é que “enquanto nos recordam continuamos vivos”. E a prova disso foi este singelo mas sentido encontro que ocorreu um mês após a partida da pequena Leonor.

José Cerca

 Publicado no semanário “Discurso Directo” nº320 de 12 de setembro 2014

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CULTURA E SOLIDARIEDADE

por jcerca em 1 de Setembro de 2014

Concerto de canto e órgão

Recital

Vai ter lugar no Domingo, dia 14 de Setembro, com início às 18.00h, no cadeiral do Mosteiro de Arouca, um Concerto de canto e órgão, organizado pela “Semente de Futuro”, com o apoio da Câmara Municipal de Arouca, Paróquia de Arouca e Real Irmandade Rainha Santa Mafalda.

Além da interpretação de várias peças no órgão ibérico pelo organista titular, Nicolas Roger, este concerto contará com as vozes das sopranos Cláudia Pereira Pinto e Luísa Brandão.

Além da componente cultural, este concerto tem também o objectivo de angariar fundos para o desenvolvimento das actividades da IPSS “Semente de Futuro” com sede em Chave, onde desenvolve diversas actividades de carácter cívico, ocupacional e de empreendedorismo social.

A venda de bilhetes para este concerto poderá ser feita na Secretaria interparoquial situada na Sacristia da Igreja Conventual, no Museu de Arte Sacra e na própria sede da “Semente de Futuro” (256427008 e ou 916189849 ou ainda pelo mail:sementedefuturo@gmail.com)

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº319 de 5 de setembro 2014

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AGRADECIMENTO DOS PAIS DA LEONOR

por jcerca em 7 de Agosto de 2014

OBRIGADO

Como pais da Leonor, não nos seria possível tentar seguir em frente, como tantas vezes nos incitam a fazer, sem deixar aqui umas palavras de profundo agradecimento a todos aqueles que ao longo das últimas quatro semanas, de uma forma ou de outra, estiveram connosco a partilhar momentos de angústia, esperança e desespero.

Leonor_familia

A Leonor sempre brindou todos aqueles que a elogiavam diariamente pelos seus lindos olhos, pelos seus belos caracóis, pelo seu sentido de humor ou desenvoltura na sua relação com os outros, com o seu lindo sorriso acompanhado de um sonoro «obrigado». Foi assim que lhe ensinamos a retribuir a simpatia dos outros, com humildade. Achamos que ela desaprovaria veemente se hoje, também não retribuíssemos com um nosso humilde «obrigado».

Dizem-nos inúmeras vezes que são coisas que não se agradecem porque vêm do fundo do coração. Sabemos que é verdade mas não conhecemos outro sentimento além da gratidão nem outra palavra que não seja «obrigado» para devolver toda a amizade e conforto que centenas (acreditamos até terem sido milhares) de pessoas nos manifestaram durante esta rasteira que a vida nos pregou. A dor é imensa, infinita que até nos deixa anestesiados. A saudade começa, dia após dia, a cravar as suas garras nos nossos corações. Têm-nos dito que essa mesma saudade irá ficando mais suave e mais serena à medida que o tempo for passando mas para já sentimos o tempo como nosso inimigo.

Leonor tocando

Temos chamado a nós o máximo de racionalidade possível nestas coisas pois se deixássemos o coração comandar sozinho, já teríamos explodido perante esta perda. Ao longo de duas semanas, presenciando o processo de despedida da nossa Leonor, foi sendo possível, por breves momentos de lucidez racional, definir que jamais nos iríamos fechar no sofrimento afastando os amigos, concordámos que seria necessário deixar-nos conduzir para a realização de necessidades básicas como o alimentar-nos, tomar um banho e tentar descansar, já que sozinhos não pensávamos nisso.

Muitos amigos nos deram esse apoio essencial, quer presencialmente ou por mensagens, chamadas ou procurando obter informação através de outras pessoas. Nem sempre conseguimos responder a todos, por falta de coragem, por estarmos junto da Leonor, por estarmos lavados em lágrimas, por não querer simplesmente falar, por estarmos exaustos… Compreendemos que havia momentos em que era necessário poupar energia. Mas guardamos todas as mensagens, que contamos transcrever para que nunca se percam e para que possamos voltar a lê-las nos muitos momentos de solidão que sabemos que sempre vão existir daqui para a frente.

doc20140725190513_001A nossa Beatriz vai com certeza continuar a brindar-nos com o seu infinito amor mas, como lhe temos dito, terá de continuar a ser ela própria e não tentar substituir a sua mana pois cada uma é única e maravilhosa. Ficará sempre um vazio físico que dói muito ainda e a nossa mente ainda está muito presa à matéria. Procuramos nos raios de sol a presença de Deus. Queremos muito senti-Lo mas há momentos em que a nossa pequenez enquanto pecadores nos impede de alcançá-Lo. Acreditamos contudo que Ele não vai desistir de nós e que vai ajudar a nossa dor a serenar. Só então vamos conseguir segui-Lo plenamente. Dizem-nos muitas vezes «Deus precisou de um anjo» e escapa-nos de imediato uma contestação sentida «mas nós também precisamos dele!». Sabemos que um dia (esperamos que não demore muito) seremos capazes de responder «não podia ter escolhido melhor». Mas para já é humanamente impossível. Usamos a razão para nos defender da dor e isso condiciona a nossa fé. Mas acreditamos que faça parte do processo. Comentamos que durante os períodos de maior provação nem suspeitávamos que tínhamos tanta fé! Nunca prometemos coisas em troca da melhoria da Leonor, nunca tentamos fazer um negócio com Deus e os Santos mas implorámos que acompanhasse sempre a nossa menina e nos amparasse na dor. Agora sabemos que Deus e Nossa Senhora estiveram sempre lá. Só assim se justifica não termos morrido também.

Temos receio de nos esquecermos de alguém e por isso não mencionaremos nomes particulares (o jornal não teria páginas suficientes para essa extensa lista). Essas pessoas saberão reconhecer-se. O nosso agradecimento vai para todos aqueles que de alguma forma se manifestaram, mesmo através da oração, de um pensamento, contactaram connosco ou com os nossos familiares. Foram centenas de amigos, pessoas anónimas, pessoas com quem já não tínhamos contacto há anos, pessoas que quiseram partilhar experiências semelhantes numa tentativa desesperada de nos ajudar e de avivar em nós a esperança, mesmo quando o desfecho já se adivinhava… OBRIGADO a todos vós!

Mas temos de particularizar alguns grupos: o Movimento Juvenil Salesiano em geral mas muito em particular ao de Arouca, que desde o primeiro momento sofreu connosco e remexeu Céu e Terra pela Leonor: OBRIGADO.

Leonor_grupo promessas

À Banda Musical de Arouca, com um especial carinho pelos seus elementos mais jovens e companheiro de jornada da Leonor, maestro, professores, direção: OBRIGADO.

Aos Bombeiros Voluntários de Arouca, também com um especial abraço a todos os infantes e cadetes que marcharam com a nossa 206, direção e famílias com quem alegremente confraternizámos no passado: OBRIGADO.

Leonor, bombeira

 Ao Agrupamento de Escuteiros 1302 de Rossas, que se juntou a nós nos momentos de oração e tanto apoiam a nossa filha Beatriz: OBRIGADO.

Ao Coro dos Pequenos Cantores da Paróquia de S. Bartolomeu que guardam a Leonor junto dos seus corações: OBRIGADO.

Aos educadores, professores e catequistas com quem a nossa menina desenvolveu o gosto pelo saber, aprender e interrogar pois sem vocês a sua inteligência não teria dado tantos frutos: OBRIGADO.

A todos os seus amigos, e sabemos que são muitos e verdadeiros, que fizeram da Leonor uma criança que prezava a amizade e o amor acima de tudo, que tentava compreender as diferenças e respeitá-las, e que estava sempre pronta em partir em defesa dos mais «fracos»: OBRIGADO.

Aos funcionários dos diferentes contextos que frequentou, que a Leonor sempre observou e adjetivava conforme as qualidades que ela lhes atribuía, por terem tido um papel fulcral no desenvolvimento da sua personalidade que hoje tanto elogiamos: OBRIGADO.

A todas as pessoas que se cruzaram na vida da Leonor, que lhe direcionaram um olhar aprovador, um elogio, um gesto carinhoso contribuindo para a sua elevada auto-estima e vontade de viver enquanto lhe foi possível: OBRIGADO.

Leonor_declamando Avé Maria

Não podíamos deixar aqui de mencionar, embora provavelmente nunca venham a ler estas palavras, mas fá-la-emos chegar de outra forma, todos os profissionais de saúde e auxiliares de ação médica, desde pediatras, neurocirurgiões, enfermeiros, anestesista, auxiliares nas refeições, limpeza, motorista da ambulância, que foram incansáveis quer nos cuidados prestados quer na simpatia com que trataram a princesa. Sem a conhecerem muito bem, afeiçoaram-se a ela de imediato. Jamais esquecerei ter tido médicos e enfermeiros a chorarem e a abraçar-nos como se fossem da família. Sei que tudo fizeram para que a Leonor ficasse junto de nós, o melhor possível. Quando o melhor possível foi ir para o Céu, foi Deus e Nossa Senhora que assumiram os comandos e nós tivemos que a deixar ir. A Leonor não era só nossa, pais e irmã, mas era de todos, do mundo e da Mãe do Céu, Maria… O seu funeral foi prova disso, segundo agora nos contam pois no momento foi impossível ter a real perceção do que ali se passou. Ainda hoje são inúmeras as homenagens anónimas no cemitério: uma vela, uma flor, uma mensagem. OBRIGADO.

doc20140725194330_001Como pais devastados mas esperançosos por voltar à vida pela nossa outra filha, gostaríamos que sempre que possível se mantivesse viva a lembrança da Leonor. Sabemos que ela tentará responder às vossas preces se lhe forem dirigidas. Sempre gostou de ajudar e agora com o seu cargo privilegiado e merecido, vai meter mãos à obra para que este mundo se torne um lugar um pouco para se viver. Quando vemos ou ouvimos os noticiários, percebemos porque Deus tem de chamar a si anjos como a Leonor.

A Leonor sempre gostou de conviver, de ter muita gente à volta dela, detestava brincar sozinha, e vivia a vida ao segundo. Os seus nove anos corresponderam certamente a noventa tal era a sua energia e luz. Agradecemos também à Leonor por nos ter feito tão felizes desde a sua conceção e até sempre: OBRIGADO.

Amigos da Leonor pensem todos dias nela, nem que seja por um minuto, para que ela vos possa guiar no sinuoso caminho da vida, com o coração cheio de fé e alegria, tal como ela sempre fez.

Um bem-haja a todos aqueles que ajudarão a perpetuar a memória da nossa (de todos nós) LEONOR.

Luís e Lena

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº318 de 8 de agosto 2014

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UM FIM DE SEMANA RICAMENTE MUSICAL

por jcerca em 6 de Agosto de 2014

Em espaços e cenários diferentes, e com estilos e públicos variados, o passado fim-de-semana foi marcado por um conjunto de concertos musicais para todos os gostos e que movimentaram milhares de pessoas.

Apesar das desafinações meteorológicas, com temperaturas nada harmoniosas com o Agosto que chegava, a verdade é que teve de ser a música a aquecer aquilo que a meteorologia inexplicavelmente arrefecia.

GNR1

Assim, o primeiro grande momento musical, integrado no  segundo “Sons da Praça”, teve lugar  no anfiteatro da zona histórica de Arouca e foi constituído pela atuação conjunta  da Banda Musical de Arouca e o Grupo GNR, personificado por Rui Reininho e que teve a presença de Isabel Silvestre a interpretar o bem conhecido tema “Pronúncia do norte”.

Desde a polémica remodelação da praça, cujas obras de regeneração da zona histórica, a adaptaram a anfiteatro, este foi, certamente o espectáculo que terá reunido, neste espaço, mais espectadores, mesmo com o tempo a ameaçar chuva.

Embora em estilo completamente diferente e em espaço totalmente emoldurado de arte e de história, como é o cadeiral do Mosteiro de Arouca, decorreu, no dia seguinte, um outro concerto musical, desta vez de música sacra, interpretado por 8 belíssimas vozes à capela, isto é, sem qualquer acompanhamento instrumental.

Apesar de nesse espaço pontificar, em lugar de destaque, o rei dos instrumentos, o órgão ibérico datado de 1743, a verdade é que, desta vez, ele foi apenas espetador e não interveniente neste maravilhoso concerto em que a voz humana, o mais perfeito instrumento musical, nos ofereceu um belíssimo espectáculo de beleza e de harmonia, a ponto de alguém dizer que se tratava de vozes de anjos em corpos humanos.

Concerto Cadeiral (2)
Formado por 4 vozes masculinas e 4 femininas, distribuídas por sopranos, contraltos, tenores e baixos, este octeto musical designado por “Brevis Ensemble” surgiu na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) com o objectivo de fazer música de qualidade. E na verdade, o reportório que este grupo ofereceu ao público, com interpretação de trechos musicais, desde o sec.XV ao sec. XX, demonstrou o nível de qualidade vocal e de harmonia musical que atingiram, o que mereceu da parte do numeroso público entusiásticos aplausos, no final do concerto.

Depois desta viagem pelo tempo através da música sacra, teria lugar, desta vez em Alvarenga, um outro espectáculo em que o fado seria rei, pela voz da sua intérprete Mariza. E também aqui, no lugar de Santo António, a música congregou mais uma multidão arrastada pela fama da voz desta artista portuguesa, de projecção nacional e internacional.

Mas a música deste fim-de-semana não se ficaria por estes três concertos, tão ricos de público, como diversificados em estilos musicais.

mariza2

Assim, enquanto no dia seguinte, a Banda Filarmónica de Alvarenga apresentaria o seu concerto anual no largo de Trancoso, em Arouca, na praça Brandão de Vasconcelos teria lugar o Festival de folclore de Arouca, organizado pelo Rancho da Casa do Povo de Arouca que trouxe até esta Vila vários grupos folclóricos de diversas partes do País e também do Brasil, cujos cantares e danças estiveram presentes através do Grupo Almeida Garrett.

Foi certamente um fim-de-semana densamente musical, em que a música, através dos seus mais variados estilos, e dos mais diversos intérpretes, constituiu um memoráveis momentos culturais num Verão que teima em não querer afinar pela meteorologia a que estávamos habituados. Que pelo menos a harmonia musical nos compense desta instabilidade da metereologia!

José Cerca

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº318 de 8 de agosto 2014

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PALAVRAS DE AMOR PARA A LEONOR

por jcerca em 5 de Agosto de 2014

Sabes, Leonor, hoje sentimo-nos pequeninos demais diante da tua LUZ imensa!

doc20140725190513_001Hoje, somos nós a criança que tropeça e procura as palavras certas para te dizer. As palavras fogem-nos e escondem-se atrás da nossa tristeza. Parecem querer brincar connosco como tu gostavas de fazer! Parecem querer dizer-nos que “As mais lindas palavras de amor são ditas em silêncio” (Leonardo Da Vinci). É verdade, nós sabemos! Mas ainda assim nós teimamos, porque te queremos dizer, aqui e agora, o quanto te admiramos, o quanto te amamos, o quanto és importante para nós, ADS, Clube Bosco e Animadores do MJS aqui presentes.

Mas continuam a fugir de nós, as palavras! Fogem de nós as palavras tristes, escondem-se de nós as palavras pesadas e as de circunstância. Só uma permanece e se oferece, saltitante e doce, rodopiando em nosso redor. Só uma surge para rimar com a tua força, com os teus dons (e são tantos!), com a tua delicadeza, com a tua perspicácia, com a tua inteligência, com a tua persistência e com o teu altruísmo – essa palavra que persiste é ALEGRIA! E então percebemos porque nos fugiam todas as outras, as palavras tristes e pesadas. Fugiam porque não serviam para te definir!

Leonor, entre nós, ADS, Clube Bosco e Animadores, o teu olhar fez-se eterno! Serás  sempre a menina dos nossos olhos. O teu nome sabe a flores e o teu riso, que guardamos intacto, é um bálsamo que apazigua e tranquiliza. O teu sorriso exala um perfume suave e único que recordaremos para sempre. Serás sempre assim para nós! Obrigada, Leonor, por seres ADS!

Deus partilhou-te connosco e nós agradecemos todos os momentos que nos deste!

O Papa Pio XII referiu-se a Domingos Sávio como “pequeno, porém um grande gigante de alma”. É o que tu és, Leonor!

Para os pais da Leonor deixamos estes versos de Teixeira de Pascoais, porque não queremos palavras tristes para lhes dizer:

                “Ó Mãe, não chores mais!

                Em vez dos teus suspiros, dos teus ais,

                Quero que venha a mim a tua alegria!”

Grupo ADS e animadores do MJS Arouca

Leonor_grupo promessas

Publicado no semanário “Discurso Directo” nº317 de 1 de agosto 2014

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